OLIVENÇA
PORTUGAL LIVRE
Movimento Patriótico
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"Crer e Querer para Vencer"

A Polémica da Ponte Nossa Senhora da Ajuda, Alentejo, Portugal
Segunda, 01 de Setembro 2003 a Domingo, 07 de Setembro 2003

06/Set/2003
Comunicado Forum Olivença
Declarações de Martins da Cruz e as deturpações espanholas
Na sequência da inclusão pela CIA da Questão de Olivença no "The World
Factbook", das declarações que o Ministro dos Negócios Estrangeiros
português proferiu recentemente sobre este litígio territorial e das
reacções saídas na imprensa espanhola, o Forum Olivença considera oportuno
e necessário emitir as seguintes declarações:
1. Considerar muito relevante que o Ministro dos Negócios Estrangeiros
português, assumindo inequivocamente a existência do litígio entre Portugal
e Espanha, tenha admitido a "possibilidade de solucionar o diferendo entre
os dois países num outro momento mais conveniente" e tenha declarado que
"temos um problema mas temos de o resolver" (Público/LUSA 5/9/2003).
2. Lamentar que o Governo português continue a entender que razões de bom
entendimento entre Portugal justificam que o Problema continue fora da
Agenda Diplomática, facto que constitui uma menorização internacional de
Portugal quando comparado com Espanha e com Marrocos relativamente aos seus
respectivos litígios territoriais. As perfeitas relações entre os dois
países apenas serão possíveis quando a Espanha cumpra os tratados que
assinou e devola Olivença a Portugal. A reivindicação de Olivença em vez de
causa de conflito constitui penhor da sua solução definitiva e fundamento
de uma verdadeira amizade entre os dois países.
3. Denunciar as deturpações da imprensa espanhola, especialmente do El
Periódico Extremadura que, em vez de reproduzir as declarações do MNE
português que reafirmou a existência do diferendo de Olivença e frisou a
necessidade de o resolver em momento oportuno, faz declarações como estas:
' "Portugal desmiente a la CIA y niega que haya un conflicto por Olivenza",
"El ministro luso de Exteriores dice que el asunto está congelado "y no
debe abrirse""; "El ministro de Asuntos Exteriores de Portugal, Antonio
Martins da Cruz, rechazó ayer que exista en este momento un conflicto
abierto entre su país y España sobre la soberanía de Olivenza, desmintiendo
así el informe de la CIA" '. Estas deturpações são tanto mais graves quanto
os jornais da Extremadura espanhola conhecem perfeitamente a sentença
judicial do Tribunal Cível de Lisboa de 2001 sobre a Ponte da Ajuda, sabem
das declarações que o MNE português fez por essa altura ao Ministério
Público e estão a par de toda a problemática da construção da ponte
rodoviária Elvas-Olivença e da reconstrução da Ponte da Ajuda, cujas obras
neste momento se encontram bloqueadas e que geraram um grave incidente
entre os dois países há poucos meses exactamente em resultado do litígio de
Olivença persistir.
A Coordenação
06/09/2003
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Diário de Notícias
5/09/2003
Olivença fora da agenda ibérica
JOÃO FIGUEIRA
A ideia era discutir a política externa, segurança e defesa na Europa. Para
isso se prepararam os conferencistas, que, após as respectivas
intervenções, esperavam que o desafio lançado à sala pelo embaixador José
Cutileiro, moderador da sessão, fosse inteiramente respeitado. Não foi. Um
empresário da Maceira foi o primeiro a sair do tema. Um técnico de contas
seguiu-se-lhe. Por fim, alguém questionou Martins da Cruz sobre a questão
de Olivença. O ministro respondeu que, sendo uma questão com tantos anos,
«não queira que eu a resolva esta noite». E que o assunto não está na
agenda dos governos ibéricos.
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Martins da Cruz Afirma Que a Questão de Olivença "Está
Congelada"
Por PATRÍCIA SILVA DIAS COM LUSA
Sexta-feira, 05 de Setembro de 2003; Publico;
http://jornal.publico.pt/2003/09/05/Nacional/P02.html
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Martins da Cruz, rejeitou quarta-feira
a reabertura do processo de Olivença. É a resposta do Governo aos defensores
da causa, depois de a CIA ter considerado o processo como um litígio
internacional equiparado aos casos de Caxemira e do Kosovo.
Segundo Martins da Cruz "o problema de Olivença está congelado desde o
Tratado de Viena de 1815", o qual não foi aceite por Espanha, que recusou
conceder o território a Portugal. O ministro advertiu ainda para a
possibilidade de este processo desestabilizar as relações de Portugal com um
dos seus maiores parceiros económicos. "Temos de ter cautelas com as causas
que temos", aconselhou. No entanto, o ministro admitiu a possibilidade de
solucionar o diferendo entre os dois países num outro momento mais
conveniente. "Temos um problema mas temos de o resolver", assumiu.
Em resposta às acusações de excessiva dependência face a Espanha, Martins da
Cruz optou por referir que o mercado ibérico ainda pode crescer muito e que
o défice nas relações comerciais não é tão prejudicial para Portugal, como
acontece em outros países vizinhos na Europa.
Relatório da CIA
Pela primeira vez, a questão de Olivença foi internacionalmente considerada
uma disputa territorial entre dois países. No início do mês, a CIA incluía
Olivença na secção sobre disputas internacionais, lado a lado com os casos
de Caxemira, o Kosovo e Gibraltar. Quer no relatório sobre Portugal quer no
relatório sobre Espanha, a CIA considera Olivença um território, há dois
séculos, "ocupado por Espanha à margem dos tratados internacionais".
A divulgação do relatório foi um fio de esperança para os defensores da
restauração de Olivença enquanto território português. Numa nota à
comunicação social, o Fórum Olivença considerou que "tal facto constitui um
notável reconhecimento oficial e internacional de um litígio territorial
(...) que o Mundo não pode ignorar e que os dois países não podem mais
esconder". No comunicado a associação lamentou ainda que a actuação do
Estado português se tenha limitado "a manter uma envergonhada e silenciosa
posição".
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O Primeiro de Janeiro
Sexta-feira, 05 de Setembro de 2003
União Europeia deve reforçar segurança
O ministro dos Negócios Estrangeiros português defendeu o reforço das
relações da União Europeia e os países vizinhos do Sul como medida
essencial da Política Externa, Segurança e Defesa dos Quinze.
Presente num debate organizado pelo PSD, Martins da Cruz defendeu que a UE
deve "criar um anel de interesses com países que partilhem tudo menos as
instituições" como sucede com as democracias do Norte de África e os países
de Leste.
"Se isto não acontecer, significa que os terroristas têm razão porque o que
eles querem é mostrar que existem fracturas entre civilizações e culturas",
considerou Martins da Cruz, que adiantou estar a falar na qualidade de
embaixador de carreira e não de membro do Governo.
Noutro passo, o ministro rejeitou qualquer reabertura do processo sobre a
posse de Olivença, considerando que esta matéria "não está na agenda
política com Espanha".
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Aviso: Este artigo espanhol contem muitas Mentiras e Deturpações
El Periódico Extremadura
05/09/2003
INFORME DE LOS SERVICIOS SECRETOS DE EEUU SOBRE LITIGIOS INTERNACIONALES
Portugal desmiente a la CIA y niega que haya un conflicto por Olivenza
El ministro luso de Exteriores dice que el asunto está congelado "y no
debe abrirse"
Martins da Cruz descarta emprender cualquier iniciativa diplomática
J. C. Z. MERIDA 05/09/2003
Imagen de la ciudad extremeña de Olivenza.EL PERIODICO
El ministro de Asuntos Exteriores de Portugal, Antonio Martins da Cruz,
rechazó ayer que exista en este momento un conflicto abierto entre su país
y España sobre la soberanía de Olivenza, desmintiendo así el informe de la
CIA adelantado el miércoles por EL PERIODICO EXTREMADURA, en el que se
situaba en la ciudad extremeña uno de los focos de litigio territorial del
mundo.
En un debate organizado por el PSD, y recogido por el diario luso O Publico
en su edición electrónica, Martins da Cruz descartó cualquier posibilidad
de que se reabra ahora el contencioso de Olivenza, y aseguró que ese tema
"no está en la agenda política con España".
El ministro portugués, que señaló que la cuestión "está congelada y no debe
reabrirse", aseguró que no se van a emprender iniciativas diplomáticas
sobre Olivenza, y agregó que "tenemos que ser cautelosos con ciertos
asuntos" que podrían poner en peligro las relaciones con uno de los mejores
socios económicos de Portugal.
Para el dirigente luso, "el problema de Olivenza está congelado desde el
Tratado de Viena de 1815", rechazado por España que se negó a ceder el
territorio a Portugal, aunque no descartó que la cuestión pueda resolverse
"en otro momento".
La reivindicación portuguesa sobre la ciudad extremeña ha vuelto al primer
plano después de que los servicios secretos de Estados Unidos recogiesen
por primera vez en su último informe anual la supuesta existencia de un
conflicto luso-español a cuenta de Olivenza.
Esta sorprendente iniciativa, que desde el lado extremeño se ha tomado con
humor y como constatación del absoluto desconocimiento por parte de la CIA
de lo que ocurre fuera de las fronteras norteamericanas, ha dado alas de
nuevo a los grupos minoritarios portugueses que intentan mantener viva la
reivindicación de Olivenza como cuestión de honor nacional .
Estos mismos grupos fueron los que provocaron en su día la suspensión
temporal del acuerdo entre los dos países para el restablecimiento de las
comunicaciones entre la ciudad extremeña y Portugal a través de Puente
Ajuda, y que contemplaba la construcción por parte del Gobierno luso de un
puente para el tráfico que salvase el Guadiana (ya terminada), y por parte
española la reconstrucción del paso histórico, ahora en obras.
http://www.olivenca.online.pt/
(Todos os espanhóis interessados em conhecer a verdade devem comparar o artigo
do Público com as mentiras e deturpações do "El Periódico" - Rui da Silva)`
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CORREIO DA MANHÃ
2003-09-04 00:00:00
Polémica - Serviços Secretos dos EUA são ignorantes
DISPUTA DE OLIVENÇA NA CIA REVOLTA ESPANHÓIS
A imprensa espanhola reagiu ontem à inclusão da CIA do conflito entre
Portugal e Espanha sobre a soberania de Olivença na lista de disputas
internacionais com um misto de espanto e revolta. E até o director do
Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças da Junta de Extremadura (GITJE),
Ignacio Sánchez Amor, acusou a CIA de "voltar a demonstrar que não entende
nada do que se passa para além das fronteiras dos Estados Unidos".
Os responsáveis espanhóis chegaram a pensar que se tratava de uma piada
O diário regional 'El Periódico Extremadura', sedeado em Cáceres, noticiou
ontem a "surpreendente informação dos serviços secretos norte-americanos",
considerando que "a CIA situa em Olivença um novo e inexistente conflito
internacional". Alegando "desconhecimento absoluto", o jornal cita
Sánchez
Amor, que afirmou que chegou a "duvidar se não se tratava de uma piada" o
facto da CIA ter incluído a disputa de Olivença no Livro de Factos do
Mundo, nas disputas internacionais.
O responsável do GITJE explicou ainda ao diário regional que a 'suposta'
disputa por Olivença "não está nas agendas nem do Governo espanhol nem do
português", referindo que "até onde sei, não existe nenhum conflito
territorial aberto entre Portugal e Espanha e a nossa vontade é seguir com
a cooperação que mantemos com o país vizinho sem inventar litígios que não
se ajustam à realidade". Já o alcaide de Olivença, Ramón Rocha, assinalou,
em tom irónico que "não vi nenhum terrorista por aqui", questionando se
os
serviços secretos norte-americanos "não têm nada mais importante para
acrescentar na sua informação deste ano que uma imaginária disputa pela
cidade oliventina".
O jornal refere ainda que "o tema teve um amplo reflexo na imprensa de
Portugal, e jornais como o Correio da Manhã qualificam de 'vergonha
nacional' que a CIA reivindique uma questão que o Governo luso não menciona".
'NOTÁVEL RECONHECIMENTO'
O Fórum Olivença difundiu ontem uma nota à comunicação social em que se
"congratula" pelo "notável reconhecimento oficial e internacional de
um
litígio territorial existente entre Portugal e Espanha, que o Mundo não
pode ignorar e que os dois países não podem mais esconder".
Assinado pelo porta-voz do Fórum Olivença, Mário Rodrigues, a nota lamenta
que "a alteração do relatório da CIA deveu-se mais aos esforços que
cidadãos portugueses e associações nacionais têm feito da defesa da
integridade territorial de Portugal, do que à actuação diplomática do
Estado português que se tem limitado a manter uma envergonhada e silenciosa
posição de não reconhecimento da soberania espanhola sobre Olivença".
Refira-se que ainda ontem o editorial do 'El Periódico Extremadura' versava
sobre os "despropósitos da CIA sobre Olivença", um conflito que "as
diplomacias espanhola e portuguesa se encarregaram de enterrar em Junho de
1801 através de um tratado".
Edgar Nascimento
Informação OlivençaNet (203)
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O Primeiro de Janeiro
04/09/2003
Olivença congratula-se com relatório da CIA
O "Grupo de Amigos de Olivença" congratulou-se ontem com a referência à
questão de Olivença no relatório anual da CIA, uma atitude que considera
contrastar com o silêncio do Estado português nesta matéria. No seu
relatório anual sobre Portugal, e na secção referente a disputas
internacionais, a CIA refere a existência do diferendo entre Portugal e
Espanha sobre Olivença.
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03/09/2003
Nota à Comunicação Social
CIA reconhece Diferendo de Olivença
O Forum Olivença congratula-se com o facto de a CIA, no "The World
Factbook", na secção sobre disputas internacionais, ter incluído pela
primeira a Questão de Olivença, tanto no relatório sobre Portugal como no
relatório sobre Espanha.
Tal facto constitui um notável reconhecimento oficial e internacional de um
litígio territorial existente entre Portugal e Espanha, que o Mundo não
pode ignorar e que os dois países não podem mais esconder.
Lamentavelmente, a alteração do relatório da CIA deveu-se mais aos esforços
que cidadãos portugueses e associações nacionais têm feito da defesa da
Integridade Territorial de Portugal, do que à actuação diplomática do
Estado português que se tem limitado a manter uma envergonhada e silenciosa
posição de não reconhecimento da soberania espanhola sobre Olivença.
Nenhum português deixará de estranhar que, enquanto uma instituição oficial
dos Estados Unidos da América se refere publicamente ao litígio de
Olivença, os organismos oficiais portugueses mantêm sobre este conflito uma
quase total ocultação. É intolerável que enquanto o Ministério dos Assuntos
Exteriores de Espanha tem, com grande destaque, uma extensa secção sobre
Gibraltar na sua página oficial na Internet, a página do Ministério dos
Negócios Estrangeiros português se limite a uma referência puramente
histórica, acidental e quase imperceptível numa mera cronologia sobre as
nossas relações internacionais.
O mínimo que todos os Portugueses esperam é que, finalmente, haja a
dignidade e a coragem da parte do Governo português para colocar Olivença
na agenda diplomática como uma das grandes prioridades nacionais.
A Coordenação
Dr. Mário Rodrigues
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EL PERIODICO EXTREMADURA
03/09/2003
SORPRENDENTE INFORME DE LOS SERVICIOS SECRETOS NORTEAMERICANOS
La CIA sitúa en Olivenza un nuevo e inexistente conflicto internacional
Para la ´inteligencia´ de EEUU, la ciudad oliventina está al nivel de
litigios como Cachemira o Gaza
Desde la Junta se interpreta el error como una demostración más de
desconocimiento
JUAN C. ZAMBRANO MERIDA 03/09/2003
Olivenza, municipio extremeño centro de las reivindicaciones portuguesas.EL
PERIODICO
La CIA (Central Intelligence Agency) ha vuelto a sorprender, incluyendo en
su último informe anual --el denominado The World Factbook (libro de los
hechos del mundo)-- a Olivenza como zona de conflicto internacional,
basándose en una inexistente reclamación oficial lusa sobre la ciudad
extremeña.
En los informes de ejercicios anteriores, donde se recogen todos los
litigios abiertos en el mundo, en lo referido a España constaban como
disputas territoriales los casos de Gibraltar, Ceuta, Melilla, el Peñón de
Vélez de la Gomera y las islas de Alhucemas y las Chafarinas, así como los
recursos petrolíferos de la plataforma continental marítima entre Canarias
y Marruecos. En cuanto a Portugal, se aseguraba que no mantenía ningún
conflicto.
Sin embargo, en el aparecido hace unos pocos días, y sin que haya mediado
reclamación del Gobierno luso, los servicios secretos norteamericanos
aseguran que "Portugal realiza periódicamente reclamaciones sobre los
territorios de la ciudad española de Olivenza".
Esta afirmación se añade, por primera vez, tanto a la referencia que se
hace sobre España como a la que se realiza sobre el vecino luso.
DESCONOCIMIENTO ABSOLUTO
La inclusión del imaginario conflicto en la lista lo coloca, según la CIA,
al nivel de disputas como las de India y Pakistán por la región de
Cachemira, o la de israelíes y palestinos a cuenta de la franja de Gaza.
La iniciativa de la ´inteligencia´ estadounidense ha provocado reacciones
de estupor, cuando no de risa, en Extremadura. Así, el director del
Gabinete de Iniciativas Transfronterizas de la Junta, Ignacio Sánchez Amor,
que afirmó que desconocía este asunto y llegó a dudar de que no se tratase
de una broma, aseguró que la CIA "vuelve a demostrar que no entiende nada
de lo que pasa más allá de las fronteras de Estados Unidos".
Sánchez Amor explicó que una supuesta disputa por Olivenza "no está en las
agendas ni del Gobierno español ni del portugués". Por ello, agregó que
"hasta donde yo sé, no existe ningún conflicto territorial abierto entre
España y Portugal, y nuestra voluntad es seguir con la cooperación que
mantenemos con el país vecino sin inventar litigios que no se ajustan a la
realidad".
Por su parte, Ramón Rocha, alcalde de la ciudad conflictiva , aseguró que
"me he tomado este tema a broma", y añadió que "lo más llamativo es que la
CIA, con lo que hay por ahí a cuenta del 11 de septiembre, se dedique a
enredar en Olivenza".
Rocha, que señaló en tono irónico que "todavía no he visto ningún
terrorista por aquí", se preguntó si los servicios secretos
norteamericanos, "con lo de Iraq y lo que está pasando en Africa" no tienen
otra cosa más importante para añadir en su informe de este año que una
imaginaria disputa por la ciudad oliventina".
El tema ha tenido un amplio reflejo en la prensa de Portugal, y periódicos
como Correio da manha califican de "vergüenza nacional" que la CIA
reivindique una cuestión que el Gobierno luso no menciona.
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03/09/2003
Bloco de Esquerda recebeu GAO
No prosseguimento das diligências que vem
desenvolvendo junto dos Órgãos de Soberania, em que se destacam as
audiências com o Senhor Presidente da Assembleia da República e com os
Grupos Parlamentares do PSD, do PS, do CDS-PP e do PCP, o Grupo dos Amigos
de Olivença foi hoje recebida pelo Bloco de Esquerda.
A Delegação do GAO teve oportunidade de
transmitir aos parlamentares do Bloco de Esquerda o seu entendimento sobre a
Questão de Olivença, sublinhando a sua pertinência e actualidade bem como a
conveniência de o assunto ser apreciado pela Assembleia da República,
dando-se natural seguimento à Petição anteriormente entregue, com cerca de
8.000 assinaturas, e ao Parecer que sobre a mesma foi já proferido pela
Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
Lisboa, 03-09-2003.
A Direcção
Rua Portas de S. Antão, 58 (Casa do Alentejo) - 1150-268 Lisboa. - Tlm. 96
743 17 69 - Fax. 21 259 05 77 -
www.olivenca.org -
olivenca@olivenca.org
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http://www.dn.sapo.pt/noticia/noticia.asp?CodNoticia=118181&codEdicao=805&C
Diário de Notícias
01/09/2003
CIA reconhece diferendo de Olivença
Carlos Albino
Pela primeira vez no relatório anual sobre disputas internacionais, a CIA
passou a incluir o contencioso de Olivença, território em que Portugal e
Espanha continuam por delimitar os respectivos limites fronteiriços. Desde
o início de Agosto que a CIA faz referência expressa a periódicas
reclamações portuguesas sobre aquele território, há dois séculos ocupado
pela Espanha à margem do direito dos tratados.
A disputa de Olivença é referida pela agência norte-americana, em separado
e nos mesmos termos, tanto no índice de conflitos de Portugal como no de
Espanha. Até agora, Portugal era dado como um país sem qualquer contencioso
de carácter internacional, a contrastar com a apreciável lista de
diferendos protagonizados por Espanha.
A listagem da CIA é usada como suporte de trabalho tanto pelos media como
pelas chancelarias e, no que respeita aos EUA, não poupa referências a
contenciosos territoriais com o Canadá, às reivindicações do Haiti sobre a
ilha Navassa e das ilhas Marshall sobre a Wake, entre outros.
http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/po.html#Issues
http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/sp.html
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Grupo dos Amigos de Olivença
Comunicado de Imprensa
A Questão de Olivença na Assembleia da República
Bloco de Esquerda recebe o GAO
No prosseguimento das diligências que o Grupo dos Amigos de
Olivença vem desenvolvendo junto dos Órgãos de Soberania, uma delegação
desta Associação será recebida pelo Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda
no próximo dia 3 de Setembro, quarta-feira, às 12:00 horas, na Assembleia da
República.
Convida-se a Comunicação Social a acompanhar e noticiar este
evento.
Lisboa, 01-09-2003.
A Direcção
Rua Portas de S. Antão, 58 (Casa do Alentejo) - 1150-268 Lisboa. - Tlm.
96 743 17 69 - www.olivenca.org -
olivenca@olivenca.org
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Podem comentar a notícia em:
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=54812&idselect=90&idCanal=90&p=94
CORREIO DA MANHÃ
2003-09-02 00:00:00
Diferendo: CIA reconhece luta por Olivença
VERGONHA NACIONAL
A CIA reconhece que o diferendo entre Portugal e Espanha sobre Olivença é
uma disputa internacional, a par do que acontece, por exemplo, com as
disputas entre Espanha e o Reino Unido sobre Gibraltar ou entre os vizinhos
ibéricos e Marrocos sobre os territórios de Ceuta e Melilla. A CIA acaba
por colocar a disputa por Olivença ao mesmo nível de outras disputas
internacionais, como são os casos de Caxemira (Índia e Paquistão) ou do
Kosovo.
O reconhecimento da cia da disputa por Olivença é uma forma de constrangir
os políticos portugueses.
Pela primeira vez, os serviços secretos norte-americanos incluem no
relatório anual sobre disputas internacionais o diferendo pela posse
territorial de Olivença. No relatório, quer no índice de conflitos de
Portugal quer de Espanha, é referido que Portugal "reclama periodicamente
os territórios à volta da cidade de Olivença, Espanha", há dois séculos
ocupado por Espanha à margem dos tratados internacionais.
O facto de uma instituição reconhecida internacionalmente como a CIA frisar
a disputa territorial é "uma forma de constrangir e envergonhar os nossos
políticos, que não são patrióticos, ao contrário dos espanhóis", afirmou ao
CM Mário Rodrigues, porta-voz do grupo Fórum Olivença, que lamenta o facto
de "as questões relacionadas com o litígio acabarem apenas por aparecer na
Opinião Pública portuguesa através de artigos de opinião",
'PEDRA NO SAPATO'
Mário Rodrigues salienta o facto de a CIA, ao reconhecer oficialmente o
diferendo, "credibiliza, dá força e ânimo aos que defendem a causa", e
que
pode representar um "constrangimento psicológico e moral" para o
Ministério
dos Negócios Estrangeiros.
O porta-voz do Fórum Olivença lamenta o facto de o 'site' do Ministério
dos
Negócios Estrangeiros "não ter nenhuma referência a Olivença, excepto numa
vertente histórica". "Nenhuma página oficial portuguesa faz alusão a
isto",
explica, acrescentando que Olivença "é uma espécie de pedra no sapato, mas
que pelos vistos é uma pedra no sapato português quando devia ser ao
contrário". Os políticos portugueses "têm vergonha e pruridos em assumir
que Portugal tem soberania sobre Olivença".
Realçando que "é nosso papel criar um certo incómodo", Mário Rodrigues
adiantou que a organização que representa vai lutar ainda mais pela
restauração de Olivença enquanto território português. Na próxima
Assembleia Geral da ONU será enviado um 'dossier' aos representantes de
todos os países. Também os juízes do Tribunal Internacional de Justiça vão
receber um 'dossier' completo sobre o tema. "Quem pode apresentar
queixa no
Tribunal são os Estados e como o português não o fez nem faz vamos apelar
para toda a situação", refere.
Edgar Nascimento
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| Comentários |
Quarta-feira, 3 Setembro
- Mário Rodrigues
É triste que
haja sempre alguns cidadãos de bilhete de identidade português prontos a
defender a "amiga" Espanha, mas que não se dão ao trabalho de escrever uma só
linha quando se trata de defender Portugal. E há também sempre os bem
intencionados que se preocupam com o sentir dos oliventinos, quando deveriam
saber que são estrangeiros em território português a quem o Direito
Internacional não confere o direito a manifestar-se sobre a soberania de
territórios alheios...
- JS
Os EUA têm todo o
interesse em ter a lista dos pontos que podem servir de conflito entre países.
Porque é dos conflitos dos outros que a América vive! Quando houver interesse
nisso, os americanos poderão apoiar Portugal em armar-se até aos dentes e só
depois lidar com Espanha politicamente sobre o assunto, sendo os americanos
medianeiros, ficando Portugal endividado em moral política, a qual pode ser paga
com a submissão do controlo nacional aos americanos por tempo
indeterminado...
- Henrique Big Ibéria
A estratégia político-militar Portuguesa
deve assumir uma atitude céptica em relação à recente escalada para o armamento
sofisticado por parte de Espanha e a desproporcionada demonstração de força que
utilizou face a Marrocos. De facto, se um país não prevê entrar em guerra, para
quê armar-se até aos dentes, e de forma tão sofisticada?! Portugal deve
desconfiar de Espanha e das suas intenções! Seria útil aos portugueses lerem os
manuais de estratégia militar Espanhóis. Espanha sonha com a big Ibéria!
- João Bero, Lisboa
O Durão e o Ferro Rodrigues sempre que
espanhóis, ingleses e marroquinos discutiram entre si por causa de Gibraltar,
Ceuta e Melilla tinham a obrigação de lembrar e pôr em cima da mesa Olivença! E
não deixar que o assunto seja objecto de gozo! O assunto é tão ou mais sério que
os dos outros. Referendo só com os descendentes dos que lá habitavam no início
do Séc. XIX. Não se pergunta ao invasor se quer ser espanhol ou português!
- José Pedro Antiarrogante
Se Espanha sempre teve e terá uma
atitude arrogante perante Portugal e os Portugueses, eu só tenho a dizer que,
para sermos alguém, nunca precisámos dos Espanhóis. Aliás, isso ficou patente
com os incêndios: não ajudaram; qualquer ajuda deles foi paga a peso de ouro;
fartaram-se de atacar, em todas as TV'S, a desorganização portuguesa no combate
aos incêndios, em vez de nos ajudarem. Sempre vivemos bem sem eles. O melhor é
eles ficarem para lá. Não nos chateiem que se podem aleijar!Já começam a cheirar
mal!
Terça-feira, 2 Setembro
- João
Isto só demonstra a
"palulice" de todos os políticos.Espanha tem uma atitude arrogante face a nós
sempre teve e sempre terá.Para eles a existencia de PORTUGAL como nação, é como
uma pedra no sapato.O país do lado está morto para arranjar um conflito com
países limitrofes leia-se PORTUGAl ou Marrocos!Por isso cada ano investe cada
vez mais na defesa, adquirindo DESTRUCTORES aviões tanques submarinos etc..Aqui
em Portugal se se fala em investir nas forças Armadas cai o carmo e a
trindade.
- Viriato Passarinho
Não devemos só questionar os políticos mas
também o jornalismo que temos em Portugal, uma vez que tão poucas vezes se
lembram de falar na causa nacional e sempre tomam o partido dos mais fortes e de
que o que é de fora é que é bom.Um viva a Portugal com Olivença!!!
- BENTO BARROS JUNIOR
Estimado Senhor:Gostaria de conhecer mais
sobre essa questão. Onde posso consultar as orígens e razões dessa
disputa?Abraços,Bento Barros Júniorbbjunior@elogica.com.br
- Filipe Parte III
Não vale a pena declarar uma guerra a Espanha
por causa disto, mas poderia usar-se esta ocupação para desprestigiar a imagem
quer do governo espanhol, quer dos produtos espanhóis, quer das intenções dos
investidores espanhóis em Portugal. É isto o que todos os outros países europeus
fazem quando há um incidente diplomático. Os jornalistas do país lesado
aproveitam esse incidente para dizer o mais mal possível do outro país e
fortalecer a auto-estima nacional, atitude esta que se não houvesse uma desculpa
poderia ser considerada ofensiva.
- Filipe Parte II
Esta situação não origina nenhuma vergona
nacional, muito pelo contrário. Os espanhóis é que deviam ter vergona, porque
não cumprem os acordos internacionais que assinam. O problema de fundo é que os
portugueses são sempre demasiado simpáticos para com os estrangeiros e
desconfiam muito pouco das suas intenções, ao contrário dos restantes povos
europeus em que a própria palavra estrangeiro tem sempre uma conotação
negativa.
- Filipe Parte I
Há duzentos e dois anos, durante «Guerra das
Laranjas» (agressão que Espanha, sustentada militarmente pela França
napoleónica, levara por diante contra o nosso país), as tropas comandadas por
Manuel Godoy tomaram a Praça portuguesa. Terminada a Guerra Peninsular e os
conflitos europeus desencadeados por Napoleão, as Potências reunidas no
Congresso de Viena subscreram um Tratado que reconheceu totalmente os direitos
portugueses e determinou a retrocessão de Olivença a Portugal. Espanha, que
assinou o Tratado de Viena, jamais deu cumprimento à obrigação que assumiu. Até
hoje.
- Maria Antónia Kilster
Com o passar do tempo pode haver lugar ao
direito de aquisição (ver caso de usucapião). Mas o uso de má-fé, violência,
extorsão, ardil e esbulho nunca dão, nunca deram, lugar à legitimação do direito
de aquisição. Olivença nunca é nem foi Espanhola, por mais que se derturpe a
História, por mais preocupação que haja em não se mostrar agressivo para com o
ocupante à força. Mais vale ser rainha um dia que estar toda a vida em servidão.
Os que lá estão que os tire de lá quem os colocou lá!
- Paulo Aurélio de Castro
A realidade é esta: Tal e qual Galiza,
Olivença, pelos índices exteriores de desenvolvimento que patenteia, parece
estar votada ao abandono e desprezo de Madrid. Depois, pelo que se viu no caso
do chapapote, o futuro homem forte - Rajoy de Espanha, mentiu, sendo provável
que o faça noutras ocasiões. Os dirigentes Portugueses parecem ser cobardolas,
mas são menos mentirosos. Não enganam tanto o povo. Temos enormes certezas
daquilo que queremos. Olivença Portuguesa! Libertemo-nos de amizades que nos
constrangem!
- Afonso Guerra da Silva
A Estremadura Espanhola, onde se encontra
Olivença, é a Comunidade mais pobre, com mais índices de subdesenvolvimento de
Espanha. Historicamente, tem sido apenas um couto de caça para os restantes
Espanhóis. Não vejo grandes desníveis de desenvolvimento entre Elvas e Olivença.
Ao contrário, Elvas é mais desenvolvida e pujante economicamente que Olivença.
Portanto, não criem mitos, nem ideias erróneas, dêm-nos números, indicadores
fidedignos sobre essa tal poderosa Olivença Espanhola, por quem ninguém
troca...
- Rogélia Ferreira Salomé
Gibraltar é Espanhol. Inglaterra é mais
rica, desenvolvida e poderosa que Espanha. Inglaterra não larga mão de
Gibraltar. Será que os Espanhóis, pelo facto de serem inferiores aos Ingleses,
vão renunciar à luta por aquilo que é deles?! Se o fizessem, não estariam mais
do que a reconhecer que o direito que existe é o direito dos mais fortes. O
direito que existe não pode ser o dos mais fortes, caso contrário está
justificado o terrorismo. Tem de ser o direito Tratados. A nossa força está
aí!
- Alpoim da Costa Chegadinho
Isto começa a aquecer. Pergunto: Como
é que os Espanhóis podem invocar direitos Históricos sobre Ceuta e Melila,
dizendo que aquilo sempre foi deles? Basta ver o brasão da bandeira da Câmara
Muinicipal de Ceuta, que muitas viaturas trazem colado no exterior, para ver que
Ceuta foi Portuguesa. Esse brasão não é nem mais nem menos que o escudo da
bandeira Portuguesa. Vá a Olivença, veja os lugares, e depois diga-me se viram
alguma coisa culturalmente Espanhola.
- Rosa Maria da Silva Aimar
A questão não é, nunca pode ser, a de
perguntar o que pensam os que vivem lá. Porque antes dos que agora vivem lá e
seus ascendentes, viviam outros que foram escorraçados e esbulhados das suas
casas e bens. A esses, na altura, Espanha não lhes perguntou se queriam ser
Espanhóis ou continuar a ser Portugueses. Pura e simplesmente, escorraçou-os à
margem de qualquer Tratado e à força. Quem com ferro mata, com ferro morre.
Acaso os Gilbraltenhos querem ser Espanhóis?! Acaso Espanha abdica de
Gibraltar?!
- Luís Campos
A "Questão de Olivença" não é de hoje. Já sabíamos
todos mais ou menos que um dia este tema havia de ser discutido com a dignidade
que merece. Portugal merece mais, merece respeito. Ainda esperamos, nós,
portugueses os bens artísticos que espanhóis, ingleses e franceses levaram para
seus palácios e museus. Há pouco tempo roubaram as jóias reais na Holanda.
Esperemos que o Governo de Portugal, enfatizo de Portugal, ponha cobro a esta
vergonha de não termos de volta aquilo que é nosso.
- antonio silva
É muito, mas muito engraçado, vir uma potência
estrangeira, e logo os EUA, a deitar palpites sobre Olivença. Deviam começar
primeiro lá por casa e entregarem a Cuba a base de Guantanamo, que é um
autêntico roubo feito a uma Nação Soberana. E a Califórnia e o Novo México? E
onde param os verdadeiros americanos, que são os índios que lá viviam na terra
que era deles e que foram exterminados? Façam um referendo aos habitantes de
Olivença e logo vêem se eles querem viver num País como o nosso.
- João Manuel Ferreira Simões
Mais importante do que reconhecer os
direitos de Portugal sobre Olivença, é saber o que pensam os que ali vivem. Será
que trocariam pertencer a Espanha - um país bem mais importante, poderoso e
desenvolvidos do que Portugal - para se tornarem portugueses? Duvido de que o
fizessem. Este é o aspecto mais importante da questão, de pouco interessando o
facto de a disputa luso-espanhola figurar agora nos relatórios da CIA.
- Andreia Pedro
Eis senão quando aparecem aqueles seres espaciais
dos serviços secretos americanos (sim, porque aquilo lá é outro planeta) para
nos informarem que somos importantes! Quer dizer, a luta por Olivença é legítima
e é justificável voltar a agarrar na espada e na bandeira e combater os infiéis
que nos roubaram o território. Agora percebo a razão do apoio do Durão ao Exmo
Presidente americano... é visão do futuro! Em busca da Olivença perdida...
Lisboa
Terça-feira, 2 Setembro
- Isabel Gonçalves Faria
Caramba, tivemos uma guerra colonial em África e na Índia para defender o
que não era nosso durante 14-15 anos. Ganhámos experiência em teatros de guerra
e com adversários muito mais bem armados que nós. Em todas as famílias
Portuguesas há um ex-combatente com experiência em guerra. Porque é que têm medo
de defender o que é nosso?! Não é fazer guerra a Espanha, porque não queremos
roubar nada a Espanha. É defendermos o que é nosso e fazermo-nos respeitar
perante os demais e a nossa Pátria!
- Ernesto Jolimar Nunes
É triste ser a CIA a colocar Olivença onde
deve estar, no mapa de conflitos Internacionais, já que os cobardolas, meninos
de escola dos dirigentes Portugueses, que nunca pegaram numa arma no último
século têm medo dos espanhóis.
- José Teixeira Subserviente
E o mais ridículo de tudo isto é que
os dirigentes Portugueses nem querem ir aos Tribunais competentes para dirimir
este conflito, ostentando, assim, um acto de escabrosa cobardia. Para os actuais
e recentes dirigentes, a Pátria resume-se a um mero lugar onde se plantam
batatas e onde eles dormem. Como é que estes senhores podem fazer-se respeitar
perante os Espanhóis, se praticam uma política de abandono e abdicação daquilo
que há de sagrado na Pátria?! Vejam lá o caso da Ilha de Perijil, o que fez
Aznar!
http://www.olivenca.online.pt/
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2 de Setembro de 2003
Distribuídos prospectos em 4 línguas
O Forum Olivença realizou, hoje, dia 2 de Setembro, uma acção de divulgação
no 47.º Congresso da União Internacional de Advogados, que decorreu no
Centro Cultural de Belém.
Foram distribuídos cerca de 600 prospectos, em 4 línguas, pelos
participantes (cerca de 1000 de quase todos os países do mundo).
Infelizmente não podemos prosseguir a acção amanhã, por impossibilidades de
ordem pessoal.
Mas teria interesse que outras associações ou cidadãos aproveitassem o
evento. O panfletos existem na página do Forum:
http://www.olivenca-net.com/forum/propagar.htm
Basta imprimi-los e fotocopiá-los.
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http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=53051&idCanal=93
2003-08-26 00:00:00
Opinião
DE TIMOR A OLIVENÇA - Ler este artigo em: Latest News/Última Página
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