free web hosting | free hosting | Business Hosting Services | Free Website Submission | shopping cart | Coaching Institute | php hosting
affordable web hosting Pets web page hosting web hosting website hosting web hosting service web hosting web host
New Page 1
Olivença - Portugal Livre

Movimento Patriótico

www.portugal-livre.00freehost.com
 
Publicado desde 12 Setembro 2001

Notícias de Olivença Agosto 2007

"Crer e Querer para Vencer"

1. - Este serviço de informação foi iniciado em 2001 (somente em inglês) para  informar melhor os leitores da "Rede" em todo o mundo através de notícias actuais e eventos históricos, sobre os territórios de Olivença e Juromenha (margem esquerda) do Odiana (Guadiana).
2. - Contrapor as mentiras e arrogância de Espanha sobre o litígio desde 1801.
3. - Desmascarar o encobrimento espanhol e falência de cumprir as suas obrigações internacionais.
4. - Mostrar como as "boas relações" espanholas com Portugal são de facto hipócritas e falsas, sendo na verdade motivadas por intenções imperialistas já antigas.
5. - Ver como Portugal tem tentado superar a realidade da sua contínua humilhação.
6. - Envergonhar os líderes ilusórios e cobardes de Portugal, para reagir a Madrid e tomar acções positivas para recuperar os territórios de Olivença e Juromenha, e fazer o "reino espanhol" respeitar a integridade territorial de Portugal.

Google Nedstat Basic - Free web site statistics

"OLIVENÇA - a Nossa Luta" 

Latest News últimas Notícias

 

29 de Agosto de 2007

DW-WORLD.DE Deutsche Welles European Journal

Spain: Who Owns Olivenza?

Olivenza lies in Spain's Extremadura, near the border with Portugal. The city once even belonged to Portugal, until the Spanish allied with Napoleon seized it 200 years ago, in the War of the Oranges. Once Napoleon was defeated, the city was meant to revert to Portugal. But Spain always refused. The residents of Olivenza still remember their Portuguese heritage, reflected in the city's language and festivals.

 

 

EL PERIÓDICO EXTREMADURA, 27-Agosto-2007
JAVIER Figueiredo

Me admira la capacidad de José Saramago para hacer correr ríos de tinta y zarandear un poco la materia gris del personal. Sus presagios sobre la dilución de Portugal como una autonomía junto al resto de naciones y regiones peninsulares han levantado ampollas en el país vecino y han pasado casi inadvertidos por aquí.

Puestos a hacer geopolítica ficción sobre la reintegración de Portugal al redil español, deberíamos despejar algunas dudas de esta provocación veraniega. La primera es si los portugueses deberían dejar de hablar su lengua, si seríamos los españoles los que empezaríamos a aprender portugués o si se establecerían comunidades lingüísticas diferenciadas, como en Bélgica o Suiza.

Los precedentes apuntan a que el castellano intentaría ser la lengua oficial en todo el territorio y se impediría que los portugueses se pasaran de la raya en el amplio sentido del término. Tal vez algunos españoles se enfadarían muchísimo cuando vieran a los políticos nacionalistas lusos expresarse en su idioma y les gritarían para que hablaran en cristiano. Imagínense las protestas de quienes viajaran a Lisboa y volvieran indignados porque los habitantes de allí se expresaban en su dialecto y no en la lengua común.

Así que, querido José, aunque sólo sea como forma de proteger la maravillosa lengua en la que escribes, lo mejor será dejar las cosas como están, porque esto de la pluralidad cultural no tiene todavía muchos adeptos y sí que hay muchos que creen que su lengua, su cultura y su manera de vivir es la mejor del mundo mundial. Además, para llevarse bien con el vecino y apreciar su cultura no es necesario absorberlo.
 


"NOTÍCIAS MAGAZINE", rev. gratuita dominical do Josn. Not. e do D
26 de Ago de 2007 
CARTA
A ESPANHA DO SENHOR SARAMAGO
A última edição do "Economist" inclui um interessante artigo sobre Espanha, referindo que perante a dificuldade (consenso entre catalães, galegos e bascos, etc.) sobre a letra de um novo hino para Espanha (a propósito da futura representação de Espanha nos Jogos Olímpicos), uma cadeia de televisão abriu um concurso para a lírica do mesmo, para que a representação não tenha de cantar lá, lá, lá...lá, lá, lá...

Apareceram, então, nos vários textos, palavras como Amor, Liberdade, Cultura, Mundo, Bandeira, Constituição, Europa, etc. A designação Espanha, nunca. É esta a Espanha para onde Saramago sugere que vamos («Portugal acabará por se integrar em Espanha»)? Não, obrigado. Confusão (leia-se saco de gatos...) por confusão, prefiro a Europa... Pode não ter servido para muito mais, mas já temos o Euro e a paz. Para já, chega-me. Um amigo meu inglês, há bastantes anos e em tempos idos de estudante em Inglaterra, pediu-me que lhe desse em poucas palavras um exemplo de diferença entre portugueses e espanhóis, além, claro, de língua. «Eles (espanhóis)matam o touro, nós não», respondi-lhe. Não terá Saramago querido dizer, se usasse pontuação: «Portugal acabará, por se integrar em Espanha»?
Foi isso?
Carlos Batista
Lisboa

 

 

 REVISTA "TABU", DO semanário "SOL", 4-Agosto-2007
 
Página de Luís Filipe Borges
PORTUGAL REVISTO E AUMENTADO,   «ENSAIO SOBRE A PARVOEIRA»

«Que se saiba, a única emenda que Saramago fez na vida foi trocar as dedicatórias à primeira mulher por dedicatórias a Pilar. Isto prova que mesmo o estalinismo pode ser romântico.»
Este vosso escriba permitir-se tecer considerações sobre Saramago é algo tão patético como caçar cachalotes com uma zarabatana. Ah, mas a liberdade de expressão é tão doce. Essa mesma liberdade que levou um pontapé do nosso Nobel quando botou discurso, cheio de salamaleques pró-islâmicos, sobre a polémica das caricaturas de Maomé. O mesmo homem que, n`«O Evangelho Segundo Jesus Cristo», reduzia toda a fé católica a uma redacção da 4.ª classe, achou as caricaturas desrespeitosas.
Enfim, de cada vez que Saramago fala, quase me arrependo de ter lido obras da excelência de «Ensaio Sobre a Cegueira», «O Ano da Morte de Ricardo Reis», o inevitável «Memorial do Convento» ou até mesmo a «Jangada de Pedra» - livro onde (através de uma das suas metáforas pouco subtis9 o autor já fazia a elegia dessa «Ibéria» com que voltou a sonhar recentemente.
Eu, se não fosse português, gostava de ser espanhol - sim, senhores. Mas pela principal razão de ter Portugal tão pertinho. Eu, e muitos como eu, conseguimos separar sem grandes confusões os actos heróicos do comunismo das acções pérfidas desse Fidel que Saramago insiste em ilibar. Quase todos nós, tenho a certeza, teríamos vergonha de ser elogiados por Hugo Chávez, essa figura de opereta que faz João Jardim parecer membro da Geração de 70. Mas Saramago aparenta passear pela vida cheio de certezas absolutas e faz questão de nos iluminar a todos. Seja qual for a ocasião. Até num programa inócuo como o "talk-show" de Jô Soares, o nosso Zé do Nobel teve de dar uma rabecada na mensagem de Cristo. Amai-vos uns aos outros?! Nem pensar. O que ele devia ter dito era «respeitai-vos uns aos outros». Pobre pensador de Lanzarote, que até o amor lhe faz comichão no cocuruto.
Na inevitável comparação com António Lobo Antunes, a personagem Saramago perde desde logo em duas vertentes. Não sabe rir e nunca o veremos pedir desculpa. Lobo Antunes tem humor (mostra-o amiúde nas suas crónocas) e já pediu perdão a Vasco Graça Moura (por críticas que lhe fizera e das quais se penitenciou, considerando-as injustas). Saramago, tudo o indica, acha-se infalível. Que se saiba, a única emenda que fez na vida foi trocar as dedicatórias à primeira mulher por dedicatórias a Pilar, em todas as novas edições que saíram de volumes escritos nos tempos da outra. Mas isto até é fofo. Prova que mesmo o estalinismo pode ser romântico.
Num mundo ideal, desejaria ardentemente que Saramago se "limitasse" à escrita de obras imortais. Mas, num país tão pequeno como o nosso, a genialidade não abunda. Por isso, e por gostar tanto da minha terra, é que não me importo mesmo nada de continuar a admirar um escritor assim. Mesmo que, volta e meia, ele atire ao vento mais uma enormidade. Quase, quase nos convencendo de que é um imbecil.
Para terminar, receito a José umas palavrinhas de Eça de Queiroz, ideais para quem se leva demasiado a sério: «Pobre moço, que de muito trabalhar sobre o universo e sobre ti próprio, perdeste a simplicidade e com ela o riso, queres um humilde conselho? Abandona o teu laboratório, reentra na Natureza, não te subtilizes em tantas análises (...), e recoquistarás, com a saúde e com a liberdade, o dom augusto de rir»(Gazeta de Notícias, 1891).
(....)
 

REVISTA "ACTUAL" /EXPRESSO, 28-Julho-2007
Crónica por Francisco Belard
PASSAGEM DAS HORAS,  Portugal e as Espanhas

Portugal tende a julgar-se eterno. Talvez isso seja positivo, mas mesmo a eternidade se tem de conquistar diariamente (se não tiver de se merecer)

Alterar tamanho
Nos anos 80, um encontro em Buarcos (comentado no Expresso e noutros jornais) reuniu importantes escritores espanhóis e portugueses. Foi um encontro histórico; que eu saiba, nunca tinha havido nenhum semelhante em Portugal, nem voltou a haver (exceptuando uma espécie de «remake», ainda nessa década, em Tróia). Mas, como alguns dos espanhóis não usavam literariamente o «espanhol» ou castelhano (se preferirem, «a língua de Cervantes») e eram autonomistas ou até independentistas, gastou-se um dia, ou dois, a discutir que nome se ia dar ao encontro. O ambiente foi civilizado, mas os diálogos difíceis. Quase nenhum dos portugueses lera muitos dos espanhóis, e vice-versa. Mas certa aspereza de contactos verificou-se não por parte dos autores de um Estado relativamente aos do outro, mas sim entre os espanhóis. Galegos de um lado, castelhanógrafos (porque castelhano todos falavam e bem, naturalmente) de outro, catalães que escreviam em castelhano separados de catalães que escreviam
em catalão, etc. Os portugueses tentavam manter a neutralidade, e Vázquez Montalbán também (era catalão, escrevia em espanhol, mas respeitava todos e todos pareciam respeitá-lo). A primeira parte do colóquio passou-se, pois, a discutir o nome. Acabou por ser «ibérico»; luso-espanhol nem pensar.

Vinte anos depois, um dos portugueses que lá tinham estado contou-me (e a mais alguém) um episódio que eu desconhecia ou esquecera. Tinha ele ouvido então um escritor português repetir, em tom de desabafo, a célebre e velha frase: «De Espanha, nem bom vento nem bom casamento.» E acrescentava a minha fonte: «E sabem quem disse isso lá? O José Saramago.»

Não me lembrei de perguntar a Saramago, quando há meses o encontrei na Azinhaga, se se lembrava de ter dito isso. A confirmação nem me parece importante, pois a afirmação nada tem de caluniosa («si non è vera...») e nessa época nada fazia prever o encontro feliz entre José e Pilar del Río, que eu só viria a conhecer em 1987, em Valência, num congresso sobre a Guerra Civil (esse, sim, com momentos de forte agressividade entre alguns espanhóis, envolvendo também Octavio Paz, Jorge Semprún e Vargas Llosa, mas por razões ideológicas sem qualquer relação com idiomas nem autonomias). Montalbán, que moderava uma das mesas, procurou fazer de conciliador, mas sem êxito. No intervalo, sentou-se deprimido num sofá e disse-me: «Congressos, a partir de agora, só de literatura policial.»

Mas não é desses encontros que pretendo falar. Lembrei-me deles porque em ambos participou José Saramago, o português contemporâneo que é a prova viva de que de Espanha pode vir bom casamento, e bom vento também. E lembrei-me porque foi Saramago a ressuscitar, com umas frases no Diário de Notícias (15-7-2007), a velha discussão sobre nós, a Espanha e o iberismo, julgo que sem prever o vento (por vezes com rajadas fortes) que aí viria. Resumindo por palavras minhas, achou provável que Portugal acabe por se integrar na Espanha (e que à união se poderá chamar Ibéria), achando esse processo natural e benéfico. A terminologia utilizada pelo jornalista («Seria, então, mais uma província de Espanha?») e distraidamente aceite pelo entrevistado pode ter contribuído para aumentar o escândalo de quem se escandaliza com declarações de um escritor que cada vez mais diz o que entende e lhe apetece. Nem a Andaluzia, nem a Catalunha, nem a Galiza, nem o País Basco, etc., são províncias, mas
sim «comunidades autónomas». As províncias (a terminologia ainda tem curso em Espanha) fazem parte dessas comunidades (p. ex., província de Badajoz, circunscrição da Estremadura espanhola).

Há portugueses que vêem com agrado a hipótese, outros que a acham inadmissível e odiosa, outros ainda que gostariam de discutir o assunto (ou o conjunto de questões entrelaçadas que se lhe associam) com naturalidade, seja qual for a posição de princípio ou a conclusão. A ideia da nossa absorção por Espanha (e outrora por Castela) originou traumas históricos. Chegou a estar programada por governantes espanhóis ao longo dos últimos séculos (como sujeição a um Reino com capital em Madrid) ou a ser projecto político de espanhóis e portugueses no século XIX, como República federalista «ibérica». Não tendo nós outra fronteira terrestre, a que temos com Espanha é mais valorizada simbolicamente (como em tempos o foi a fronteira oscilante entre a França e a Alemanha) do que são hoje as fronteiras entre Estados como o Luxemburgo, a Bélgica, a França, a Alemanha. Ou a Áustria, a Hungria, a República Checa. Mas termos uma só fronteira por terra não explica só por si o sentimento de amea
ça. A redução de Portugal ao seu espaço europeu, em 1975, aumentou a consciência de pequenez (reforçada por não sermos mais ricos - como nos anos 50 do século XX ainda éramos em relação a Espanha - nem conseguirmos, ou visivelmente querermos, que a nossa população aumente) perante países como o Brasil ou a Espanha, para os quais há cem anos podíamos olhar, pelo menos em termos diplomáticos, num plano quase de paridade e não de extrema disparidade de dimensão como hoje, em que há o risco de nos convertermos num «Estado exíguo» (como tem advertido Adriano Moreira). Se fôssemos vizinhos de Malta, de Andorra, do Luxemburgo, ou mesmo da Irlanda, talvez nos sentíssemos mais à vontade com as comparações.

Também as circunstâncias de termos uma fronteira europeia muito antiga (desde o século XII quase imutável, se descontarmos as ilhas) e uma só língua materna em todo o território (descontando o mirandês) nos dão um sentimento de singularidade, que não assenta em ficções, mas desconhece as mutações historicamente verificadas noutras áreas. A Lituânia e a Polónia já estiveram politicamente associadas. A Suécia e a Noruega também. A Inglaterra e a Escócia foram reinos independentes, hoje fazem parte de um Reino Unido (até quando?). A Prússia e a Manchúria, tão importantes em certos períodos, deixaram de existir. A Califórnia foi espanhola e depois mexicana. Em 1830, a Itália não existia como Estado (nem a Bélgica). A Estónia, a Letónia e a Lituânia emergiram em 1919 da Rússia (como a Finlândia e a Polónia), em 1940 desapareceram e em 1980 ninguém acreditava que reaparecessem no mapa. Exemplos análogos, mas todos diferentes, podiam multiplicar-se.

Portugal tende a julgar-se eterno. Talvez isso seja positivo, mas mesmo a eternidade se tem de conquistar diariamente (se não tiver de se merecer). Estamos hoje na UE, na Eurolândia, no espaço Schengen, sem querermos ver que a nossa fronteira com Espanha é da mesma natureza que a desta com a França, ou outras. A economia liga pouco ou nada a fronteiras. A língua, e não o futebol, pode garantir ainda que a nossa identidade seja duradoura (ao contrário da Suíça, cuja identidade assenta noutras bases, ou da Bélgica, que na prática são dois países e uma capital, Bruxelas, que é hoje a nossa capital, embora julguemos que é Lisboa e que amanhã poderá ser Madrid). Mas quem é que se importa com a língua?

Prometo falar da Ibéria. Mas noutro dia, pode ser?

 

 

 

ECONOMIST (26 de Julho de 2007)
Spain

Lost for words
Jul 26th 2007 | MADRID
From The Economist print edition

The difficult search for a new anthem

THE naughty ditty that generations of Spanish schoolchildren have sung to one another to the tune of the national anthem is hardly respectful. The words refer, among other things, to the former dictator, General Francisco Franco, his mother and his buttocks.

That today's schoolchildren still giggle over this is due, in part, to the fact that Spain's national anthem no longer has any lyrics. A Francoist paean to the fatherland was dropped after the death of the Generalísimo in 1975 and was never replaced. So Spanish sportsmen and women have nothing to sing when they take to the field in their country's colours or win international competitions. Whereas others belt out their anthems, Spaniards can only tap their toes or hum along.

"It is not fair that our sportsmen can only sing along by going chunda-chunda-chunda or lo-lo-lo-lo to the anthem," says an official from Spain's Olympic committee, which has asked Spaniards to come up with new lyrics. Thousands of proposals have been submitted, and the best three or four will be chosen in September. Parliament will then be invited to decide which should become the official words to the anthem. And that, undoubtedly, is where the problems will begin.

The very idea of putting words to the Spanish anthem, a jaunty tune known as La Marcha Real (The Royal March), is explosive. Exuberant patriotism is still considered suspect. Politicians in one of Europe's most decentralised countries expend vast amounts of energy trying to define how many "nations", "countries" or "nationalities" exist within its borders. How can one come up with stirring patriotic words that will not offend those Basques, Catalans or Galicians who either do not want to be Spaniards or profess far greater loyalty to their region than to their country? The government of the prime minister, José Luis Rodríguez Zapatero, is steering clear of the issue for as long as possible.

So what would be acceptable to the vast majority of Spaniards? One clue comes in the winning entry to a competition run by the Telecinco television channel. This sings the praises of love, freedom, culture, Europe, the world, the flag and the constitution. One difficult word, however, was avoided altogether: España.

 

 

Semanário "SOL", 28 de Julho de 2007
POLÍTICA A SÉRIO,  TEMOS DE PERDER A INDEPENDÊNCIA?
José António Saraiva
José Saramago disse uma coisa que muita gente tem dito mas à qual a sua condição de Nobel deu uma outra amplitude: Portugal, mais cedo ou mais tarde, integrar-se-á na Espanha.
Do ponto de vista económico, isto já é uma evidência: a Península Ibérica tende a ser um espaço único, com as empresas espanholas a operarem em Portugal com o mesmo à-vontade com que operam em Espanha, e com o seu centro em Madrid.
Resta saber se a esta integração económica corresponderá necessariamente uma integração política.
Os marxistas, como Saramago, acham que sim.
Eu tenho algumas dúvidas.

A propósito, pense-se na seguinte questão: como explicar que a esquerda portuguesa, que no passado se bateu com tanta convicção pela independências das nossas colónias de África, seja hoje tão indiferente em relação à independência do seu próprio país?
Como explicar que a esquerda, que defendeu que Angola, Moçambique, a Guiné, Cabo Verde, deveriam ser nações independentes, aceita hoje com indiferença a ideia de Portugal deixar de ser um país independente?
Como explicar que Saramago, que foi um anticolonialiata militante, possa hoje dizer que o destino de Portugal é integrar-se na Espanha?
A independência era importante para as ex-colónias mas para nós não é?

Julgo que há uma explicação para isto: a esquerda que existe formou-se no Estado Novo e tem como traço fundamental o anti-salazarismo.
Como Salazar era liminarmente contra a independência das colónias, a esquerda era a favor.
E como Salazar era activamente nacionalista, a esquerda é anti-nacionalista.
Ontem combatia o colonialismo português em Àfrica e advogava as independências africanas; hoje aceita pacificamente a anexação de Portugal por Espanha e o seu fim como nação independente.

Verdade se diga que o iberismo está de certa forma na moda não apenas entre a esquerda (nem apenas na boca de Saramago), mas entre a classe média.
A classe média portuguesa olha para o enorme desenvolvimento que a Espanha registou nas últimas décadas, compara-o com o marasmo português e conclui: integrados na Espanha seríamos mais prósperos, mais ricos e mais felizes.
Ora, é uma ilusão pensar assim.
Basta olhar para o que aconteceu em muitas empresas portuguesas que foram compradas por espanhóis: a investigação deixou de ser feita em Portugal e passou a ser feita em Espanha, os quadros superiores portugueses foram substituídos por espanhóis nos lugares-chave, os portugueses ficaram em posição subalterna e acabaram por se sentir estranhos no seu próprio país.

É exactamente para evitar isto que a independência serve: para os naturais de um país não se sentirem estranhos na sua própria terra.
E não deixa de ser insólito que, num mundo em que por toda a parte se vêem povos a bater-se pela independência ou por uma maior autonomia, os portugueses dêem a independência de barato e aceitem abdicar dela.
Provavelmente, o nosso problema é sermos há tanto tempo independentes que já não reconhecemos as vantagens que isso traz (ou as humilhações que evita).
E - há que dizê-lo - a independência é sobretudo uma questão de vontade.
Quando Saramago disse que a integração na Espanha é inevitável, estava implicitamente a dizer que os portugueses não têm vontade de continuar a ser independentes (ao contrário dos bascos ou dos catalães, que no próprio dia em que o franquismo caiu ressuscitaram os seus valores).

Portugal poderá perder a independência.
Mas só se os portugueses quiserem.
Daí que a posição mole, distraída, desinteressada, capitulacionista ou abertamente anti-nacionalista da esquerda portuguesa seja um mau sinal.
Há povos que lutaram pela independência e a conquistaram.
Inversamente, se um povo se desinteressar de ser independente acabará inevitavelmente colonizado.

 

"COURRIER INTERNACIONAL", 27-Julho-2007

A PROFECIA DE SARAMAGO
Fernando Madrinha
Ainda há pouco tivemos um ministro, por sinal com origem ideológica idêntica à de José Saramago, a proclamar o seu iberismo. Agora, veio o Nobel da Literatura profetizar, não pretendendo armar-se em profeta, que Portugal acabará por integrar-se na Espanha. E que esta, «provavelmente», pssará a chamar-se Iberia, como a companhia de aviação. Saramago não explica como ocorrerá a integração - se por imposição de Madrid, se a pedido dos portugueses, se por consenso ou osmose - mas, interrogado sobre se Portugal passaria a ser uma província de Espanha, responde: «Seria isso». Não precisa, pois, de dizer mais nada.
Por natureza e definição, os profetas vêem mais longe do que o comum dos mortais. Mas também acontece enganarem-se, ou, pelo menos, nunca serem compreendidos. Pode ser o caso do nosso admirado Nobel. De qualquer modo, esta não é a primeira ocasião, nem será a última, decerto, que ele desce ao povoado, lança a sua provocaçãozita e deixa os jornais a discuti-la, enquanto se recolhe ao sossego de Lanzarote, talvez sorrindo de sarcasmo no seu íntimo. Ou de satisfação por ter-se colocado outra vez no centro de uma polémica, ele que aprecia polémicas e tem lucrado com elas - desde a censura de Sousa Lara, em que foi vítima, até ao «Ensaio sobre a Lucidez», em que foi agente provocador. Desta vez, houve em Espanha e noutros países até, quem se associasse à discussão. Mas ninguém, por acaso, veio corroborar a sua leitura, aplaudir a sua visão, concordar com o seu «projecto». Pior: ninguém o levou muito a sério nem à sua profecia, o que não é bom para um grande escritor que costum
a gerir tão bem as suas intervenções e a sua imagem.
Provocação ou «marketing» editorial, talvez ambas as coisas, estas proclamações iberistas são daninhas e indesejáveis. Não por se recear que alastrem ou desanimem os concidadãos mais duvidosos do seu patriotismo, que sempre existiram. Apenas porque induzem em erro aqueles que, não conhecendo os portugueses, passem a vê-los com o olhar distorcido do Nobel; porque só ajudam a engordar o vírus da desconfiança na relação entre os dois povos; e ainda porque, podendo promovê-lo e aos seus livros em Espanha, rebaixam e diminuem muito o escritor em Portugal. É pena, por Saramago. E muito triste que o nosso autor mais celebrado seja tão azedo e displicente para com o país onde nasceu, a ponto de não lhe importar que ele desapareça como Estado independente.
 

 

Mapa do território ocupado português de Olivença e Juromenha

 

Artigos em Português                                         Articles in English

                                        

Os Direitos de Portugal                              Portugal's Rights

  Arquivos: O Litígio de Olivença          Archives: The Olivença Dispute:

Treaty of Alcanizes  "de Jure" Map of Portugal  Olivença Timeline  Treaties Galore  War of the Oranges  Portugal Claims  Portuguese Army Map and Olivença Flag  Forgotten Alentejo  1000 Year Overview  OlivençaNet/GAO  Forum Olivença

Portugal: Um Milénio  Mapa do Exército Português e a Bandeira de Olivença  Acontecimentos Históricos de Olivença  O Alentejo Esquecido - Mapa de Olivença e Juromenha  A Guerra das "Laranjas"  A Grã Bretanha e Olivença  Gibraltar e      Fartura de Tratados  Tratado de Alcanizes   Portugal Reivindica Olivença  Mapa "de Jure" de Portugal

Envie o seu comentário/Send your views: portugal-livre@freeola.com

                      

 

My name is

Comment/Point of View

Comentário/Ponto de Vista

4 de Agosto de 2007

A ESPANHA DE SARAMAGO

A última edição do "Economist" inclui um interessante artigo sobre Espanha, referindo que perante a dificuldade de consenso entre catalães, galegos e bascos, etc., sobre a letra de um novo hino para Espanha (a propósito da futura representação nos Jogos Olímpicos). (?)
Apareceram, então, nos vários textos, palavras como amor, liberdade, cultura, bandeira, Constituição, Europa, etc. ...Mas Espanha, nunca.
É esta a Espanha para onde Saramago sugere que vamos? Não, obrigado.
Confusão (leia-se saco de gatos...) por confusão, prefiro a Europa...
Um amigo meu inglês, em tempos idos, pediu-me que lhe desse em poucas palavras um exemplo de diferença entre portugueses e espanhóis.«Eles matam o touro, nós não», respondi-lhe.
Em vez de «Portugal acabará por se integrar em Espanha», não terá Saramago querido dizer, se usasse pontuaçaõ: «Portugal acabará, por se integrar em Espanha»?
Foi isso?
Boa "silly season".
Carlos Batista
Lisboa



29 de Julho de 2007
OS DEVANEIOS DO NOBEL JOSÉ SARAMAGO
José Saramago, um dos grandes vultos da Literatura Universal, profetizou a integração de Portugal na vizinha Espanha. Não me chocou.
Frequentemente, o nosso Nobel da Literatura entra em devaneios mentais, típicos da idade avançada e profere inanidades.
Se José Saramago fala de política, a costela estalinista não lhe permite uma visão independente e justa.
Se José Saramago fala de religião, o seu ateísmo fervoroso não lhe permite ter um discurso racional.
O autor de "Memorial do Convento" foi vetado há vários anos para um importante prémio europeu, pelo infeliz Sousa Lara. Indignação geral.
O literato, comunista radical, exilou-se em Lanzarote e... estavam reunidas as condições para ser galardoado pela Academia Sueca.
Li algumas obras de José Saramago e inclusive comprei dois livros.
A partir da sua profecia "ibérica" está fora de questão ler ou comprar mais alguma obra! Não suporto antipatriotas!
Filipe Wolf


26 de Julho de 2007
Jornal "Alentejo Popular"(influência Comunista)
JOSÉ SARAMAGO, O IBERISMO E AS FARC
«Lamentamos que um escritor tão talentoso tenha proferido declarações que projectam dele uma imagem incompatível com a grandeza da sua obra e idéias que defendeu desde a juventude»

Sobre recentes declarações de José Saramago, o sítio web «odiario.info» divulgou uma nota editorial, intitulada «O inflamado hispanismo de Saramago e a sua condenaºão de uma guerrilha heróica», que reproduzimos na íntegra.
O «Diário de Notícias», de Lisboa, e «El Tiempo», de Bogotá, publicaram quase simultaneamente entrevistas com José Saramago, que foram recebidas com espanto e motivaram justas críticas em Portugal e na América Latina.
Na primeira (15.07.07) retoma a esfarrapada bandeira do iberismo para afirmar que Portugal desaparecerá como Estado nação. Ainda que não se assumindo como profeta, afirma que Portugal acabará por se integrar na Espanha. Ao ser-lhe perguntado se «seria, então, mais uma província da Espanha», respondeu: «Seria isso. Já temos a Andaluzia, a Catalunha, o País Basco, a Galiza, a Mancha, e tínhamos Portugal. Provavelmente (Espanha) teria de mudar de noma e passar-se a chamar Ibéria».
Na mesma entrevista informa que já não comemora o 25 de Abril e esclarece que se sentiria «irresponsável ao celebrar qualquer coisa de que não possa ver nenhum sinal, porque tudo que me trouxe desapareceu».
Discorrendo sobre outros temas, declarou que Durão Barroso «não tem feito mau lugar» como Presidente da Comissão Europeia e identifica em José Sócrates uma «incógnita», uma pessoa que não é capaz de entender.
Na entrevista concedida a «El Tiempo» (16.07.07) - o grande diário de Bogotá, identificado com a oligarquia colombiana e o imperialismo norte-americano - desfere um ataque devastador contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - Exército Popular. O título é expressivo do conteúdo: «A Guerrilha Colombiana é um exército de bandidos e narcotraficantes», diz José Saramago.
O repórter quis saber o que o escritor pensa da «política do Presidente Uribe perante a guerrilha».
Cabe recordar que Uribe, um político neofascista, o «melhor amigo» de George Bush na América Latina, foi o criador dos bandos paramilitares em Medellín, quando gavernador de Antioquia, época em que mantinha íntimas relações com os cartéis da droga. Ao visitar a Assembleia do Conselho da Europa foi vaiado.
Saramago respondeu:«Não há muita diferença entre a gestão do presidente Uribe e a gestão de outros presidentes anteriores».
Quando o entrevistador, um anticomunista primário,lhe perguntou se ainda é comunista, definiu-se como comunista, mas sublinhou que «ser comunista é um estado de espírito». Na sua opinião, da Revolução de Outubro também nada de positivo sobrou porque «no caso da União Soviética se inventou um capitalismo de estado».
Pela gravidade das afirmações feitas em ambas as entrevistas comentá-las exigiria um espaço não disponível numa nota editorial.
Chamamos somente a atenção para duas questões.
1. Ao formular o desejo de ver Portugal transformado em mais uma região da Espanha, Saramago traz à memória o discurso dos nobres portugueses que em 1640 optaram por El Rei de Castela, opondo-se à Restauração, prólogo de uma luta pela independência que iria durar 28 anos.
2. Ao identificar no «horrfor da guerrilha» o grande problema da Colômbia, reduzindo a um «exército de bandidos» a mais heróica guerrilha do continente americano, Saramago coloca-se nas antípodas de dezenas de prestigiados personalidades da «intelligentsia» da América Latina, que proclamam publicamente a sua solidariedade com os comandantes Rodrigo Granada e Simón Trinidad, sequestrados à ordem de Uribe e identificam no comandante Manuel Marulanda, comandante-chefe da organização revolucionária, um herói das Américas.
Consideramos, entretanto, um dever cívico lamentar que um escritor tão talentoso, merecidamente distinguido com o Nobel de Literatura, tenha proferido declarações que projectam dele, no Inverno da vida, uma imagem incompatível com a grandeza da sua obra e idéias que defendeu desde a juventude.
Os editores,
José Paulo Gascão
Miguel Urbano Rodrigues
Rui Namorado Rosa

Julho 23, 2007

OLIVENÇA - a Nossa Luta

José Sócrates deve pôr a Questão de Olivença em cima da mesa.

Nenhum Primeiro Ministro Português - mesmo Cavaco Silva não cumpriu - pode cumprir a sua missão sem exigir de Espanha a devolução de Olivença e seu termo.
José Sócrates tem de provar aos portugueses que não está prisioneiro dos interesses espanhóis a saber:

1 - Proibição de construção de centrais nucleares em Portugal;

2 - Devolução de Olivença e seu termo , ilegalmente na mão de Espanha desde 1815.

José Sócrates não é um mero José Saramago - fundamentalista do PCP e delegado de Espanha - que em vésperas da visita do Rei de Espanha deu a entrevista ao Diário de Noticias a defender a integração de Portugal em Espanha.
Saramago é um escritor de que eu não gosto. Não lhe reconheço mérito suficiente para ser Nobel da Literatura. Na minha opinião não escreve bem.
José Saramago é emigrante em Espanha e está senil em termos políticos.
No tempo da União Soviética queria o comunismo em Portugal e quiçá a integração na URSS.
Hoje está em Espanha e os interesses espanhóis em Portugal lá conseguiram que o Diário de Notícias publicasse uma entrevista vesga, a defender a integração de Portugal em Espanha.
Quando o Rei de Espanha vinha visitar Portugal!!!!
Estou farto de comunistas - no Governo depois de reciclados - e de individuos como José Saramago .
Mas do Primeiro Ministro de Portugal tenho de exigir que OBRIGUE ESPANHA A DEVOLVER OLIVENÇA, o que foi mandado fazer em 1815 e depois em 1817.
Se José Sócrates nada fizer NÃO CUMPRE AS SUAS FUNÇÕES DE PRIMEIRO MINISTRO.
Ao contrário de ZAPATERO que EXIGE DO REINO UNIDO A DEVOLUÇÃO DE GIBRALTAR.

POR PORTUGAL,
SEMPRE!

Correio-e/E-mail

More Pages

O Litigio de Olivença 

 Vila Real

Ponte Nossa Senhora da Ajuda 

 

Maravilhas de Portugal

Igreja de Santa Maria Madalena, magnífico monumento manuelino de Olivença

http://www.7maravilhas.pt/

 

ATLAS DE PORTUGAL 2007

http://62.48.187.117/atlas

/index1.html

 

28 de Julho 
Jornal de Notícias:

UM MÚSICO...
(Vicente Lusitano, de Olivença, o maior músico português do séc. XVI)

Com a tua música maravilhosa
em Roma o Papa emudeceste,
Vicente Lusitano, vida aventurosa,
mulato de Olivença, onde nasceste.

Homem de sabedoria pasmosa,
insatisfeito, pouco tempo ficaste,
e saíste, sem música melodiosa,
e na Alemanha te instalaste.

Pois mudaste a tua concepção,
a tua Fé tornou-se luterana
e em Roma perdeste afeição.

Gerado na terra alentejana,
não desapareceste, na recordação
da tua música, filho do Odiana.

Carlos Luna

 

Olivença no mês de Agosto

2006 100% Português

2005  Olivença pelos Ares

2004 Mapas de Portugal com Olivença e Gravuras Antigas de Portugal

2003 A Velha Ponte da Ajuda

2002 Questão Moral para Madrid  

EXTRA NO PROBLEM...IT'S ALL SPAIN!  

A Repressão espanhola na Galiza

Portugal fazer parte de Espanha?  Haja juízo!  O que fazem na Galiza, fariam os espanhóis em Portugal!!

www.galizalivre.org

Forum Olivença

GAO

Links

Forum Olivença

Grupo dos Amigos de Olivença

 

OLIVENÇA

 

Usurpação/Etnicídio Perfeito

 

http://www.biologydaily.com

/biology/Olivenza(gives an excellent description about Portugal's claim to Olivença(in English)

Enciclopédia "Kiwi"
http://www.wikipedia.org

/wiki/Portugal

 

ttp://www.odci.gov/cia/

publications/factbook/

geos/po.html#Issues
http://www.odci.gov/

cia/publications/factbook/

geos/sp.html

 

http://www.portugalmaispositivo.com

/?q=node/2863

 

Arquivos  2007 2006 2005 

2004  &  2003

Arquivos 2007

Junho - FALTA DE ESTRATÉGIA

Maio - The Best of both Worlds

Abril - TRATADO DE TORDESILHAS

Março - NO LABIRINTO DE BABEL

Fevereiro - BANDEIRA PORTUGUESA FOI IÇADA EM ESPANHA

Janeiro - A VELHA PONTE DA AJUDA SEMPRE VAI SER RECUPERADA

 Arquivos 2006

Dezembro - Meteorologia e diplomacia Luso-espanhola

Novembro - "A CASA DO VIZINHO"

Outubro - DISCUTIR O IBERISMO

Setembro - VISITA DE CAVACO SILVA A ESPANHA

Agosto - 100% Português

Julho - Primeiro Ministro, roçando a traição

Junho - HOMENAGEM A MÁRIO VENTURA HENRIQUES

Maio - 205.º Aniversário da Ocupação de Olivença

Abril - CIA Factbook

Março - "AS SENSIBILIDADES NACIONAIS NÃO PODEM VIOLAR AS REGRAS DO MERCADO INTERNO EUROPEU"

Fevereiro - (Olivença)O NOVO PRESIDENTE E A DIFERENÇA PROMETIDA

Janeiro - Olivença:um colonialismo esquecido

Arquivos 2005

Dezembro - QUESTÕES DE SOBERANIA

Novembro - MAIS UMA CIMEIRA IBÉRICA

Outubro - XV Cimeira Ibero-Americana

Setembro - 708 anos sobre o Tratado de Alcanices

Agosto - Olivença pelos Ares

Julho - ERRO HISTÓRICO

Junho - PONDEROSA QUESTÃO DE ESTADO

Maio - A Espanha não é um país amigo!

Abril - FACE  AO  COMPLEXO  DO «COMPLEXO ANTI-ESPANHOL»

Março - "CONTRA OLIVENZA"

Fevereiro - Olivença: A Espanha, tem Vergonha!

Janeiro - "...A Questão de Olivença Continua Actual..."

Arquivos 2004

Dezembro - «Compilação de Elementos para o Estudo da Questão de Olivença».

Novembro - A Questão de Olivença está pendente desde 1815: De quanto tempo mais é que precisam?

Outubro - GRAVE VIOLAÇÃO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Setembro - Grupo de Amigos de Olivença queixa-se das autoridades espanholas

Agosto - Mapas de Portugal com Olivença e Gravuras Antigas de Portugal

Julho - "Acordem Portugueses: Olivença é Nossa!"

Junho - Parlamento pede ao Governo esclarecimento da posição oficial sobre Olivença

Maio - USURPAÇÃO DE OLIVENÇA: OFENSA À CULTURA E À LÍNGUA PORTUGUESAS!

Abril - Trindade e Olivença

Março - Haverá um perigo espanhol?

Fevereiro - Olivença: Crime Contra a Humanidade!

29/Dez/2003 - 31/Jan/2004 - "OLIVENZA ES HOY EL ÚNICO TERRITÓRIO EN DISPUTA"

Arquivos 2003

08/Dez/2003 - 28/Dez/2003 - Sobre a Anexação de Portugal pela Espanha...

01/Dez/2003 - 07/Dez/2003 - Olivença é Portugal!

10/Nov/2003 - 30/Nov/2003 - "¿Ocupación ilegal de Olivenza?"

03/Nov/2003 - 09/Nov/2003 - Cimeira luso-espanhola

27/Out/2003 - 02/Nov/2003 - "...una cosoberanía sobre Olivenza"

20/Out/2003 - 26/Out/2003 - "Ceuta, Melilla, Gibraltar, Olivenza"

06/Out/2003 - 19/Out/2003 - PORTUGAL-SPAIN:   Olivença or Olivenza - CIA List Revives Old Border Dispute

29/Set/2003 - 05/Out/2003 - Olivença, Espanha e a CIA

22 /Set/2003 - 28/Set/2003 - Os Espanhóis é que «descongelam» Olivença

15/Set/2003 - 21/Set/2003 - A CIA Anima o Aniversário do Tratado de Alcanizes

08/Set/2003 - 14 /Set/2003 - AR: Grupo Amigos de Olivença congratula-se com referência da CIA  a "diferendo"

01/Set/2003 - 07/Set/2003 - Declarações de Martins da Cruz e as deturpações espanholas

19/Ago/2003 - 31/Ago/2003 - A Velha Ponte da Ajuda

01/Ago/2003 - 18/Ago/2003 - Batalha de Aljubarrota

23/Jul/2003 - 31/Jul/2003 - Audiência de Discussão e Julgamento do Tribunal Judicial de Elvas de 23 de Julho 2003

03/Jul/2003 - 22/Jul/2003 - Lisboa Recebeu Reunião Luso-espanhola para Discutir Ponte da Ajuda

24/Fev/2003 - 02/Jul/2003 - Portugal Rejeitará Sempre o "Facto Consumado"