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"Crer e Querer para Vencer"

Olivença - Portugal Livre

Movimento Patriótico

www.portugal-livre.00freehost.com

OLIVENÇA e JUROMENHA: 750 Km2 do Alentejo, Portugal, estão iligítimamente e ilegalmente ocupados e colonizados pelos espanhóis desde 1801.  Com Az(n)ar ou sem ele, ainda a Espanha insiste por uma estratégia universal de apoderar-se e desmembrar, como tentou fazer em 1807 pelo  Tratado (hispano-francês) de Fontainbleu,  todo o nosso país. 

O imperialismo castelhano de Madrid ainda está bem vivo em 2005, contradizendo a Constituição Europeia!

Notícias de Olivença Agosto 2005

24 HORAS
28/08/2005
Pág. 11



FAIXA QUE RECLAMA A SOBERANIA PASSOU SOBRE AS PRAIAS DO ALGARVE


"Olivença é Portugal"


Os turistas a banhos no Algarve foram, ontem de manhã, surpreendidos com um avião que puxava uma faixa onde se lia "Olivença é Portugal", seguido doendereço da Internet, olivenca.online.pt. O endereço corresponde à página
do Fórum Olivença que promoveu a iniciativa. O avião sobrevoou os areais entre Lagos e Faro.
 

Segundo a organização, esta foi a forma encontrada para tornar a questão conhecida a nível internacional. "Por ser Verão, uma das épocas em que está mais gente nas praias, fizemos esta acção para que tivesse mais impacto junto da população", explicou ao 24horas Mário Rodrigues, do Fórum Olivença. "Toda a gente conhece a situação de Gibraltar, mas existe um grande desconhecimento em relação a Olivença"; completou.

O Fórum Olivença, como outras associações do género, reclamam que a localidade, situada na fronteira entre Portugal e Espanha, pertence a Portugal. "O próprio Estado não reconhece a soberania espanhola", defende Mário Rodrigues.

JOÃO MIRA GODINHO
 

*

"A questão de Olivença à altura que merece..."

Olivença pelos Ares

Durante o dia 27 de Agosto, o Forum Olivença levou a efeito, ao longo do litoral português, uma campanha de publicidade aérea intitulada "Olivença
pelos Ares".

Os meios aéreos empenhados na acção transportaram uma faixa contendo a expressão "OLIVENÇA É PORTUGAL", acompanhada do endereço da página da
internet da organização: OLIVENCA.ONLINE.PT

Com a iniciativa, pretendeu-se chamar a atenção dos portugueses para a ilegal ocupação de uma parte do território português por parte da Espanha e alertar a consciência dos nossos cidadãos para ajudarem a classe dirigente portuguesa a ter a firme determinação em colocar a Questão de Olivença na Agenda Diplomática Portuguesa.

Pela extensa adesão popular, o Forum Olivença considera que a acção teve um sucesso muito superior ao que seria expectável, prova do patriotismo do Povo Português.

A Coordenação

27/08/2005

www.forum-olivenca.web.pt


*

    26 de Agosto de 2005
    
Questão de Honra e Orgulho Nacional


A Política Externa de Portugal/ Olivença na agenda politica

Hoje o jornal "Le Monde" dedica um espaço aos fogos em Portugal. Duas coisas ressaltam: O facto de ser considerada , internacionalmente, a região Centro/Norte de Portugal como das mais POBRES da Europa; Que a área ardida é, segundo a Comissão Europeia, de mais de 221.000 Hectares, muito mais que os 180.000 que o Governo indicou.

1 - A responsabilidade de Mário Soares na miséria que é Portugal de 2005.

Se a região Centro/Norte de Portugal é das mais pobres da Europa, então temos de convir que à excepção da Zona de Lisboa e Vale do Tejo o país é o mais pobre da Europa.

Arrepiante, aterrador!

Um dos grandes responsáveis por esta situação é Mário Soares. Não vale a pena escamotearmos a realidade. Mário Soares em 1977/78 dizia : "A Europa Está Connosco". Era verdade. Mas Mário Soares e seus companheiros de rota não estiveram com a Europa.
Tornaram Portugal um país mais periférico e pobre. Quando tinham tudo , todos os apoios para tornar Portugal ium paraíso desenvolvido, com padrões de vida elevadissimos. Só a incompetência, a irresponsabilidade, a corrupção, ocompadrio, o tráfico de influências , a total incapacidade de Mário Soares determinaram que Portugal não tenha dado o salto como deram a Irlanda, a Grécia, a Espanha.

Mário Soares foi um político situacionista. Os portugueses só a partir de 1993 tiveram um combate efectivo aos bairros de lata. Os políticos europeus, aqueles que apoiaram Màrio Soares e viabilizaram a adesão à então CEE, antes mesmo de aterravam em Lisboa viam :O aglomerado de bairros de lata e de miséria humana que representavam os bairros da Musgueira/Galinheiras/Quinta Grande/Prior Velho/Bairro Chinês/Pedreira dos
Hungaros/Altos Barronhos/Santa Catarina, que se viam do ar!!!

Mário Soares e a mulher, a Drª Maria Barroso, viviam na Lua. É histórico o facto de que enquanto morriam pessoas de fome na zona de Setúbal, Maria Barroso dizer que não havia fome em Portugal! O que mereceu a célebre resposta de D. Manuel Martins, Bispo de Setúbal , quando retorquiu, indignado, que não havia fome na casa dela, leia-se de Mário Soares e Maria Barroso.

É o mesmo Mário Soares que agora quer ser o D. Quixote do P.S. ,
regressando do passado para projectar no futuro a mesma coisa.
Mário Soares é um dos grandes responsáveis pela estagnação económica, pelo sempre presente recurso à emigração que se tornou fado dos portugueses.

Mário Soares em nada contribuiu para o 25 de Abril de 1974. Nada mesmo. Foi a guerra colonial que determinou a deposição de Caetano e Américo Tomaz.

2 - Olivença terra Portuguesa

Mário Soares e Jorge Sampaio nunca lutaram para que a "Questão de Olivença" fizesse parte da agenda política. Quer um quer outro agiram, omissivamente, por medo de afrontar Espanha. Mas a "Questão de Olivença" é uma questão nacional. Não podemos continuar a fingir que a "Questão de Olivença" não existe. Olivença foi separada do território nacional por um acto bélico, pela
invasão de 1801 e ainda hoje permanece sob domínio espanho.Ilicitamente.

O Presidente da República Portuguesa nunca pooderá ser respeitado em Espanha se não houver a coragem de durante o seu mandato Portugal pressionar Espanha para discutir esta questão. São os superiores interesses nacionais, a nossa honra enquanto Povo, o
nosso orgulho enquanto Estado ,que está em causa.

Zapatero logo que eleito exigiu ao Reino Unido a devolução de Gibraltar, conquistado no século XVIII a Espanha.
Espanha a cada momento coloniza-nos, ofende o nosso orgulho enquanto Povo, toma conta de Portugal e impede o nosso desenvolvimento .Isso permanecerá
eternamente enquanto Portugal se acobardar na defesa dos interesses nacionais.

Reivindicar Olivença e seu termo é um imperativo nacional. Decorre do Direito Internacional que está do lado de Portugal e exige-o a Constituição Portuguesa. Todos os que conhecem a questão e problemática de Olivença sabem que hoje não se resolve pela via das armas, mas pela via do diálogo diplomático, da força dos argumentos e do direito internacional.

O que não podemos admitir é que o próprio Presidente da República e o Primeiro Ministro, seja de que partido for , e seja a personalidade que for, actuem envergonhadamente, fingindo que não sabem o que se passa . E menos podemos tolerar que mandem a GNR atacar manifestantes - como mandaram
- quando o Rei de Espanha foi visitar a Barragem de Alqueva. A cobardia política é tão grave como a irresponsabilidade política.

Vamos lutar por Portugal, pelo nosso orgulho e honra enquanto Povo e enquanto Estado Soberano, dos mais antigos da Europa, com valores. Exijamos novos políticos, nova praxis política, ética e verticalidade.

http://josemariamartins.blogspot.com/
Advogado José Maria Martins 

*

Jornal "DIABO", 23-Agosto-2005

Sócrates, "espanhol"?
 

No dia seguinte às eleições de 20 de Fevereiro passado, o diário de Montreal, "La Presse", noticiava a vitória de Sócrates, designado-o como «le chef du Parti socialiste espagnol»...
Não sendo raro no estrangeiro pensarem ser Portugal uma prov íncia espanhola, o mais óbvio seria tomarmos por um mero lapso a afirmação do jornal canadiano.
Mas, volvidos apenas quatro meses sobre o início da socrática (des)governação, estamos mais habilitados a concluir que em lugar de um ignaro equívoco se tratou de uma premonição ou de uma esclarecida previsão feita por um jornalista estrangeiro que estando distanciado da poeirenta política portuguesa com mais clareza perscrutou a realidade futura.
De resto, considerando muitos antecedentes, inspirados nos tempos do pantanal gueterriano, não era particularmente difícil perspectivar o mais próximo porvir. Pois, não fôra Sócrates a Madrid, em gesto de prenunciante vassalagem preitear homenagem ao Presidente do Governo espanhol, José Luís Zapatero, antes do acto eleitoral, em público cerimonial iniciático de adestramento ao cargo a que se candidatava? Era bem de ver o que se prognosticava, sem carecermos de imaginar caluniosamente outros apoios que não os estritamente morais..., nem fantasiarmos nada mais do que um singelo tutelar arrimo de um irmão mais autorizado ao necessitoso e submisso confrade...
Depois foi o que se viu..., foi o que era de esperar... Não nos ensina o nosso sábio povo que quanto mais nos baixamos mais se nos vê o... que... suposto era estar bem coberto, mormente nos homens de bem?...
Logo de início, para Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros escolheu um devotado militante do antiamericanismo primário e do europeísmo mais destilado: duas opções de vida e de política externa que bem somadas redundam na deletéria orientação de anulação internacional de Portugal com o seu corolário consequencial de integração na Grande Ibéria pela qual o biógrafo de Afonso Henriques parece nutrir uma desvelada afeição...
O panorama ficou ainda mais intimamente hispanófilo quando o novo Primeiro-Ministro decide empreender a sua primeira visita oficial ao estrangeiro exactamente a Espanha, agradecendo a Zapatero o fraternal apoio pré-eleitoral e retribuindo ao Governo espanhol ? que sem diplomáticas moderações festejou o presidencial derrube de Santana Lopes ?, com a tão grandiloquente quanto aleivosa proclamação estampada garrafalmente no "El Pa ís" de que as prioridades de Sócrates em vez de serem singelamente PORTUGAL seriam, nem mais nem menos..., "ESPANHA, ESPANHA, ESPANHA"...
Depois disto, o que se tem visto é uma ruinosa acção (des)governativa que vai afundando a ritmo apressado o nosso Pa ís, quando, aqui bem ao lado, a Espanha continua a crescer e a prosperar, deixando de ser um dos parentes pobres da Europa para se converter numa das suas mais prósperas potências.
Ao arrepio de tudo quanto falsamente prometera em campanha eleitoral, sobe estrondosamente o IVA e o ISP, agravando as condi ções da falta de competitividade económica das nossas empresas face às espanholas que paulatinamente vão dando as mortais estocadas nas congéneres portuguesas. Os resultados são evidentes: centenas de empresas portuguesas já se mudaram para Espanha por razões de vantagem fiscal e quase todo o Portugal interior passou a fazer compras em Espanha com prejuízo grav íssimo para os produtores e distribuidores nacionais.
Se toda a socrática política económica e financeira se começa a manifestar ruinosa, no específico sector energético a realidade atinge o mais despudorado escândalo. E por trás dele, está tão simplesmente alguém que o falecido Sousa Franco epitetava de "o homem dos espanhóis": o inenarrável Pina Moura, que nem sequer tem a menor preocupação em esconder "ao que anda"... No melhor estilo "mensaleiro", acumula as funções de deputado e de administrador da espanhola Iberdrola em Portugal, tudo como se ao menos no doínio da ética não existissem incompatibilidades. Vá lá que não sendo constitucionalmente possível, não é cumulativamente ministro. Mas a política governamental para o sector é exactamente a sua, o mesmo é dizer a da Iberdrola..., política que o Director de Estratégia e Desenvolvimento desta empresa, José Luis del Valle, elogiava ainda antes das eleições, quando em Madrid, em act
 o público... deu o seu apoio ao programa eleitoral do PS ao mesmo tempo que criticava a polí
tica do Governo do PSD que parece não ter sido tão favorável aos interesses espanhóis...
Perante tamanhas obscenidades, é quase irrelevante denunciar a placidez com que Sócrates transigiu com as autoridades espanholas quando estas deixaram de cumprir os convénios sobre os rios comuns... e parece insignificante que ele tenha autorizado os municípios espanhóis da Extremadura a abastecerem-se na albufeira do Alqueva ao mesmo tempo que os agricultores portugueses são severamente punidos se se atreverem a regar com as águas da barragem...
A falta de brio patriótico, a irreprimível tentação de colocar os interesses partidários acima dos assuntos de Estado e a incontrolável obsessão em manipular e mentir em lugar de governar, levaram-no, antes de partir para umas "merecidas" f érias após "tres árduos meses"... de trabalho, a consorciar-se com a espanhola Prisa para que, por via do PSOE, ele e os seus passem a controlar a Média Capital. Se não é tolerável ver um Primeiro-Ministro a patrocinar uma negociata privada, o que pensar e dizer quando, a troco de interesses sectários e grupais, se promove a venda a espanhóis de uma importante empresa portuguesa? E ainda vem aí nova fase de privatizações que os espanhóis gulosamente aguardam...
Depois de tudo isto, só nos faltam os ruinosos projectos da OTA e especialmente do TGV. Serão, juntamente com as SCUT's, a machadada final nas finanças públicas portuguesas das próximas décadas e o colapso final do País. Madrid sabe-o tão bem que se esmerou em conceber uma tão interminável quanto letal rede de linhas para cobrir todo o nosso minúsculo rectângulo. Também para Espanha o retorno financeiro do seu projecto é mais do que duvidoso. Mas vale bem o estrago que terá nas suas sólidas contas nacionais. Será um preço bastante aceitável pelo aniquilamento de Portugal e pela finalmente alcançada unidade da Grande Ibéria...
Agora que regressou, finalmente..., do seu safari africano em tempo de falências, desemprego e de muita miséria, talvez fosse chegada a hora de Sócrates repensar a sua curta mas já suficientemente desastrada e danosa (des)governação, redefinindo as prioridades: em vez de Espanha, Portugal; em lugar dos rapazes do seu partido, todos os Portugueses!...

Mário Rodrigues, ex-presidente do Grupo dos Amigos de Olivença
 

*

20 Aug 2005


     
A Fé de José Sócrates nas Espanhas, e a realidade da História

Na passada semana, o primeiro Ministro de Portugal, José Sócrates, visitou Madrid.

Antes da visita, concedeu a um jornal espanhol uma entrevista, na qual afirmou, que as prioridades da política externa portuguesa são, Espanha, Espanha e Espanha.

Alguns, parece que viram nesta afirmação, uma indicação de vontade de apoiar as empresas portuguesas a investir fortemente em Espanha, no sentido de transformar o país vizinho, no mais importante mercado de exportações português.

A intenção de José Sócrates, é louvável.

Afinal, a lógica simples, permite-nos olhar para o mapa da Europa, e verificar que no seu extremo sudoeste, existe uma península. Essa península, para um observador desatento, terá provavelmente características comuns, e será mesmo relativamente uniforme, sendo portanto normal, que as relações entre os seus habitantes sejam promovidas, e ganhem uma importância considerável.

No entanto, numa visão um pouco mais aprofundada, começam a aparecer razões, que nos levam a crer, que o futuro da economia portuguesa - se a queremos, forte vibrante e capaz de competir internacionalmente - não passa de forma alguma por Espanha.

Há varias ordens de razões, que nos permitem concluir que o caminho ?Espanha? é um caminho condenado ao fracasso, mas desses podemos referir dois, que, estão interligados.

O primeiro tem a ver com o facto de, durante a longa noite do Franquismo, em Espanha, - em que se destruíram consciências, vontades e vidas, sacrificadas no altar brutal de um ditador, sem escrúpulos ? ter tido lugar, a formação e criação de uma economia extremamente subsidiada e protegida. Protegida especialmente, e acima de tudo da concorrência estrangeira, de forma a garantir, durante os anos 60, depois do fim do isolamento internacional da Espanha, um crescimento económico considerável, que arrancou a Espanha da situação de miséria em que se encontrava desde a guerra civil.

Entretanto, Franco morreu, a Espanha, aderiu à União Europeia, mas as raízes do proteccionismo continuam, cimentadas por um forte nacionalismo de raiz castelhana, centrado na ideia da Espanha Imperial, tão do agrado de Franco e que, continua a ser do agrado dos principais políticos espanhóis, embora estes, tenham moderado o seu discurso, por razões de necessidade e modernidade, ainda que esta modernidade seja apenas aparente.

Portanto, a entrada de empresas portuguesas num mercado de muito maior dimensão que o português, mas, acima de tudo, protegido por regulamentos que são muitas vezes ilegais (mas que são mantidos por obra e graça da capacidade de negociação do governo de Madrid), está à partida condenada ao fracasso. Por outro lado, o proteccionismo Espanhol, é ocultado, pelo facto de o governo de Espanha, ter passado para os governos autónomos grande parte das decisões, sendo por isso necessário conhecer a situação em cada uma das autonomias espanholas para poder progredir nesse mercado.

Como exemplo, temos o recente escândalo de corrupção na Catalunha, onde se verificou que governo catalão, (Do partido regional, CiU - Convergência e União) exigia o pagamento de subornos ao partido que suportava o governo, para garantir contratos com a ?Generalitat?

No entanto, mesmo assim, José Sócrates insiste. E insiste porque, num mercado aberto como deve ser o da União Europeia, este tipo de negociatas, de cumprimentos por debaixo da mesa e sorrisos cúmplices, que são típicos em Espanha, também terá os dias contados.

José Sócrates é um Homem de Fé. Há que admiti-lo, e há que cumprimenta-lo por isso.

Onde falha o raciocínio de José Socrates ?

À medida, que o sistema, educativo do franquismo, se ía implantando em Espanha, foi sendo cimentada uma velha ideia, históricamente incorrecta mas absolutamente oportuna do ponto de vista daqueles que têm uma visão centralista da Espanha-Estado, que é a da Espanha dos reis católicos.

Segundo esta visão histórica, o Estado-Espanhol, tem fundações que se encontram, recuando até ao período das invasões dos Visigodos, tendo, essa unidade peninsular sido recomeçada com os malfadados reis católicos (Isabel de Castela e Fernando de Aragão).

Esta visão da História, tem como objectivo, tentar esconder, ou desviar das atenções aquilo que aconteceu entre 1702 e 1713, que ficou conhecido por guerra da sucessão espanhola, e que acabou, com aquilo a que se pode chamar o desmembramento total da Espanha dos Habsburgos, que era uma aglomeração de nações, numa espécie de confederação, onde as várias nações tinham em comum a partilha do mesmo rei, embora tivessem, leis, forais, impostos e moeda diferentes.

Só depois do colapso do domínio dos Habsburgos e da guerra da sucessão, se cria em 1715, a Espanha-Estado que hoje conhecemos.

A actual Espanha, (que é na prática o Estado Castelhano, criado em 1715, como Estado Unitário, à medida e à imagem de Castela - a maior de todas as nações da península ibérica) sempre viveu, ou conviveu, muito mal com esta ideia. Por isso, tenta afasta-la a sua génese, tanto quanto possível.

Portanto, na História fabricada, por Castela, aos reis católicos, coube-lhes desempenhar o papel de criadores da Espanha.

Essa criação, considera que esses reis, criaram a Unidade Peninsular, e, com os seus sucessores, os Austríacos da casa de Habsburgo, restauraram, a partir de 1580, com a adesão de Portugal à União Dinástica, a verdadeira monarquia Hispânica.

No entanto, toda esta construção fantasiosa, como todos sabemos, tem um problema:

Em 1640, perante o previsível desmoronamento da Coroa dos Habsburgos, e perante a sua mais que óbvia fraqueza, Portugal, separa-se dessa coroa.

Na realidade a separação, não teve nada de especialmente traumático, porque se tratou da saída de uma das várias nações de que era constituída a Coroa dos Habsburgos. A Confederação, perdia um dos seus membros, e era (e foi) apenas isso.

No entanto, este facto, é interpretado por Castela, como ?potência agregadora? do hipotético estado Hispânico, não como uma separação normal, mas sim como um empecilho aos seus projectos hegemónicos na península ibérica.

Para Castela, e posteriormente para a Espanha unitária, o facto de Portugal se separar em 1640, é apresentado aos espanhóis, como uma espécie de traição, efectuada por um povo que se separou de Espanha, em 1640, ignorando normalmente a data de 1143, que corresponde à data da criação do Estado Português. Junto com esta visão, quando tem que falar de Portugal, a historiografia espanhola, dá uma importância algo exagerada, ao papel da aliança entre Portugal e Inglaterra, tentando também justificar os seus fracassos, com a culpa dos outros.

Esta visão do Portugal traidor, perdurou por muito tempo, e, conforme o tempo foi passando, tendeu a ser substituída por outra visão, a visão do Portugal inexistente.

Poucos países do ocidente europeu, conhecem tão pouco da História de Portugal, quanto os espanhóis. Não que o tema ?Portugal? seja dos mais importantes para o estudo da História por essa Europa fora. Infelizmente não é.

O problema, é que em Espanha (especialmente durante o período Franquista), Portugal pura e simplesmente desaparece. A explicação oficiosa, para o que não estava nos livros, e perante alunos curiosos, com a óbvia falta de um rectângulo na geografia peninsular, era: ?Portugal era un territorio que no tenia importancia para nosotros?. Franco, não queria hostilizar Salazar, portanto o melhor caminho foi ignorar Portugal.

Chega o fim do século XX

Posteriormente, ocorreu um novo movimento na forma de Espanha encarar Portugal. Tal ocorre quando se torna óbvio que os dois países vão fazer parte da União Europeia, (chegam mesmo a entrar no mesmo dia), e começa a ser óbvio que não se pode continuar a contar o mesmo conto.

Desde aí, o ?castelhanismo? nacionalista, tem forçado nos livros, e na comunicação social, a imagem já não do Portugal traidor, ou inexistente, mas sim a imagem do Portugal pobre, terrivelmente atrasado, e com um nível de vida ao nível dos mais miseráveis países da América do Sul. É com esta imagem de Portugal, que Espanha, tenta sublimar os fantasmas do passado, para tentar responder aos fantasmas de carne e osso do presente, que se apresentam na forma de autonomias cada vez mais exigentes.

Espanha, ?vende? assim o Portugal, perdido, subdesenvolvido, país do terceiro mundo, que paga com o facto de ser o mais miserável de todos os países europeus, a factura de não ter querido ser Espanha.

A imagem do Portugal traidor, e do Portugal inexistente, é agora substituida, pelo Portugal que, não é Espanha, e que por isso, paga amargamente com a miséria de toda a população, o facto de não querer fazer parte da ?felicíssima família espanhola?.

Ora, toda esta propaganda - destinada ao consumo interno, porque a própria Espanha necessita desta imagem do Portugal, traidor ou miserável, para justificar a existência do Estado Espanhol - torna-se muito difícil apresentar produtos portugueses ao mercado espanhol, que os vai rejeitar, apenas por serem portugueses e apenas porque uma propaganda de séculos os rejeitou.

Com um pouco de exagero, quase que podemos perguntar, como vai uma empresa portuguesa, apresentar um produto no mercado espanhol, nomeadamente no campo das novas tecnologias, quando a maioria dos espanhóis, considera que os computadores são desconhecidos dos portugueses?

Há espanhóis que não entendem como é possível que alguns dos SEAT ou Volkswagen que andam nas estradas de Espanha, sejam de facto produtos portugueses.

Existe em Espanha um preconceito, sobre Portugal, criado pela História. Um preconceito, cujo desaparecimento entrará inevitavelmente em conflito com a própria e História (inventada mas História) do Estado Espanhol.

Vencer o preconceito, é possível. Nos dias de hoje nada é impossível. Portugal pode lançar-se numa vasta campanha de promoção da imagem de Portugal como país moderno e desenvolvido. No entanto, a imagem criada ao longo de séculos e mantida mesmo até hoje pela historiografia espanhola, não pode desaparecer e não desaparecerá com campanhas.

A pergunta que deixo é a seguinte: Vale a pena gastar dinheiro, muito e muito dinheiro a promover a imagem de Portugal, no país que mais tempo gastou em destrui-la?

Não valerá mais a pena, investir onde não é necessário limpar a imagem, para depois construi-la de novo?

Não fará mais sentido, investir noutros mercados, como os mercados do centro da Europa, da América Latina ou de África?

Não foram os portugueses que voltaram as costas A Espanha, foram os espanhóis, que para justificar o seu estado (criado à imagem de Castela, com exclusão de qualquer outra característica), deturparam a História e criaram o problema.

Porque é que deve ser o contribuinte português, a pagar pelos disparates dos espanhóis?

Temos que respeitar a Fé de José Sócrates na Espanha, na Espanha e na Espanha. Mas é com o nosso dinheiro que ele quer promover a sua política.

http://outrashistorias.blogspot.com/

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11/Agosto/2005

PORTUGAL FACE A ESPANHA
    A História tem ironias curiosas. Os excessos dão origem a outros excessos.
    Não se podia pôr em causa todo um conjunto de valores até 1974. O que a pouco ou nada nos levou, realmente. E seguiu-se um discurso moderno. O País passou a discutir-se. Tudo passou a ser equacionado.
    Os fantasmas passados foram, mais do que postos de lado, transformados em  modelos a seguir. Assim, do "fantasma" da ameaça espanhola, passou-se a aceitação de que a entrada dos nossos vizinhos ibéricos nos negócios estratégicos lusos é perfeitamente natural. Há quem defenda ser até desejável, e mesmo desinteressada. E, claro, tudo se faz no quadro natural da economia neo-liberal predominante na União Europeia.
   Para se provar que se puseram de lado os velhos preconceitos anti-espanhóis, foge-se de dramatizações patrióticas, para não se ser acusado de provincianismo e de pôr a nu os tradicionais complexos hispanófobos... impróprios de cidadãos europeus do Século XXI!
   Há quem se questione. Cito Nicolau Santos, no "Expresso" de 30 de Julho de 2005:" [O] que se vê é uma aposta firme dos espanhóis em cinco áreas, com objectivos bem definidos: telecomunicações, energia, água, banca e media." E Nicolau Santos acrescenta:"Perceberam ou é preciso explicar?"
   Na verdade, este tipo de apostas pode por em causa a soberania nacional. Mas...que  fique desde já bem claro que neste texto não há lugar para nenhum "anti-espanholismo" primário e redutor! A Espanha faz o que a deixam fazer, num quadro comunitário a que Portugal também aderiu. O problema é que não estão claras, em Portugal, orientações estratégicas diversificadas, o que poderia limitar o investimento espanhol em Portugal a benefícios puramente económicos. O Estado Português não tem sabido ter um sentido estratégico, uma visão geral do País, não esquecendo as zonas desfavorecidas, que  permita ao cidadão saber o que se pretende construir para o futuro, como,e  para quem ( isto é, que sectores da sociedade se pretende principalmente beneficiar, para que se equacione a questão talvez mais importante da História da Pátria lusitana, que é a da excessivamente desigual distribuição da riqueza).
Assim, é difícil a cada um saber julgar correctamente o que os sucessivos governantes pretendem. Nenhum parece empenhar-se em tentar dar um sentido objectivo as medidas que toma... principalmente, nenhum parece querer-se dar ao trabalho de procurar honestamente definir um conjunto de orientações estratégicas...necessariamente depois de efectuarem alguns estudos fundamentais e de se  consultar a sociedade por todos os meios possíveis e com a máxima seriedade...para que tal conjunto não resulte de uma decisão de uma pequena elite que apresente como gerais interesses que são apenas os do seu reduzido número!
   Todas estas omissões conduzem o País a uma Crise Existencial. Ao ponto de se defender a dissolução do mesmo. Fala-se em se "aderir" à Espanha.
   Parece esquecer-se que Portugal já aderiu a uma Comunidade precisamente, entre outras razões, porque se considerou que, sozinho, não teria grandes possibilidades de progresso. Na verdade, tal não resolveu miraculosamente uma grande parte dos problemas portugueses. Por que razão uma "adesão" à Espanha o faria?
   A resposta que muitos dão é a de que "ficávamos logo a ganhar mais."! Que ingenuidade! De repente, cheios de boas intenções, os Espanhóis subiriam os rendimentos de cerca de dez milhões de portugueses, sem nada exigir em troca, e sem alterar os hábitos lusitanos.
   Aliás, esta "miragem" espanhola é estranha. Isto porque Portugal, Espanha, e Grécia, são países com problemas comuns. Todos eles têm exportações com reduzidas doses de tecnologia. É verdade que a Espanha tem as contas públicas bastante saudáveis, mas tem problemas de estagnação de exportações, e o seu crescimento económico baseia-se muito no consumo interno e no sector imobiliário. Coisa que os países do Norte da Europa procuram evitar, apostando numa constante inovação e no reforço de componentes tecnológicas na sua produção, de modo a aumentar as mais-valias.
    Portanto, não se negando, porque é evidente, que o nível de vida em Espanha é um pouco superior ao de Portugal, há que ter alguma cautela em relação ao modelo proposto, pois ele não é substancialmente diferente daquele que nós criticamos.
   A Espanha tem os seus objectivos traçados, e só é desejável que não se veja a braços com nenhuma crise grave. É importante sublinhar isto, pois não faltam no nosso país sectores de opinião que gostariam de ver a Espanha mergulhada numa depressão. Na verdade, a Inveja é um sentimento muito comum em Portugal, especialmente em relação ao seu vizinho ibérico. Aqui, há que combater esta visão...que rejubila com o mal dos outros!
   Não se pode é, em Portugal, continuar a aceitar como inocente ou neutro tudo o que vem de fora, principalmente de Espanha. Também não será nunca inocente ou neutra uma presença portuguesa num qualquer país ou mercado...o que não significa que não haja princípios, nem presenças culturais ou sentimentais. O que não se deve ser é subserviente. A Espanha não o é. Veja-se como nunca perde de vista o objectivo de recuperação de Gibraltar. E veja-se como Portugal mantém quase "clandestina" a sua reivindicação sobre Olivença, sobre a qual só fala esporadicamente ou se muito pressionado. O problema é que, como diz o provérbio, "quanto mais uma pessoa se agacha, mais se lhe vê o rabo" (fugindo ao vernáculo mais expressivo).
    Olivença é também um símbolo. Da soberba e da amnésia espanholas...quando tal lhe convém. Porque Portugal é diferente, não deverá ter este tipo de atitudes...mas não deverá tolerar que outros a tenham em relação a ele. Porque se não, arrisca-se a por em causa o seu estatuto de Estado Soberano.
    O que os últimos trinta anos demonstram é que não basta um país colocar-se num lugar onde exista ou circule riqueza para se tornar rico. É necessária organização. É preciso pensar em produzir riqueza, para ser tratado como igual pelos sócios junto dos quais quer ser aceite. Caso contrário, estará sempre em desvantagem, e será tratado como inferior, como um "criado"...prescindível...salvo para tarefas menos responsáveis e subalternas!
   É necessário, talvez, fazer psicanálise. Mas o diagnóstico deverá rapidamente ser potenciado pela cura. E a cura (parece não restar outra alternativa) passa por arregaçar as mãos e atacar os problemas. Sem tibiezas ou "paninhos quentes"! E indo ao fundo das questões...


                     Carlos Eduardo da Cruz Luna  

*

Brasão da Camara Municipal de Olivença

 

"BREVES"

A Verdadeira Espanha

http://pontevedra.blogspot.com/
*

Um Portugal Novo?

http://cataplasma.blogspot.com/

*

http://www.biologydaily.com/biology/Olivenza - gives an excellent description about Portugal's claim to Olivença (in English)

http://s9.invisionfree.com/Free_Olivenca_Forum/ - open to readers comments and to offer constructive argument about Portugal's just claims to Olivenca and what both countries can do to resolve this anomaly.

Portugal - 'de Jure'  Fronteira/Border

*

Another of Spain's Dirty Tricks

The outrageous dismemberment of Portugal in the Treaty of Fontainebleu 1807 agreed between Spain  and France.  (Treaties Galore)

And could it be that the Spanish strategy today is   so much different?

O ultrajante desmembramento de Portugal desejado por Espanha pelo Tratado de Fontainebleau de 20 de Outubro de 1807.   (Treaties Galore)

 

E hoje a estratégia espanhola será assim tanto diferente?

"Never Give up ...Fight!"

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O Litígio de Olivença - Arquivos 2005 2004 & 2003

Notícias de Olivença...Julho 2005 - ERRO HISTÓRICO

Notícias de Olivença...Agosto 2004 - Mapas de Portugal com Olivença e Gravuras Antigas de Portugal

19/Agosto/2003 - 31/Agosto/2003 - A Velha Ponte da Ajuda

01/Agosto/2003 - 18/Agosto/2003 - Batalha de Aljubarrota

23/Julho/2003 - 31/Julho/2003 - Audiência de Discussão e Julgamento do Tribunal Judicial de Elvas de 23 de Julho 2003

03/Julho/2003 - 22/Julho/2003 - Lisboa Recebeu Reunião Luso-espanhola para Discutir Ponte da Ajuda

 

The Dispute over Olivença...More News

Archives 2005 & 2004

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"BREVES"

27 de Agosto de 2005

João Jardim acusa PS de vender áreas estratégicas a Espanha

O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, acusou no
passado sábado num comício do partido na ilha do Porto Santo, o Partido
Socialista possibilitar a venda de áreas de negócios importantes para Portugal como a comunicação social, a energia e a água a Espanha.


Alberto João Jardim deu o exemplo da venda da TVI à Prisa, referindo «a
compra, ainda há poucos dias, de uma televisão por um grupo espanhol de
esquerda». O responsável defendeu que «os espanhóis estão a tomar conta de
Portugal».

«Recuso-me a ser espanhol, tenho muita honra em ser português, e quero, daqui do Porto Santo, desta primeira terra das Descobertas, avisar Lisboa que se forem para alguma aventura ibérica, nós vamos seguir o nosso caminho, porque para isso já estamos preparados», afirmou ainda o presidente do PSD-Madeira.

«É uma pouca-vergonha. Não se admite gente desta a governar Portugal», disse
ainda.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?

section_id=12&id_news=189607


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Ousar lutar, ousar vencer

25 de Agosto de 1580. Passa hoje mais um aniversário da Batalha de Alcântara.

Quando os grandes do Reino - nobres, clérigos e burgueses - se haviam posto ao lado de Filipe II de Espanha, ele, D. António, Prior do Crato, quase só servido pela gente humilde do Povo que o aclamara Rei, ousou lutar contra o mais poderoso monarca da Europa, para defender a Pátria em que nasceu e preservar a Independência do seu País.

Perdeu contra o mais forte. Ganhou a dignidade de quem é indefectível combatente pela sua Nação. Fica eternamente na memória dos que amam Portugal!
 

 

Nasceu em Lisboa, filho de uma mulher do povo e do infante D. Luís.
Seu pai desejava que ele seguisse a vida eclesiástica e a sua educação processou-se em sucessivos mosteiros e colégios religiosos, tendo tido por mestres o grande humanista Fr. Diogo de Murça, o padre Simão Rodrigues de Azevedo, o teólogo Pedro MargaIho a D. Frei Bartolomeu dos Mártires.
Com a morte de seu pai decide romper com a carreira que lhe tinha sido imposta. Já prior do Crato e com as ordens de diácono, recusa a ordenação de presbítero e comporta-se como pessoa secular. Por esse motivo, seu tio o cardeal D. Henrique manifesta-lhe um ódio declarado, o que o leva a exilar-se em Castela, em várias ocasiões, durante a menoridade de D. Sebastião. Com a subida ao trono deste monarca e gozando da sua estima, D. António desempenha o cargo de governador de Tânger.
Obtém, então, dispensa do papel das ordens de diácono. Toma parte na batalha de Alcácer-Quibir e é feito prisioneiro. Resgatado, regressa a Lisboa para chefiar um dos partidos nacionais que se opunham à candidatura de Filipe II ao trono português. O prior do Crato baseava a sua candidatura na situação de filho legitimado do infante D. Luís, segundo filho de D. Manuel, uma vez que não havia descendentes directos de D. João III. Era necessário, todavia, provar o matrimónio secreto de seus pais. Organiza-se um processo a D. António obtém uma sentença favorável, mas a actuação pessoal do cardeal-rei, que contesta aquela decisão, culmina numa nova sentença desfavorável.
Com a morte do cardeal, as tropas filipinas entram em Portugal. Os partidários do prior do Crato aclamam-no rei em Santarém; Lisboa e Setúbal recebem-no vibrantemente e, em breve, quase todos os burgos do reino alinham a seu lado. Mas, não dispondo de exército organizado, nem de recursos, é derrotado na batalha de Alcântara pelo exército castelhano. Consegue fugir com dificuldade para o estrangeiro onde, nas cortes de França a de Inglaterra, procura obter auxílio para lutar contra Filipe II.
Duas esquadras francesas enviadas à Ilha Terceira são derrotadas sucessivamente pelos castelhanos. A Terceira perde-se, como último bastião de D. António. Vivendo miseravelmente em França, a expensas de Catarina de Médicis resolve passar à corte de Isabel I pedindo novo auxilio. Os ingleses como represália contra o ataque da Invencível Armada, resolvem enviar a Portugal uma esquadra, comandada por Drake. D. António desembarca em Peniche mas sofre novo desaire. Regressa a França e, depois de ter conseguido um novo auxílio de Henrique IV, morre em Paris de uma crise de uremia, sem realizar o projecto por que tanto lutou.

(ArqNet)

Fonte: Mario Rodrigues(Portugal e Espanha) http://www.portugal-e-espanha.blogspot.com

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20 de Agosto de 2005

 Banda Desenhada: "HUMBERTO DELGADO/O GENERAL SEM MEDO"

José Ruy/Âncora editores/Dinternal Dist./Maio 2005

Pág. 27, em baixo, à direita:(fala Delgado)"O encontro vai ser em Badajoz, depois iremos a Olivença. A OLIVENÇA! Agrada-me. Eu pertenço ao GRUPO DOS AMIGOS DE OLIVENÇA, essa cidade que sempre foi portuguesa e que ficou nas mãos dos espanhóis por incúria nossa."Pág. 28, penúltimo quadradinho(fala um PIDE, incógnito, para Delgado)"Entre, General, estão à nossa espera perto de Olivença";último quadrado, Com uma placa"OLIVENZA 23kms."(Delgado revela a Arajaryr)"Veja, Arajaryr, estamos perto de Olivença!É como se estivéssemos em Portugal"; Pág 29, assassinato numa herdade entre Olivença e Badajoz, e transporte dos corpos até Villanueva Del Fresno, onde são enterrados.

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"Jornal de Olivença" de Miguel Roque

http://jornaldeolivenca.blogs.sapo.pt/

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"PÚBLICO", 14-Agosto-2005

Página 16,
O CASO HUMBERTO DELGADO
     "A caminho de Badajoz, foram mortos pela PIDE no dia 13 de Fevereiro de 1965 o general Humberto Delgado e a sua secretária Arajarir Campos, que o acompanhava. Delgado caiu numa cilada, convicto de que se ia encontrar com correligionários políticos. Mas no local, que se supõe ter sido perto de OLIVENÇA, apareceram os inspectores Rosa Casaco e Casimiro Monteiro, entre outros agentes da PIDE. Foi Casimiro Monteiro que disparou sobre Delgado. Arajarir Campos terá sido agredida até à morte. Os corpos de ambos foram regados com ácido sulfúrico e cobertos de pedras numa zona próxima da povoação de Villanueva del Fresno, não longe da fronteira portuguesa."

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8 de Agosto de 2005
      
  SERÕES DA BONJÓIA: Olivença, 1801-2005

Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org

Numa iniciativa da FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO PORTO, noâmbito dos SERÕES DA BONJÓIA, realiza-se no próximo dia 25 de Agosto, às 21h00, na Casa de Bonjóia, um debate sobre a Questão de Olivença.
O Presidente do Grupo dos Amigos de Olivença, Dr. António Marques, desenvolverá o tema «Olivença, 1801-2005: Ofensa á História, à Cultura e ao Direito».
O GAO convida todos os seus apoiantes e todos os que se interessam pela Questão de Olivença a participar no Serão.
Contamos com a sua presença!

Lx., 08-08-2005.
SI/Grupo dos Amigos de Olivença
++++++++++++++

FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO PORTO

SERÕES DA BONJÓIA
Um roteiro de partilha de vivências na Casa e Quinta de Bonjóia
Dia 25 de Agosto de 2005, 21h00

Olivença, 1801-2005: Ofensa à História, à Cultura e ao Direito.
«Decorridos dois séculos sobre a ocupação por Espanha do território de Além-Guadiana. situação não aceite nem reconhecida por Portugal, a Questão de Olivença continua pertinente e mantém-se actual.
Suspenso de malabarismos político-diptomáticos, em que a má-consciência espanhola e a cautela portuguesa se equilibram, aparentemente afastado dasprioridades político-diplomáticas e diminuído na agenda mediática, o litígio permanece como esqueleto incómodo nos armários das chancelarias peninsulares.
Para encontrar uma solução para o litígio, que as circunstâncias europeias e internacionais tornam hoje mais fácil e viável, ao calculismo político e ao cinismo diplomático deve opor-se a consciência e diligência da cidadania»

http://www.bonjoia.org/
_________________ _
Rua Portas S. Antão, 58 (Casa do Alentejo), 1150-268 Lisboa
<http://www.olivenca.org>  <mailto:olivenca@olivenca.org>
Tlm. 96 743 17 69  -  Fax. 21 259 05 77

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8/Ago/2005

Mapa de Portugal com Olivença do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil



http://www.snbpc.pt

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6/Ago/2005

Mapa de Portugal no sitio da Segurança  Social

Na área de Serviços de Atendimento ao Público da Segurança Social, o mapa apresentado inclui o território de Olivença no distrito de Évora.

www.seg-social.pt

(de "Paulo Fernandes")

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Folha Cultural apresenta queixa contra fecho de "O Comércio do Porto"

Jornal foi suspenso pelo grupo Prensa Ibérica
Folha Cultural apresenta queixa contra fecho de "O Comércio do Porto"
03.08.2005 - 16h09   Lusa
 
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id

=1229777&idCanal=1453

O grupo A Folha Cultural, que detém o jornal "O Primeiro de Janeiro", anunciou hoje que apresentou uma queixa no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) contra os intervenientes no
encerramento do diário "O Comércio do Porto".

De acordo com aquele grupo de media, o fecho do diário portuense pela empresa proprietária "não foi obra do acaso nem se prendeu com a inexistência de quem lhe desse continuidade".

Segundo A Folha Cultural, estas acusações podem ser provadas através de "mais de duas dezenas de documentos" anexados à queixa apresentada no DIAP.

"Os responsáveis da Prensa Ibérica não mais podem sonegar pacificamente estes factos ao país procurando ignorar os válidos e legítimos pretendentes à centenária continuidade daquele título", acrescenta.

A queixa apresentada ao DIAP - explicam os responsáveis de A Folha Cultura - pretende clarificar "as verdadeiras razões que levaram a Prensa Ibérica a tão súbito encerramento do jornal" contra "todos os apelos em sentido contrário".

O grupo quer ainda ser "ressarcido dos avultados prejuízos que este processo e o seu precipitado desfecho já que lhe causou".

Além disso - acusa também o grupo de media presidido por Eduardo Costa -, a Prensa Ibérica terá ido contra "as próprias decisões da Justiça portuguesa", já que um "acórdão do Supremo Tribunal Administrativo de Março último" reconheceu, segundo assegura, o grupo A Folha Cultural como o "efectivo proprietário" do diário portuense.

Segundo explicou na semana passada Eduardo Costa à Lusa, A Folha Cultural ficou em segundo lugar, atrás da Gildapress, no concurso que a Segurança Social realizou em 2000 para aquisição da totalidade de "O Comércio do Porto".

Os responsáveis de A Folha Cultural não se conformaram com o resultado do concurso, tendo recorrido para o Supremo Tribunal Administrativo.

Além de "O Primeiro de Janeiro", o "A Folha Cultural" edita títulos como o Diário XXI, "As Notícias da Manhã", "Motor", o semanário "Sete", a revista "Rostos" e os regionais "Correio de Azeméis", Jornal "Voz do Caima", além de deter as rádios Azeméis FM
e A Voz do Caima.
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Novos "Blogs"

http://porolivenca.blogs.sapo..pt/


http://olivenca.blogspot.com/

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http://geraldosempavor.blogspot.com/2005

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06 de Agosto de 2005

 É necessário apoiar a produção nacional! É fundamental


Os portugueses vivem hoje, num clima de crise, desde o desemprego à nossa fraca economia. É certo que quem mais sofre somos nós, mas o que certamente muitas vezes não nos passa pela cabeça é que podemos ter uma certa culpa nesta grave situação. Frequentemente, quando vamos às compras, tentamos ir à procura do produto mais barato, mas o que agora é barato pode vir, a curto prazo, a tornar-se muito caro para todos nós. Desde a mais pequena especiaria ao peixe que comemos, o nosso mercado está inundado por produtos fabricados no estrangeiro. Tendo normalmente esses países uma economia mais forte que a nossa, conseguem vender os seus produtos a um preço mais baixo e, desta forma, somos levados, a compra-los. Mas, quando o fazemos, estamos a contribuir para um maior crescimento das exportações desses fabricantes estrangeiros e, sem dúvida, a tirar postos de trabalho no nosso país. Quando não compramos produtos nacionais e compramos artigos estrangeiros, os nossos fabricantes são obrigados a subir o preço dos seus produtos para compensar as quebras de produção. Ora se os produtos concorrentes já eram mais baratos na origem, isto faz com que os nossos fiquem ainda mais caros. E sendo mais caros, ninguém os compra. Toda esta situação leva posteriormente ao encerramento de muitas empresas e consequentemente ao crescimento do desemprego.

Produtos portugueses? E Como é que eu sei quais eles são?
 

É simples, bastante simples. Antes demais, existem dois aspectos a distinguir: existem marcas portuguesas e produtos portugueses.

Marcas portuguesas, como o nome indica, são marcas de carácter nacional, com origem e produção no nosso país (exemplos: Sumol, Compal, Mimosa, Nobre, Delta Cafis, Critical Software, Vista Alegre)
Produtos portugueses são produtos fabricados em Portugal por marcas nacionais, multinacionais ou até mesmo internacionais, mas são produtos feitos com mão de obra nacional, que contribuem superiormente para o nossa economia e para o emprego no nosso país.

E na hora de escolher, como é que devo agir? Que atitude?
 

Bem, na hora de escolher, é bastante fácil tomar uma atitude correcta: procure no produto, o código de barras e verifique se ele começa por 560. Todos os produtos portugueses começam por 560 no código de barras. Posteriormente poderá ter em conta se a marca é nacional ou não e, claro, a qualidade e preço do produto. Atenção existem algumas empresas portuguesas (produtos portugueses) que possuem códigos de barras proprietários, o que significa que são produtos portugueses que não têm o código 560, no entanto os códigos proprietários "costumam" ter um formato diferente, por isso informe-se sempre antes comprar, para uma total garantia de que seja um produto nacional verifique sempre na embalagem ou na informação do produto, o local de fabrico. Seguem em anexo exemplos de modelos dos códigos de barras:

Divulgue, mude os seus hábitos, ajude, tome uma atitude!


Fale com os seus amigos acerca deste assunto, divulgue o Movimento 560 no seu site através dos painéis de divulgação laterais (banners), mande uma msg, mas acima de tudo, mude de atitude.
Todos nós agradecemos. Um pequeno gesto, uma grande atitude...
Compre produtos portugueses!

http://560.adamastor.org

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Resultado Interessante!

Na sondagem do ultimo dia do semanário  "Linhas de Elvas"  à pergunta :  Acha que Olivença deve voltar a ter Administração Portuguesa?, a resposta surpreendeu com 83% dos 245 votos (08/05/2003 - 20.00) a indicar "SIM"

   

Outras Notícias/Other News

EXTRA

22/Julho/2002, Diário de Notícias (Lisboa)

A Má Fé Da Espanha

Vila Real / Villarreal: igreja de Nossa Senhora da Assunção / church of Nossa Senhora da Assunção / Parroquia de N. Señora de la Asuncion

Como se não bastasse, há ainda Vila Real

O alerta para o estatuto (nova controvérsia) da aldeia de
Vila Real, actualmente integrada na delimitação espanhola da comarca de Olivença pertence ao embaixador Teixeira de Sampaio, nome grado da memória das Necessidades. Teixeira de Sampaio elaborou uma investigação financiada pelo MNE (através do Fundo de Relações Internacionais) e a obra foi apresentada em Junho passado em cerimónia de aparato oficial. "Compilação de Elementos para o Estudo de Olivença" era a obra esperada, aparentemente, para serenar os ânimos em torno da questão fronteiriça mas acabou por atear novo fogo diplomático. Mário Rodrigues, reputado investigador da questão de Olivença, foi quem desceu aos pormenores da pesquisa do embaixador.

A aldeia de Vila Real foi anexada por Espanha à margem e contra o que estipulava o Tratado de Badajoz. "Se o Tratado de Badajoz fosse válido e se a Acta Final do Congresso de Viena tivesse um valor puramente moral, conforme as teses espanholas, a aldeia de Vila Real teria de nos ser devolvida e incorporada na freguesia de Juromenha, concelho do Alandroal, distrito de Évora", comenta a propósito Mário Rodrigues.

A Espanha, segundo a investigação, deturpando o sentido e alcance do artigo 3.º do Tratado de Badajoz, apropriou-se ilegalmente da parte do termo de Juromenha situado do outro lado do Guadiana. Mas, acrescenta-se, não o fez por erro de interpretação do diploma, já que o texto do tratado era suficientemente claro quando afirmava que Sua Majestade Católica "conservará como qualidade de conquista para unir perpetuamente aos seus domínios e vassalos, a Praça de Olivença, seu território e povos desde o Guadiana, naquela parte que unicamente toca ao sobretudo território de Olivença".

Por isso, é avançada a tese de que "a anexação de Vila Real enquadra-se na pretensão político-militar que a Espanha alimentava no sentido de estabelecer a fronteira naquele curso fluvial".

A questão de Vila Real envolveu, desde início, a própria Igreja Portuguesa. Quando em 1804, o prelado de
Badajoz comunicou ao Bispo de Elvas ter tomado posse de Vila Real, o bispo português protestou com fundamento no próprio Tratado de Badajoz. Guerras que vêm de longe.

 

 Neste Mês de Agosto/This Month in August.......

24/Ago/2002 - Diário de Notícias

Questão Moral para Madrid

Olivença é, para os espanhóis, uma possessão legalmente espanhola por força do Tratado de Badajoz (1801), que pôs termo à chamada "guerra das laranjas". Esse tratado, acrescentam, não foi anulado nem derrogado "por nenhum outro de igual natureza", pelo que não haverá fundamento jurídico que obrigue a Espanha à devolução de Olivença. Calculam os espanhóis que, na hipótese de Portugal reclamar Olivença junto do Tribunal Europeu de Justiça ou do Tribunal de Haia, o caso seria considerado como "não justificável" já que "não cabe à ciência jurídica examinar o fundo moral de acontecimentos históricos".

Olivença, para espanhóis, é assim uma "questão moral". O Tratado de Viena de 1815 apenas terá anulado "virtualmente e por meios políticos" o Tratado de Badajoz, assinado imperativamente na sequência da incursão militar do general Godoy. A Espanha acusa, assim, Portugal de contradicção quando invoca o Tratado de Viena. Luis Alfonso Limpo Píriz, que no site oficial sobre Olivenza reporta uma das raras posições públicas de Espanha sobre o litígio (o Ministério das Relações Exteriores de Madrid é omisso nas referências ao tema), afirma que "a diplomacia portuguesa continua aprisionada desde a morte do Duque de Palmela por essa contradição que a paralisa". Ainda segundo Limpo Piriz, essa mesma contradição "obriga a diplomacia portuguesa a manter o contencioso de Olivença em estado de hibernação e a realizar equilíbrios subtis quando surgem problemas concretos na zona que obriguem a definir uma posição - casos da reconstrução da Ponte da Ajuda ou do Alqueva".

O Palácio das Necessidades, diz ainda esse porta-voz da posição espanhola, recusa "entrar no conteúdo do problema e questionar abertamente pelas vias oficiais a reclamação do território a Espanha, mas, no entanto, "salvaguarda formas para evitar a mais pequena lesão nos direitos históricos de Portugal", pelo que "uma vez por outra contorna a questão sem a resolver".

 

ENGLISH

OLIVENÇA INTERNATIONAL DISPUTE

A PORTUGUESE TERRITORY ILLEGALLY OCCUPIED BY SPAIN

Click to enlarge

13-11-2002 - Panorama (Gibraltar)

OLIVENÇA FORUM CONGRATULATES CARUANA

Following the result of the Referendum, the Olivença Forum has sent a letter to Gibraltar's Chief Minister, Peter Caruana, to congratulate him, "on the great turnout by the population of the Rock", and the "clear, unquestionable way" the people of Gibraltar have rejected the proposed co-sovereignty negotiations between the United Kingdom and Spain.

Also in the letter, the Forum Olivença take the opportunity to thank the Chief Minister for the reference about Olivença that he made on the BBC programme "Newsnight", last April, in which he defended Portugal's right to claim that territory.

Distinguishing "the historic and legal differences between the two situations", this association, "has denounced the intolerable incoherence and hypocrisy by Spain that claims territorial integrity when it comes to Gibraltar, but continues to violate Portuguese territorial integrity in its illegal occupation of Olivença".


Letter from Lisbon -- Alison Roberts on a Territorial Claim Revived

(Friday, 08 March, 2002, 14:07 GMT)

Portuguese campaigners have publicly accused Spain of hypocrisy in seeking to reclaim Gibraltar from the UK while retaining a piece of land annexed from Portugal 200 years ago. The town of Olivença -- Olivenza in Spanish -- and 600 square kilometres of surrounding territory remains in Spanish hands, although according to the Portuguese campaigners Spain pledged to give it back as long ago as 1817.

History professor Humberto de Oliveira is president of the Grupo de Amigos de Olivença - the Friends of Olivença - which recently stepped up its campaign for the return of the disputed territory. When European Union foreign ministers gathered in the Spanish town of Caceres, it sent each of them a letter in their national languages condemning Spain's continued occupation of Olivença and the surrounding area as an "unacceptable violation of international law".

The group argues that, while Spain claims sovereignty over Gibraltar despite recognising the 1709 Treaty of Utrecht that granted it to Britain, Portugal's claim to Olivença is bolstered by accords such as the 1815 Treaty of Vienna, ratified by Spain.

Spain had annexed the town in 1801 at a time of Portuguese weakness. Spain was then allied with France, which under Napoleon was seeking to squeeze Britain by forcing Portugal to close its ports to British ships. But after Napoleon's defeat, treaties such as the one forced on Portugal by Spain were declared void.

Portugal never got Olivença back, but it's never given up its claim. Its 1976 constitution is worded accordingly - describing Portugal as comprising "territory historically defined". The relevant stretch of the frontier remains unmarked.

But if Portugal has always made sure not to undermine its legal claim to Olivença, it's done little to promote it. The need to maintain good relations with its larger neighbour has, if anything, increased since EU membership for both has sent trade and cross-border investment soaring.

As a result, it's been left to groups like the Amigos de Olivença to keep the cause alive. The relaunch of negotiations on Gibraltar has given them a stick with which to beat Spain. They accuse it of hypocrisy in seeking to reclaim Gibraltar, and in hanging on to Ceuta and Melilla in North Africa, when it's failed to hand back Olivença. And, they say, if Spain is unconcerned about the effect on relations with the UK of pressing its claim to Gibraltar, why doesn't Portugal press its claim?

The Portuguese campaigners acknowledge that, if asked, Olivença's residents would want to stay with Spain, but that this is the result of two centuries of repression and migration. For most of that period, Portuguese was banned, yet even now many people are fluent. Often they speak Portuguese at home and Spanish in public.

Unsurprisingly, the issue of Olivença has always loomed larger in Portugal than in Spain, which is happy with the status quo. But last year's 200th anniversary of the annexation triggered interest, bringing a gaggle of journalists down from Madrid. Their view of the subject was not always disinterested, and the local historian who showed me around town that day - not a native of Olivença but an enthusiastic promoter of its Portuguese architectural heritage - practically broke into a run every time we saw them.

Like many residents, he didn't want to get used by one camp or another. But he was delighted that Olivença and its magnificent monuments - which aren't mentioned in many guidebooks about Spain - were getting some attention.

For Europe Today, this is Alison Roberts in Lisbon.


Portugal Fights for the Final Frontier

By Isambard Wilkinson in Olivenza, (Filed: 23/02/2002)

OLIVENZA is a quiet place where old men pace the main square surrounded by white-washed buildings dating back to Portugal's 500-year control of the area. But it is one of the last disputed frontiers in western Europe.

For this community is part of Spain - as is a 200-sq-mi area of rolling open country around it. Eight miles away, the river Guadiana acts as the de facto border, but it is acknowledged by only one side. There is a sign welcoming travellers to Spain on one bank, but none greeting visitors to Portugal.

The Portuguese have never acknowledged Spanish sovereignty over the region. Campaigners spurred on by Spain's apparent progress in pursuing its claim on Gibraltar say the Spanish position is hypocritical.

According to Mario Rodrigues, a leading member of the Group of Friends of Olivenza, the fact that most inhabitants are Spanish is irrelevant. "Most of the inhabitants are Spanish colonists planted over the past two centuries," he said.

"Spain says the will of the Gibraltarians is not important; we say the same thing about Olivenza."

His group of 500 people is one of three Portuguese organisations dedicated to winning back Olivenza. Although the government is not directly involved in the campaign, Lisbon funds Portuguese classes for Olivenza's residents.

Spain took Olivenza from Portugal in 1801. Mr Rodrigues said: "Spain signed a treaty in 1817 acknowledging totally and unconditionally the rights of Portugal. But the Spanish state has never honoured the commitment."

Official Portuguese maps do not mark the border in the area. Two bridges across the Guadiana symbolise the dispute. A 15th century fortified structure lies in ruins after being destroyed in one of the many wars between the countries. Until the second bridge was completed two years ago, people heading for Portugal had to travel 20 miles north to cross the river.

Fearing that it would amount to an acknowledgement of the border, Portugal refused to build the new bridge until the European Union agreed to fund it. Last year Portugal stopped Spain from restoring the old bridge for similar reasons.

Spain ridicules the Portuguese claim. The regional president of Extremadura recently dismissed it as "the work of a handful of lunatics".

In the same way that Gibraltarians want to remain British, the 11,000 residents of Olivenza have no wish to return to Portuguese sovereignty.

"The town was Portuguese. Those are our roots but it was a long time ago. Our culture has changed. The next generations speak Spanish," said Jose Emilio Senaron, 64.

His friend Raimundo Marredo, 71, added: "This town will never be Portuguese. Why not? Because we don't want it."

Informação OlivençaNet - DAILY TELEGRAPH


14/Feb/2002 - Gibraltar Chronicle

SPAIN PRESSED TO GIVE OLIVENCA BACK TO PORTUGAL

Portuguese campaigners are pressing Spain to return the town of Olivenca and its surrounding territory to Portugal after two centuries of occupation, accusing Spain of 'hypocrisy' in claiming Gibraltar.

The town has 10,000 inhabitants and owns 200 square miles of land south of Badajoz and Portugal's claim to Oliven‡a is founded on treaties signed by European powers, in particular the 1815 Treaty of Vienna ratified belatedly by Spain. But according to campaigners writing to European Union foreign ministers, Spain has never honoured this claim.

Humberto de Oliveira, the group's president, cited Spain's determination to keep Ceuta and Melilla in North Africa as further proof of its "hypocrisy".

"While Spain is pressing Britain on Gibraltar, it has an unresolved issue with Portugal that is a much greater violation of international law," he said.

After the 1974 Revolution, Portugal was keen to develop relations with its newly democratic neighbour. With relations between the two countries improving vastly in recent years, Portugal is reluctant to upset its larger neighbour for the sake of 10,000 or so people who nowadays speak more Spanish than Portuguese.


PANORAMA - Gibraltar - 12/02/2002

Portuguese Tell Spain: Give Us Back Olivença

SPAIN'S attempts to reclaim Gibraltar have been condemned as hypocrisy by Portuguese campaigners, who are demanding the return of the town of Olivença and surrounding territory. They claim the area has been occupied by the Spanish for 200 years.

In an open letter to European Union foreign ministers, the campaigners condemned Spain's continued occupation of Olivença (Olivenza in Spanish) and more than 200 square miles of territory south of Badajoz as an "unacceptable violation of international law", reports The Times.

The Portuguese campaigners believe Madrid has adopted different legal positions towards Gibraltar and Olivença. "Spain signed that treaty on May 7, 1817, and acknowledged, totally and unconditionally, the rights of Portugal," the Grupo de Amigos de Olivença (Group of Friends of Olivença) said in its letter to EU ministers. "After two centuries have elapsed, the Spanish state - whose representative is among you - has never honoured the commitment assumed internationally."

Humberto de Oliveira, the group's president, cited Spain's determination to keep Ceuta and Melilla in North Africa as further proof of its "hypocrisy".(12.02.02)

Ceuta and Melilla are different, says Spanish government With Morocco stepping up its claim to the Spanish enclaves of Ceuta and Melilla, the Spanish government has said that they bear no relation to the Gibraltar issue.

The Moroccan foreign minister Mohamed Benaissa has described the two Spanish cities on the Moroccan coast as 'Moroccan cities occupied by Spain' and urged negotiations in the same way that Britain and Spain are talking about Gibraltar, which Spain claims.

Spanish government spokesmen have retorted that Ceuta and Melilla are 'Spanish'. The Spanish defence minister Federico Trillo described the statement by the Moroccans as 'a joke in bad taste'. Trillo's argument is that both Ceuta and Melilla are Spanish and have developed as such and that Spaniards live there.

He added that they are part of Spain's national territory as stipulated in the Spanish Constitution.

Relations between Spain and Morocco soured last October over other matters, with Rabat withdrawing its ambassador. Trillo has hastened to say that military relations between the two countries are 'splendid'. (12.02.02)

http://www.panorama.gi/


February 11, 2002 - The Times, London

Spain Accused of Gibraltar Hypocrisy

FROM ALISON ROBERTS IN LISBON

SPAIN'S attempts to reclaim Gibraltar have been condemned as hypocrisy by Portuguese campaigners, who are demanding the return of the town of Olivença and surrounding territory. They claim the area has been occupied by the Spanish for 200 years.

In an open letter to European Union foreign ministers, the campaigners condemned Spain's continued occupation of Olivença (Olivenza in Spanish) and more than 200 square miles of territory south of Badajoz as an "unacceptable violation of international law".

The Portuguese campaigners believe Madrid has adopted different legal positions towards Gibraltar and Olivença. Spain claims sovereignty over Gibraltar despite recognising the 1709 Treaty of Utrecht that granted it to Britain, but Portugal's claim to Olivença is founded on treaties signed by European powers, in particular the 1815 Treaty of Vienna ratified belatedly by Spain.

"Spain signed that treaty on May 7, 1817, and acknowledged, totally and unconditionally, the rights of Portugal," the Grupo de Amigos de Olivença (Group of Friends of Olivença) said in its letter to EU ministers. "After two centuries have elapsed, the Spanish state - whose representative is among you - has never honoured the commitment assumed internationally."

Humberto de Oliveira, the group's president, cited Spain's determination to keep Ceuta and Melilla in North Africa as further proof of its "hypocrisy". He said: "While Spain is pressing Britain on Gibraltar, it has an unresolved issue with Portugal that is a much greater violation of international law."Governments have consistently maintained Portugal's claim to the disputed area; it is the only part of the frontier with Spain not marked by border posts, and Lisbon always takes care not to do anything to jeopardise its legal position.

In 1801, when Napoleon was applying an economic squeeze on Britain, his then ally Spain occupied Olivença and surrounding villages, together with other towns in the Alentejo region. Spain later returned these other towns, but annexed Olivença under a treaty signed by Portugal under duress. In a separate treaty with Napoleon, Portugal pledged to close its ports to British ships and pay protection money to France, which nevertheless invaded in 1807. After Napoleon's defeat, the victors declared null and void treaties concluded by countries concerned before the war. At the Congress of Vienna all parties undertook to restore Olivença to Portugal. Spain failed to keep its promise, European powers never held her to it, and Portugal has shown reluctance to press the point.

Things changed little after the 1974 Revolution, when Portugal was keen to develop relations with its newly democratic neighbour. With relations between the two countries improving vastly in recent years, Portugal is reluctant to upset its larger neighbour for the sake of 10,000 or so people who nowadays speak more Spanish than Portuguese.


 

Gibraltar and Olivenza: The Spanish Hypocrisy

11 November 2001

The Spanish position on Gibraltar is completely hypocritical and represents a shameful contradiction to what the Madrid Government affirms about Ceuta and Melilla. It is totally unacceptable that the Spanish Government demands Gibraltar and at the same time continues to occupy Olivença, a parcel of Portuguese territory that Spain occupies since 1801 and that in 1815 pledged to return to Portugal. Spain wants to recover Gibraltar, territory that is juridically British by the Treaty of Utrecht (1713), but does not return Olivença and still continues wanting to keep Ceuta and Melilla in Morocco and the enclave of Llivia in French territory. As shameful as this contradiction, is the attitude of Tony Blair in accepting to negotiate with Spain the future of Gibraltar. The United Kingdom cannot agree with this scandal. The people of the United Kingdom and Gibraltar must to repudiate for good the treason of the English government and this Spanish hypocrisy.

Dr Mário Rodrigues


The Front Page Online - MAIN - 04/12/1999 - THE NEWS WEEKLY - PORTUGAL'S WEEKEND NEWSPAPER IN ENGLISH

Army Refutes Spanish Occupation of Olivença

A stretch of the border between Portugal and Spain has remained undefined for two centuries. Portuguese diplomats have publicly stated that the town of Olivença, annexed in 1801 by the Spanish, is irrelevant. The Portuguese military on the other hand, has refused to demarcate the border.

"Portugal's lost town", is how THE NEWS described Olivença in September. Two months later, the Portuguese Defence Force's Geographical Institute (IGE) has declined to draw the geographical line between Portugal and Spain where this town is situated, leaving a huge void along the border which divides the two countries..The geographical omission by the Defence Force has been justified by the fact that Olivença is a Portuguese territory occupied by the Spanish and no lines will be drawn until Portugal wins the battle the Vienna Treaty said it had 180 years ago..Manuel Couto, Lieutenant-Colonel, and a director of the IGE, said the "border has still to be drawn up because it is not recognised" in its current state. "The Foreign Affairs Ministry is still looking for a solution to the impasse.

As Spain should have already returned the territory, in terms of International Law, it is being treated as an occupation"..In reality, the Government has admitted the validity of this political interpretation, but adds sedately, "this question has long ceased being a priority of Portuguese diplomacy.".Manuel Couto cautions: "Even marking a simple line implies that the border passes somewhere there (between Elvas and Olivença), which is not true"..

The history of the town starts in 1297 when Olivença was recognised as being Portuguese. In 1668, the year during which a treaty was signed putting an end to the Restoration Wars, Portugal is allowed to maintain the borders it had with Spain prior to the outbreak of the war. In 1709, following the Spanish Royal Succession War, the Olivença bridge is destroyed..Spain, ably assisted by Napoleon, invades Portugal in 1801. The town of Olivença is captured together with numerous other regions in Portugal. During the same year, the treaty of Badajoz is signed, whereby Portugal agrees to relinquish Olivença..

In 1807, the Fontainbleau Treaty between France and Spain signals the beginning of their occupation of Portugal, breaching the Badajoz Peace Treaty in the process..In 1810, Great Britain offers its support to Portugal to recuperate Olivença. A year later Portuguese reoccupy Olivença..Spain agree to sign the Vienna Treaty in 1817, after Napoleon's defeat, recognising Portugal's inherent rights over the territory.

Several attempts during this century have failed to readdress the situation, with Spain refusing to hear any talk on Olivença, and Portugal refusing to talk about it either..This week, Rondão Almeida, Mayor of Elvas, (the closest Portuguese town to the Portuguese town in Spain), revealed that construction of a bridge between the two towns is currently being delayed by a lack of cooperation from the Spanish authorities.

From Elvas to Olivença, construction on the bridge crossing the Guadiana river is on schedule. Coming from Olivença, the bridge is reminiscent of the structure destroyed several centuries ago..Side-stepping any controversial issues, the Mayor explained that the delay is only "momentarily", but admitted to having no idea when the Spanish would commence on work linking the two Portuguese towns.

Meanwhile, Spain remains adamant that its African town (Ceuta) is in Spain, that Gibraltar is in Spain and that Olivença is too..António Champalimaud was impeded by the Government to deal with the Spanish under his terms. The pro-Portuguese stance occupied in the world of stocks and shares, was justified citing "prudential" and "national" interests. Olivença is apparently neither a prudential nor a national interest of Portugal.

For further information on Olivença contact: "Amigos de Olivença" at www.geocities.com/CapitolHill/2382/indexx.html


Panorama 22/11/99

Spain's own "Gibraltar" in Portugal

Exiting Portugal through the Badajoz frontier post, we all invariably take the main road down to Gibraltar. However, one of the minor roads would take you to Olivença, Spain's "Gibraltar" in Portugal. Say the Portuguese: "If Spain claims from Britain the devolution of Gibraltar, a territory with an area of less than 6 square kilometres, what is the reason why Portugal should not demand the return of Olivença, 125 times bigger than Gibraltar, over which there exist no doubts about Portugal's rights?"

A long stretch of frontier, going down kilometre after kilometre, is not recognised by the Portuguese in their official maps. Olivença has been under Spanish control since 1806 but this has never been recognised by Portugal.

Now and again, the problem arises in newspaper reports like a recent one in Spain where the Spanish mayor says: With the disappearance of frontiers in the European Union, it seems anachonic to claim this territory.

Using the same logic, it would appear equally anachonic that Spain should be claiming Gibraltar!

Where is Olivença?

Olivença is about 24 kilometres south of Badajoz, almost triangular in shape, sited to the left of the river Guadiana. It's population - now Spanish - is of about 11,000 inhabitants in a total area of 750 sq kms.


Front Page Online - MAIN - 21/08/ 1999 - THE NEWS WEEKLY - PORTUGAL'S WEEKEND NEWSPAPER IN ENGLISH

Portuguese Town "Illegally" Occupied by Spain

Despite this situation having existed in Olivença for almost two centuries, the "Friends of Olivença" now plan to mount a new campaign in an attempt to secure the return of that town to Portuguese sovereignty. The group plans to involve the international press and other media and to bring back into the public eye the unresolved issue. They point out that Spain is defying an international treaty, which specifically names Olivença, and rules that the town should be returned to Portugal.

The terms of the Vienna Treaty, signed in 1815 after Napoleon's overthrow and agreed to by both Spain and Portugal, recognised the Portuguese sovereignty over the town, urging Spain to return the town to its rightful owners. However today, Olivença is found 13 kilometres east from the Portuguese border and Spain claims that the town is theirs.

The "Friends of Olivença" have pointed out to THE NEWS that Spain has a "colony" which by law belongs to Portugal. The town of Olivença is a one square kilometre enclave situated south of the Spanish city of Badajoz.

During the Portuguese/Moorish clashes in the 13th century, Portugal seized the town of Olivença from the Moors in 1228, erecting Portuguese structures, building roads and founding the first Church of Santa Maria Madalena, therefore establishing the primary foundation of a Portuguese Olivença.

In 1297, Portugal and Spain agreed to Portugal's sovereignty over Olivença. The town grew and functioned as a Portuguese town for centuries to follow.

During the Napoleonic wars, Portugal was invaded by Spanish and French troops, and in 1801, the warring countries signed the Treaty of Badajoz, where Portugal agreed to surrender its dominion over Olivença. In 1814 all the European nations affected by the Napoleonic wars, met in Paris declaring all treaties signed during and prior the war, null and void. The agreement was subsequently ratified at the Vienna Treaty in 1815. Spain, upon the recommendation of European states, signed the treaty, awarding the town back to Portugal.

According to the Friends of Olivença, Spain, as a signatory to the Vienna Treaty, never carried out their promise to Europe and Portugal. The Friends of Olivença also accuse the Portuguese government of being subservient towards Spain, and despite refusing to relinquish its jurisdiction over Olivença, the Portuguese Ministry of Foreign Affairs has been shying away from readdressing the issue with Spain.

The President of the Friends of Olivença, Mário Rui Simões Rodrigues, said to THE NEWS "despite the fact that Portugal has not denied the inherent rights it has over Olivença, Portugal remains silent about the issue", adding that the priority of his group is that Olivença "should be given the right of self-determination as the majority of Olivença's citizens want to return to the country (Portugal) to which it rightfully belongs".

Mário Rui Simões Rodrigues also explained that Spain recently attempted to "mislead" Portugal by enticing Portugal into signing "a cross-border bridge" agreement.

The accord was agreed to, though it was later annulled by the Portuguese government as the contractual term "cross-border" would have implied that Olivença exists outside of Portugal's jurisdiction.

Meanwhile Portugal remains disinterested in Olivença, while Spain appears to have concerns far more trivial to deal with. Comments from the Portuguese Foreign Ministry could (or not) be forthcoming after the summer holidays which are set to end in the near future.


Spain Has Her Gibraltar, and Portugal Her Olivenza

Special to The New York Times

LISBON, Oct. 11 - A group of Portugueses have seized the Gibraltar issue to press claims for their own against Spain.

As Spain increases pressure for the return of tha British colony, Portugueses groups have launched a new campaign for the restoration of Olivenza, considered here to be a Spanish colony.

Olivenza is a town on the Portuguese-Spanish border, in the province of Badajoz. It belonged to Portugal until 1801.

The traditions and architecture of Olivenza are still strongly reminiscent of the Portuguese past. The 20.000 inhabitants of the town speak Spanish heavly laced with Portuguese words and phrases, celebrate religious festivals in the Portuguese manner with ballons and torches, and delight in Portuguese sweets.

Spaniards insist that if there were a plebiscite in Olivenza today, the majority of the population would vote to remain with Spain. But most Portuguese disagree.

So far, Portuguese attempts to regain Olivenza have been limited to moral pressure, stressing the Olivenza-Gibraltar parallel. The campaign has been waged by so-called Irredentists, defined as a group seeking restoration to its country of territory formely held. It derives from a party formed in Italy about 1878 to re-secure lands near the border, known as Italia irredenta, or unredeemed Italy.

The Lisboan Government intent on maintaining good relations with Madrid, has refrained from pushing the Olivenza issue. Also it would be awkward for Portugal to claim the Olivenza enclave after so hotly disputing India right to take over Portugal enclaves of Goa, Damão and Diu in 1961.

"The Friends of Olivenza." wich has taken the lead in the Irredentist campaign, says it has 2,500 members, mostly military men, historians and professors.

THE NEW YORK TIMES - Oct. 12 1969

.....Leia mais...

Portuguese Territory Illegally Occupied and Colonized by Spain

Olivença: O Etnocídio Perfeito http://filorbis.no.sapo.pt

Olivença: O Etnicidio Perfeito http://imigrantes.no.sapo.pt/page6.Olivenca.html

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http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/po.html#Issues
http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/sp.html

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