O Estado português
continua a reclamar a sua soberania sobre o
termo de Olivenca
e terras de Juromenha,
ilegalmente ocupados e colonizados há 204
anos por Espanha que recusa cumprir o que
assinou em 1817.
The Portuguese State
continues to claim sovereignty over the
Olivenca territory and part of Juromenha,
illegaly occupied, and colonized by Spain
for 204 years who refuses to comply with the
agreement signed in 1817.
1. - This English Language service has been set up to
update internet readers with information and news on the occupied
territory of Olivença.
2. - Counteract Spain's lies and arrogance over the
dispute since 1801.
3. - Expose the Spanish cover-up and failure to comply with its
international obligations.
4. - Show how Spain's relations with Portugal are in fact hypocritical
and false, and motivated by old imperialistic designs.
5. - Look at how Portugal has tried to overcome the reality of its
continued humilliation.
6. - Shame Portugal's cowardly political leaders to stand up to Madrid
and take action to recover Olivença and Juromenha, that Madrid and its
"Spanish Kingdom" aknowledge and respect Portuguese territorial
integrity.
1. - Este serviço de
informação foi iniciado (originalmente em inglês) para informar melhor
os leitores da "Rede" através de notícias actuais e eventos históricos,
sobre os territórios de Olivença e Juromenha (margem esquerda) do Odiana
(Guadiana).
2. - Contrapor as mentiras e arrogância da Espanha sobre o litígio desde
1801.
3. - Desmascarar o encobrimento espanhol e falência de cumprir as suas
obrigações internacionais.
4. - Mostrar como as
"boas relações" espanholas com Portugal são de facto hipócritas e falsas,
sendo na verdade motivadas por intenções imperialistas já antigas.
5. - Ver como Portugal tem tentado superar a realidade da sua contínua
humilhação.
6. - Envergonhar os líderes ilusórios e cobardes de Portugal a agir e
tomar acções positivas para recuperar os territórios de Olivença e
Juromenha, para que Madrid e seu "reino espanhol" cumpra o respeito à
integridade territorial de Portugal.
O túmulo do pai de Cristóvão Colon!
Por Manuel Luciano da Silva, Médico
Análises comparativas da DNA do Duque de
Beja, Portugal e do Duque de
Verágua, Madrid, Espanha
Ultimamente, desencadeou-se um grande
interesse pelos estudos do DNA
dos ossos de Cristóvão Colombo ou melhor
Cristóvão COLON.
Esta ideia não foi despertada pelos
historiadores, mas sim pelos
meios de informação que andam sempre à
procura de assuntos de
controvérsia. Querem envergonhar a
Espanha ou São Domingo, para
saber afinal quem é o possuidor dos
verdadeiros ossos do
navegador! A mim tanto me importa!
O que me interessa é confirmar a
nacionalidade verdadeira de
Cristóvão Colon.
Devemos analisar, sim, os documentos
coevos pertencentes ao
navegador tais como:
(1) Sigla
(2) Monograma;
(3) Blessing;
(4) e a informação histórica do pai
biológico , Dom Fernando,
Duque de Beja, que teve amores proibidos
com uma donzela da Corte
Real Portuguesa , Isabel Gonsalves Zarco,
engravidando-a, vindo ela
a dar a luz um rapaz em Cuba, Alentejo, em
1448. O bebé foi
baptizado Salvador Fernando Zarco, mas
mais tarde mudou o nome para
Cristofõm Colon.
"COLOMBO" ERA 100%
PORTUGUÊS
Aqui está um mapa mostrando a relação da
cidade de Beja com Cuba,
Lisboa e com o sul de Portugal, incluindo
o Algarve.
Panorama exterior da Igreja do Convento
de N. S. da Conceição
fundado em 1459, pelo Duque de Beja, D.
Fernando e a sua esposa, D.
Brites. (Foto de Sérgio Filipe)
Torre da Igreja de N. S. da Conceição (Foto
de Sérgio Filipe)
O túmulo do D. Fernando, Duque de Beja,
está guardado na Igreja de
Nossa Senhora da Conceição, no centro da
cidade. Este convento foi
adpatado para Museu da Cidade.
Interior da Igreja de N. S. da Conceição.
Notar a riquíssima talha
dos altares.
Altar-mor ao centro. Do lado esquerdo
está o túmulo de D. Fernando
Túmulo do D. Fernando, Duque de Beja
De dentro deste túmulo pode-se colher uma
amostra dos cabelos do
Duque de Beja, D. Fernando e comparar o
seu DNA com o DNA dos cabelos
do Duque de Verágua, Don Diego Colon, que
é o décimo oitavo
descendente directo do verdadeiro
navegador.
Este Don Diego Colon vive em Madrid,
Espanha, no Palácio
chamado "Saudade" e em 1992 veio á
Florida, em Santo Augustine, na
Fonte da Juventude, participar nas
Celebrações da Descoberta da
América. Aqui está a foto dele colhida
pelo meu amigo Humberto
Carreiro de Bristol, Rhode Island, que
por coincidência também
estava de visita á mesma área, no Parque
de Ponce de Leon.
Será que as autoridades civis e religiosas
portuguesas vão permitir a
abertura do túmulo para colheita das
amostras do cabelo do D.
Fernando?
Será que o Duque de Verágua vai dar também
amostras do seu cabelo
para os cientistas fazerem a comparação
científica dos respectivos
DNA?
Formulo sinceros votos para que ambas as
partes cedam as
autorizações!
"Colombo" era 100% Português!
Por Manuel Luciano da Silva
Gravura (1) Papa Alexandre VI
Todos nós sabemos que até à data já
foram publicados muitos
milhares de livros e artigos sobre a vida
de Cristóvão Colombo. Mas
todos eles põem ênfase nos aspectos
emocionais e misteriosos do
famoso navegador, descrevendo quantas
mulheres existiram na sua vida,
chegando até a preocuparem-se com os
lugares onde os seus ossos estão
sepultados!
Eu ponho de parte toda esta informação
circunstancial, porque não tem
importância nenhuma para podermos chegar
ao diagnóstico correcto e
preciso sobre a identidade verdadeira do
célebre descobridor.
Eu só estou interessado em analisar as
siglas ou "biópsias"
escritas pelo punho do próprio
navegador e também examinar
directamente os documentos coevos e
verdadeiros que ainda hoje
estão bem guardados na Biblioteca do
Vaticano em Roma, Itália.
Durante muitos séculos a Biblioteca do
Vaticano foi considerada a
maior e os mais importante do mundo e
ainda hoje merece essa
distinção. Por este facto parece-me
lógico que toda a pessoa que
queira investigar a História dos
Descobrimentos tenha que ir à
Biblioteca do Vaticano examinar
directamente os documentos lá
existentes! Mas os chamados historiadores
profissionais não tem feito
isso!.E ficam muito zangados comigo!.por
eu ter feito exactamente
isso, no Verão de 1994!
Bulas Papais
Há cinco séculos, o Papa era considerado a
autoridade mais alta e
mais oficial existente na Europa. O
Papa Alexandre VI foi o
árbitro que aprovou a divisão do mundo
entre Portugal e a Espanha,
sancionando o Tratado de Tordesilhas , em
1494!
Foi o Papa Alexandre VI, que durante o
ano de 1493, publicou, em
latim, quatro Bulas Papais, todas
relacionadas com a descoberta da
América. Sómente as duas primeiras Bulas
é que incluem o nome do
navegador. Mas o nome que aparece em
ambas Bulas não é Colombo,
mas sim, COLON.
Na Primeira Bula, datada de 3 de Maio de
1493, na segunda página,
na linha décima primeira, nós podemos ler
em latim, --- dilectum
filium Crhistophom Colon --- "meu ditoso
filho Cristovão Colon". É
preciso notar que o nome que aparece nesta
Bula não é Colombo, mas
sim, COLON.
Gravura (2) Primeira Bula
A Segunda Bula, datada de 4 de Maio de
1494, repete o nome COLON
que podemos ver, claramente, na
primeira página, na linha
trigésima primeira. Mas desta vez o nome
do navegador aparece
totalmente em português à CRISTOFÕM
COLON.
Devemos notar que o nome CRISTOFÕM é
composto por duas partes:
CRISTO, sem a letra "h", como se
escreve em português, mais
FÕM, que é a forma antiga ou arcaica de
VÃO, em português.
Devemos notar bem que FÕM tem um til
por cima do "O". Não existe
nenhuma outra língua no mundo que use um
til sobre o "O" a não ser
a portuguesa! Por isso desta combinação
nasceu o nome que hoje se
usa: CRISTÓVÃO.
Gravura (3) -Segunda Bula
Não devemos esquecer que tanto a Primeira
como a Segunda Bulas Papais
estão escritas em latim. Sendo assim era
de esperar que o nome do
navegador estivesse também escrito na
forma latina à Christopher
Columbus. Mas não está!
Poderíamos esperar que o nome aparecesse
soletrado em italianoà
Cristoforo Colombo, uma vez que as
Bulas foram publicadas em
Roma. Mas também não está!
Poderia apresentar-se escrito em
espanhol, à Christóval Colon,
uma vez que as Bulas foram dirigidas ao
Reis Católicos Espanhois,
mas também não está!
Os espanhois e todas as nações que falam
espanhol, usam o nome
Cristóval Colon, (não Colombo), derivado
do nome que aparece na capa
do "Livro dos Privilégios", que é uma
colectânea das propriedades e
direitos oficiais que pertenciam ao
navegador, cuja obra foi
inspeccionada pessoalmente por ele em
1502, antes de ser publicada,
em Espanha.
Gravura (4) Capa do Livro dos
Privilégios.
A Sigla do Navegador
Gravura (5) Sigla completa: parte superior
e parte inferior
A palavra Sigla é o plural da palavra em
latimà siglum, que quer
dizer assinatura ou sinal. Nós ainda hoje
vamos ao notário para
abrir o sinal ou sigla, ou firmar a nossa
assinatura.
Por vezes as siglas são formadas pelas
letras iniciais de várias
palavras e quando isso acontece
chamamos-lhe um acrónimo. Há uma
variedade enorme de siglas no mundo. Desde
a antiguidade que a
humanidade sempre usou siglas. Muitas
delas contêem significados
secretos e difíceis de interpretar. Uma
das siglas mais conhecidas
é a sigla que aparece no cimo da Cruz
onde Jesus foi cruxificado à
INRI. Esta sigla não quer dizer "Em
Rhode Island!." Quer dizer
sim, -- Iesus Nazarenus Rex Iudoerorum -
"Jesus de Nazaré, Rei dos
Judeus".
Pois o nosso navegador também criou a sua
Sigla própria com que
firmava os documentos oficiais.
A célebre Sigla que é composta por duas
partes uma superior e outra
inferior
A parte superior contem sete letras SSAS
XMY.
A letra X significa cruzamento, ou seja "filho
de", e porque a
letra J não existia no alfabeto romano há
cinco séculos, a letra
grega Y era usada como letra inicial do
nome José. Com esta
simples informaçcão é fácil decifrarmos
a parte superior da Sigla,
cujo conteúdo é uma saudação a Cristo:
Sanctus, Sanctus, Altissimus, Santus,
Filho de Maria e José
Gravura (6) Parte inferior da Sigla
A parte inferior da Sigla é muito mais
dificil de decifrar. É
composta por
[ : XpõFERENS . / ]
Vamos analisar as várias partes:
(1) [ : ] é o sinal de pontuação que em
português se chama dois
pontos, mas na sua origem grega tem o
nome de COLON. No mundo
anglosaxónico tem ainda hoje a mesma
designação COLON. Tem por
significado dividir em partes, ou criar
um membro duma frase.
(2) [ Xpõ ] com um til por cima do õ, é
composto pelas letras
gregas ch, rho e omicron. Xpõ é a
abreviatura em grego do nome
Christo o qual em português se escreve
Cristo. Omicron é a décima
quinta letra do alfabeto grego e o til
por cima do õ, é o sinal
grego chamado macron, indicando que o
acento principal deve ser no
ó de Cristo para se pronunciar Cristó.
(3) [ FERENS ] é uma palavra em latim
que significa mensageiro,
que carrega consigo qualquer coisa.
(4) Em espanhol a palavra FERENS tornou-se
Val, originando depois o
nome Cristóval (Cristo + val). Em
português originou o nome Cristóvão
(Cristo + vão).
O sinal [ ./ ] é o sinal de pontuação
ponto e vírgula, chamado
semicolon no mundo anglosaxónico.
Porque é que a Sigla do navegador tem no
princípio COLON e na parte
terminal SEMICOLON?
Devemos notar que há cinco séculos, tanto
em Espanha como em Portugal
colon [ : ] e semicolon [ . / ] eram ambos
pronunciados COLON.
Durante séculos em Portugal, Espanha e
França uma frase
interrogatória era sempre assinalada no
princípio com um ponto de
interrogação invertido, avisando que a
frase iria acabar com um
sinal de interrogação normal. O mesmo se
passava com os sinais de
exclamação. A mesma técnica era usada com
os sinais de colon e
semicolon. Assim quando uma frase (ou
sigla) começasse com o sinal
de colon, já antevíamos que ela iria
terminar num semicolon ou vice-
versa. Mas só o sinal terminal é que era
lido ou considerado, à
semelhança do que acontecia com os sinais
de interregoção e
exclamação.
Esta explicação é necessária para nos
colocarmos no período de há
quinhentos anos e podermos asssim
compreender melhor os caracteres
da Sigla. Vamos então agora interpretar a
parte inferior da Sigla
[ : XpõERENS . / ]
Tudo isto que dizer [ colon + Cristo +
vão + semicolon ].
O primeiro sinal colon [ : ] serve de
alerta para o leitor se
aperceber que a Sigla vai terminar com o
sinal semicolon [ . / ]
Segundo a regra da pontuação (há
quinhentos anos) o primeiro colon é
silencioso. Só o segundo sinal, neste
caso o semicolon, é que
terá o valor de COLON.
Por isso devemos ler a Sigla [ :
XpõFERENS . / ] contendo o
nome Cristovão Colon e nunca Colombo.
Nome Baptismal
Devemos esclarecer que o navegador
fabricou o nome Cristovão Colon,
porque o seu nome natural ou baptismal era
Salvador Fernandes Zarco.
Se assim é temos que voltar a analisar a
parte inferior da Sigla
para verificarmos se realmente o nome de
Salvador Fernandes Zarco
está nela contido. Vamos ver que a Sigla
tem um duplo significado.
Primeiro devemos notar que os católicos
muitas vezes chamam a
Cristo, Salvador. Assim a primeira parte
da Sigla [ Xpõ ]
significando Cristo pode ser lida como
Salvador.
Mas devemos notar ainda outra coisa. As
duas letras [ põ ] são
letras minúsculas . Isto quer dizer que o
nome Salvador é dum homem
e não de Cristo, Deus, porque se assim
fosse, todas as letras de [
Xpõ ] teriam que ser maiúsculas.
A parte seguinte da Sigla é FERENS que
significa mensageiro em
português, mas
é também a abreviatura do nome Fernandes.
Quer dizer que já temos
dois nomesà Salvador Fernandes. Mas onde
está na Sigla o nome
Zarco? Este é um parto mais dificil!
Temos que voltar outra vez à parte que
contem [ FERENS. / ]
Primeiro temos que notar que a letra S de
FERENS é diferente das
letras S da parte superior da Sigla. Em
FERENS a letra S tem a
extremidade superior arrebitada, levantada
como se fosse a cauda dum
cão ou dum gato. E porquê? Porque esta
letra S assim arrebitada tem
um significado duplo. Significa também a
letra hebraica chamada
Lamed. Curioso que esta letra hebraica
Lamed tem o mesmo
significado que o sinal grego [ : ] de
Colon.
Mas se o S de FERENS é a letra Lamed ,
temos que notar que esta
letra está invertida e por este facto
passa a ter o nome de ZARCO!
Esta sensacional descoberta foi feita, em
1930, em Portugal, pelo
Major Santos Ferreira.
Chegamos assim à conclusão do nome
Salvador Fernandes Zarco. Mas se
este nome é verdadeiro temos que recorrer
à documentação feita pelo
navegador para o confirmar.
Temos que rever pelo menos QUINZE
documentos verdadeiros que contem a
Sigla feita pelo punho do navegador. Foi
o que eu fiz. Com a minha
lupa, ao examinar os quinze documentos,
descobri, que em todos
eles, na parte esquerda, ao mesmo nível
da Sigla, existia um
Monograma, que ninguém no mundo inteiro
tinha detectado, até 6 de
Janeiro de 1989! Pedi auxílio à minha
mulher, Sílvia, porque ela é
uma bordadeira excelente, especialmente em
monogramas. Com
facilidade ela conseguiu desentrelaçar
as três letras do Monograma
S F Z que são as inciais do nome Salvador
Fernandes Zarco! Eureka!
Gravura (8) Documento com Monograma e
Sigla
Gravura (9) Decifração do Monograma
Agora temos que perguntar: donde é que o
navegador recebeu o nome de
Zarco? Da mãe que era Isabel Gonsalves
Zarco, filha de João Gonsalves
Zarco, judeu sefárdico português, da
cidade de Tomar, Portugal e que
foi o descobridor da Ilha de Porto Santo,
em 1418! E quem era o pai
de Salvador Fernandes Zarco? Era Dom
Fernando, Duque de Beja.
Salvador Fernandes Zarco era fruto de amor
proibido. Por isso a mãe
foi dar à luz em Cuba, no Alentejo, uma
aldeia que fica a doze
quilómetros ao norte de Beja, porque
entretanto o Duque decidiu
casar com outra Isabel.
O futuro navegador nasceu em 1448, mas
quando tinha seis anos foi com
a mãe para a Ilha de Porto Santo, depois
dela ter casado com Diogo
Afonso Aguiar. Ao 14 anos iniciou a vida
marítima nas caravelas
portuguesas em viagens para as costas de
Àfrica.
Mais tarde viria a casar com Filipa Moniz
de Perestrelo, filha do
Governador da Madeira. Deste casamento
nasceu um filho legítimo que
foi baptizado com o nome de Diogo Colon (não
Colombo).
Salvador Fernandes Zarco, (o futuro
Cristovão Colon), foi
marinheiro nas caravelas portuguesas mais
de dez anos. Ele tinha que
ser português, porque se não o fosse teria
sido atirado ao mar por
Decreto do Rei D. João II, que proíbia
estrangeiros de navegar nas
caravelas e naus portuguesas.
Benção de Colon
Gravura (10) Benção
Outro documento importante que devemos
estudar, para compreendermos
melhor os vastos conhecimentos culturais
hebraicos do Cristóvão
Colon, é a Benção que ele dirigiu ao
filho legítimo, Diogo Colon,
nas suas últimas DOZE cartas, entre 12 de
Novembro de 1504, até 24 de
Fevereiro de 1505.
Este sinal peculiar da Benção foi
descoberto pelo famoso Simon
Wiesenthal em 1973 e aparece em todas as
referidas cartas no lado
esquerdo superior. A Benção é composta por
duas letras hebraicas,
Beth e Hei, que são as iniciais de Baruch
Hashem, que
significam "Deus te abençoe! ".
Todas estas cartas dirigidas ao filho,
Diogo Colon, são
consistentes porque possuem: (1) a Benção
no canto superior esquerdo,
(2) o Monograma no canto inferior esquerdo
e (3) a Sigla no canto
inferior direito na base de cada carta.
Cartas ao filho Diogo Colon
Gravura (11) Uma carta com as 3 cifras:
Benção, Monograma e Sigla
Pelos documentos que já analisamos é fácil
compreendermos que o
grande navegador Cristovão Colon era um
homem erudito, não só na
ciência de navegar, mas também tinha
conhecimentos de várias línguas
tais como português, espanhol, grego,
latim e hebraico, incluindo a
Bíblia. A testemunhar este facto são os
valores intrínsicos da
Sigla, do Monograma e da sua Benção.
Devemos notar que a sua mãe,
Isabel Gonsalves Zarco, era judia
sefárdica portuguesa de Tomar,
onde ainda hoje existe a Sinagoga d'Arco
ou do Zarco e que está
aberta ao público.
Quero confessar
Até 1989, eu pensava como toda a gente,
que Colombo era genovês,
porque foi assim que fui ensinado nas
escolas em Portugal. Foi o
livro de Mascarenhas Barrreto "Cristóvão
Colombo, Agente Secreto do
Rei Dom João II" que me estimulou a
investigar directamente os
documentos originais do navegador. Por
isso eu quero aqui prestar,
publicamente, a minha alta homenagem a
Mascarenhas Barreto, não só
pelas suas descobertas, mas também pela
sua coragem inabalável em
defender, contra todos os "inimigos da
onça", a Teoria de que
Cristóvão Colon era realmente Português!
Foi Mascarenhas Barreto que coligiu a
lista de mais de quarenta
topónimos portugueses nas Caraíbas depois
das quatro viagens que o
navegador fez às Antilhas depois de1492.
Aqui está a lista:
S. Vincente, Santa Luzia, Guadiana,
Ponta de Santo Antonio, S.
João Baptista, Porto Santo, Mourão,
Isabel, Sanctus Spiritus, Sta.
Clara, S. Nicolau, Conceição, Cabo de S.
João, Cabo Alfa, S.
Domingos, Cabo Roxo, S. Miguel, Cabo
Omega, S. Antonio, Sta.
Catarina, S. Jorge, Ponta Galera, S.
Bernando, Bocas das Serpentes,
Boca do Dragão, Margarida, Ponta de Faro,
Boca de Touro, Cabo Isabel,
Ilha dos Guinchos, Salvador, Santarém,
Cuba, Curaçao, Brasil, Belém.
Alguns destes nomes são comuns no
português e no espanhol, mas um
certo número só podem ser exclusivamente
portugueses, tais como:
Brasil, Santarém, Curaçao, Faro, Belém,
Touro, Ponta e Porto.
Não há dúvida que estes nomes portugueses
só servem para afirmar e
testemunhar que Cristoóvão Colon ou
Salvador Fernandes Zarco tinha
que ser realmente 100% português!
Documentos falsos
Com respeito ao Colombo genovês,
Mascarenhas Barreto afirma no seu
livro "Portuguese Columbus":
(1) O Colombo italiano nunca foi navegador.
Foi simplesmente um
cardador de lã.
(2) Todos os membros da família de
Colombo de Génova era eram
plebeus e cardarores de lã.
(3) Se Colombo saiu de Génova as 24 anos
como é que ele nunca falou
italiano, nem escreveu nada em italiano?!
Os defensores da Teoria
Genovesa dizem que "Ele esqueceu a língua
italiana". Que coisa
ridícula!
(4)Se ele nasceu em Génova ( e era
italiano) porque é que ele nunca
pôs nos primeiros mapas das ilhas do Mar
das Caraibas, nenhum nome
em honra das cidades famosas da Península
Itálica tais como: Génova,
sua terra natal, Roma (sede da Igreja
Católica), Veneza, Florença,
Nápolis, Turim, Milão, Pisa, Palermo,
etc. Porque é que nos mapas de
Quinhentos aparecem mais de quarenta
nomes portugueses nas Ilhas da
América Central e não aparece sequer um
nome italiano?
(5) Como podia um plebeu, um cardador,
casar com a filha do
Governador da Madeira, quando as
diferenças de classes -- entre
nobres e plebeus -- eram enormes.
(6) É muito importante verificarmos que
todos os documentos em que
a Teoria Genovesa se baseia são TODOS
FALSOS! O nome Cristoforo
Colombo é falso, o testamento é falso e
o chamado Codicilo
Militar também é FALSO!
Testamento
Vejamos, por exemplo o Codicilo Militar,
o último documento
atribuído a Cristoforo Colombo. Codicilo é
um pequeno códice ou
acrescento a um testamento para o
modificar ou completar. Vejamos que
o Codicilo Militar, atribuído a
Cristoforo Colombo, é um documento
falso, não só pelo conteúdo, mas também
pela caligrafia e pela Sigla
fraudulenta.
Podemos ver claramente que a sigla do
Codicilo Militar é uma fraude
quando a comparamos com a Sigla
verdadeira de Cristovão Colon.
Gravura (12) - Codicilo Militar
Feito em
Valladolid 4 de Maio, 1506
S.
S.A.S.
XPYFERENS
X. M. i.
Aqui vemos que o [ i ] é usado em vez do
[ Y ] e que no [
XpõFERENS ] , faltam
o [ : ] colon, e o [ . / ] semicolon,
que são umas das partes mais
importantes da Sigla verdadeira.
Gravura (13) Documento verdadeiro com
a Sigla
Conclusões
(1) Porque é que o navegador escolheu o
nome de Colon? Escolheu a
palavra Colon devido ao seu significado
religioso e místico.
A palavra Colon além do seu significado
de pontuação tem também um
significado anatómico, como acontece no
colon ascendente, colon
transversal e colon descendente. Colon
representa as "partes",
porque divide uma frase em partes e
também divide o intestino
grosso em "partes".
Desde a Antiguidade que a palavra Colon
tem tido um significado
religioso e espiritual. Tem sido um
símbolo muito usado
para "afastar o mau olhado" . Podemos
comparar o simbolismo do
Colon ao significado da Cruz no mundo de
hoje que serve também
para "afastar o mau olhado das pessoas e
das nossas casas".
Acredito que o Cristovão Colon escolheu o
símbolo de colon [ : ]
porque ele desejava obter a protecção
divina durante a sua longa
viagem através do Atlântico. Assim ele
colocou na sua Sigla o seu
próprio nome ao centro, protegido
lateralmente por dois sinais de
Colon. É por isso que ainda hoje é
facílimo ler o nome de Colon na
Sigla se soubermos ler na sua forma
original os sinais de [ : ] e
[ . / ] COLON.
(2) Os historiadores e os professores,
que têm passado toda a vida
a ensinar e a escrever (e a comer
almoços e jantares), defendendo
a teoria de que Colombo era genovês,
continuam a fazê-lo porque
continuam a ser TRANSFIXADOS (cérebro
lavado) pelos nomes Colombo
e Columbus, constituindo um erro
terrível para a história
universal! A nome Colombo quer dizer "pombo",
e o navegador nunca
foi pombinho nenhum!.
Ninguém tem o direito de transfixar o
nome do navegador para outro
nome qualquer. O nome verdadeiro do
navegador é Cristophõm Colon ou
Cristovão Colon, tal qual aparece nos
documentos irrefutáveis que são
as duas Bulas Papais.
É uma vergonha horrível os professores do
ensino secundário e
universitário em Portugal, a Academia de
História, o Ministro da
Educação, todos os governantes de Portugal
assim como o Ministério
dos Negócios Estrangeiros e todo o corpo
diplomático português
espalhado pelo mundo, continuarem a
dizer que Colombo era genovês
em vez de afirmarem com convicção e
patriotismo que o navegador
Cristovão Colon era realmente português.
E os leitores querem saber
porque é que estes "senhores tão sabidos"
tomam tal atitude anti-
portuguesa? Porque querem ser mais
papistas que o Papa!
Quem quiser ver mais documentação deve
visitar a minha website
http:www.apol.net/dightonrock/
Bibliografia
Amler, Jane Fances Christopher Columbus
Jewish Roots Jason Aronson
Inc., Northvale, New Jersey
Barreto Mascarenhas 1992 - The Portuguese
Columbus, Secret agent of
King John II. New York: St. Martin's
Press.
Da Silva , Manuel Luciano 1971 - The
Portuguese Pilgrims and Dighton
Rock, Nelson Martins, Editor. Published by
the Author: Bristol, RI.
Da Silva , Manuel Luciano - Columbus
wasn't Columbus, Massachusetts
Academy Magazine, Fall/Winter 1989-1990,
Vol. III, No. 3, pp. 3-10.
Harrisse, Henry - The Discovery of North
America. Amsterdam: N.
Israel Publishing Dept. Reprint 1969
De Mello, Alfredo El Verdadero Colón,
Montevideo, Uruguay. Author's
Edition
Thacher, John Boyd 1967 - Christopher
Columbus: His Life, His Work,
His Remains, 3 Vols. New York: AMA Press
Inc.
Wiesenthal, Simon 1973 - Sails of Hope
- The Secret Mission of
Christopher Columbus. New York:
Macmillam.
Sobre quando e quem é que descobriu
realmente a América.
Foi apresentado à audiência (casa cheia),
pelo presidente do museu,
Sr. Halsey Herreshoff, como sendo "um
grande amigo, um mentor de
muitas pessoas, um cidadão admirável nesta
cidade, um homem que
dedica um grande entusiasmo a tudo que faz".
Após esta apresentação, o Dr. da Silva
entrou logo na sua
conferência que durou aproximadamente duas
horas, com um ávontade de
palavra extraordinário, descrevendo os
diapositivos coloridos com
frases por vezes humorísticas, rolando os
seus rês e levando
consigo a assistência de marinhantes
entusiastas, em várias viagens,
de ida e volta, atravessando o Atlântico,
para esclarecer os seus
pontos históricos sobre os descobrimentos
portugueses.
Citando o mapa feito em 1424 - ou sejam
68 anos antes de Colombo ter
desembarcado nas Caraíbas (em 1492) - e
ainda as inscrições da Pedra
de Dighton no Rio Taunton, o Dr. da Silva
reivindicou que há provas
irrefutáveis de que os portugueses foram
os primeiros europeus a pôr
os pés em terras da América do Norte,
porque "todos os seus
marinheiros receberam a mesma instrução e
educação marítima na
Escola Náutica fundada pelo Infante D.
Henrique", em Sagres,
Portugal.
"Qualquer pessoa pode escrever os livros
que quiser, mas a prova real
são as inscrições gravadas na pedra",
disse o Dr. da Silva.
Especificamente a Pedra de Dighton contem
gravadas inscrições que
quando analisadas de muito perto podemos
ver claramente o
nome "Miguel Corte Real", um navegador
português da última parte do
século XV que nunca mais voltou a Lisboa
depois da sua viagem em
1502, observando também três cruzes
portuguesas da Ordem de Cristo,
a data de 1511 e ainda o escudo nacional
português em forma de
um "V".
De acordo com o Dr. da Silva as inscrições
da Pedra de Dighton
condizem muito de perto com as outras
gravações irrefutáveis
portuguesas na África, na Ásia e nas
Américas, sendo por isso provas
positivas.
A Carta Náutica feita em 22 de Agosto de
1424, por Zuane Pizzigano,
contem quatro ilhas com o formato, tamanho
e posição latitudinal,
coincidindo com a escabrosidade das ilhas
da Terra Nova, Nova Escócia
e Ilha do Príncipe Eduardo, na costa
oriental do Canadá.
A ilha maior deste grupo tem o nome
português de Antilha (escrito no
próprio mapa) e de acordo com o Dr. da
Silva, esta cadeia de ilhas
chamadas agora as "Verdadeiras Antilhas"
têm sido confundidas com as
ilhas das Caraíbas que se localizam desde
Cuba até à Trindade,
constituindo "um erro de duas mil milhas".
Mas os pontos mais impressionantes do Dr.
da Silva, não tem nada que
ver com os documentos apresentados ou com
as inscrições gravada na
Pedra de Dighton.
Ele demonstrou como, examinando as
correntes oceânicas marítimas (e
os ventos), as viagens de Portugal para a
América eram (e são ainda
hoje) as mais fáceis, para os navegadores
portugueses que usando a
Caravela, com as suas velas latinas ou
triangulares, eram capazes
de navegar contra os ventos, podendo
sulcar por isso os altos
mares, muito mais facilmente ( e mais
rápido) do que se os barcos
navegassem ao longo das costas marítimas,
permitindo assim aos
portugueses de chegarem primeiro à América
mesmo até
que "acidentalmente"!
O Dr. Luciano da Silva dedicou esta
conferência "aos historiadores
amadores, porque somos nós, disse, que
temos vindo a fazer as
maiores descobertas originais da História"
e concluiu a sua palestra
encorajando toda a assistência a examinar
a evidência por ele
apresentada para terem o grande prazer de
verificarem que as novas
teorias expostas são as verdadeiras!