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Olivença - Portugal Livre

Movimento Patriótico

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Publicado desde 12 Setembro 2001

Notícias de Olivença Fevereiro 2008

"Crer e Querer para Vencer"

1. - Este serviço de informação foi iniciado em 2001 (somente em inglês) para  informar melhor os leitores da "Rede" em todo o mundo através de notícias actuais e eventos históricos, sobre os territórios de Olivença e Juromenha (margem esquerda) do Odiana (Guadiana).
2. - Contrapor as mentiras e arrogância de Espanha sobre o litígio desde 1801.
3. - Desmascarar o encobrimento espanhol e falência de cumprir as suas obrigações internacionais.
4. - Mostrar como as "boas relações" espanholas com Portugal são de facto hipócritas e falsas, sendo na verdade motivadas por intenções imperialistas já antigas.
5. - Ver como Portugal tem tentado superar a realidade da sua contínua humilhação.
6. - Envergonhar os líderes ilusórios e cobardes de Portugal, para reagir a Madrid e tomar acções positivas para recuperar os territórios de Olivença e Juromenha, e fazer o "reino espanhol" respeitar a integridade territorial de Portugal.

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710 Anos do Aniversário do Tratado de Alcanizes (1297-2007) 

Latest News       últimas Notícias

 

Jornal "ALENTEJO POPULAR", Beja, 28-Fevereiro-2008

LIVRO SOBRE OLIVENÇA
Vai ser apresentado, hoje, quinta-feira, 28, pelas 18:30, no Palácio das Necessidades (Instituto Diplomático - Ministério dos Negócios Estrangeiros, Largo do Rilvas, Lisboa), o livro "Olivença e Juromenha -Uma História por Contar", de Ana Paula Fitas, sua tese de Doutoramento.

A apresentação será feita pelo Professor Marques Guedes e pelo General Loureiro dos Santos.


O tema do livro - a perenidade da cultura portuguesa em Olivença após dois séculos de ocupação espanhola - é de manifesta actualidade,. a que acresce o significado e o relevo políticos da sua apresentação no Instituto Diplomático.

 


 

16 de Fevereiro de 2008

sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=80851

O ministro da Defesa espanhol, José António Alonso, rejeitou hoje comparações entre a independência do Kosovo e aspirações de forças em algumas regiões espanholas, afirmando que a situação na zona báltica (sic)

 «nada tem a ver com a realidade espanhola»

……………………

O ministro da Defesa espanhol, como outros políticos espanhóis tenta esconder a realidade espanhola com disparates e falsidades.

O país que chama-se Espanha, foi criado em 1492 com a união de Aragão a Castela, ou mais correctamente em 1515 com a anexação desta à Navarra.

Este tipo de deturpação da realidade histórica, como hoje em dia segue o comportamento violento da "Guardia" espanhola contra a expressão livre do povo da Galiza no uso da sua língua. o galego, juntamente com a discriminação e perseguição aos mesmos, faz estes anúncios pouco credíveis. 

Hoje engana-se só quem quiser.

Rui da Silva

(Comentário enviado hoje mesmo ao “Sol”)

 

 

 

Olivença

Vista da Ponte Nossa Senhora da Ajuda, margem esquerda

DIÁRIO ECONÓMICO, 31-Janeiro-2008

 "O FOLCLORE DE OLIVENÇA"

Jorge Pacheco de Oliveira, Consultor do Forum para a Competitividade
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/p
t/desarrollo/1084311.html


Olivença e Gibraltar, são dois exemplos em que Espanha revela falta de
respeito pelo cumprimento dos tratados internacionais.



Por ocasião da cimeira luso-espanhola que decorreu em Braga em 18 e 19 de
Janeiro, o primeiro-ministro (PM) José Sócrates foi interrogado por um
repórter de televisão acerca da manifestação organizada pelo Grupo dos
Amigos de Olivença, que aproveitou a oportunidade para chamar a atenção para o problema.

No seu jeito peculiar, de desvalorizar o que o incomoda, o PM de imediato
classificou a ocorrência como "folclore". Reacção deplorável! Nem o PM de
Portugal, nem qualquer outro político português com um mínimo de sentido de Estado pode tratar a questão de Olivença de forma leviana. Por uma razão
cristalina: Portugal não reconhece a soberania da Espanha sobre o território
de Olivença. Não é por acaso que a fronteira entre Portugal e Espanha não
tem marcos fronteiriços entre o rio Caia e a ribeira de Cuncos, nem este
limite fronteiriço consta da cartografia oficial portuguesa ou de qualquer
outro documento que possua o timbre nacional.

Mas o que tem a questão de Olivença a ver com a "competitividade-, o tema
central desta coluna? Muito. A menos que se entenda a competitividade como
uma guerra sem quartel - uma perspectiva que, tanto quanto parece, o mundo
civilizado já há algum tempo rejeita - a competitividade entre empresas, e
mesmo entre Estados, pressupõe que as partes respeitem um mínimo de regras de decência, entre as quais o cumprimento dos acordos que celebram. De outra forma, a participação num qualquer negócio com uma parte suspeita de incumprimento, empresa ou Estado, obriga-nos a ter cuidados especiais,
consumidores de tempo e de recursos.

A História ensina-nos a compreender o presente e a prevenir o futuro.
Olivença e Gibraltar, constituem dois exemplos em que o Estado espanhol
revela uma infeliz falta de respeito pelo cumprimento de dois tratados
internacionais. Embora velhinhos, com quase 200 e 300 anos, os tratados de
Viena (1815) e o de Utrecht (1713) respeitantes, respectivamente, a Olivença
e a Gibraltar, ainda estão em vigor. E quem os desrespeita não é só a velha
Espanha de há 200 ou 300 anos. É também a Espanha de hoje. Quanto a
Olivença, persiste em não entregar o território que se comprometeu a
devolver. Quanto a Gibraltar, insiste em exigir um território cuja soberania
cedeu. Assim não vale. Um Estado que não respeita os tratados que subscreve não fica bem na fotografia.

Os portugueses têm legitimidade para alimentar dúvidas e adoptar precauções em relação ao país vizinho, que nem sempre teve um comportamento simpático.


A tomada de Olivença resulta de um conluio da Espanha com Napoleão, naquela que, em rigor, deveria ser considerada a primeira invasão napoleónica de Portugal. Ora, o tratado de Viena tinha por objectivo, precisamente, repor as fronteiras que ficaram baralhadas pelas campanhas guerreiras do corso megalómano. Se a Espanha quer dissipar as velhas desconfianças dos portugueses, bem faria em revelar uma atitude correcta em relação à questão de Olivença

Possivelmente, a maioria dos oliventinos, caso hoje fosse realizado um
referendo, optaria pela Espanha. E o mais certo é que a maioria dos
portugueses não ligue nenhuma ao assunto, por simples desconhecimento, ou
porque tem preocupações mais prementes. Todavia, a questão de Olivença tem que ser resolvida. Ou se cumpre o tratado em vigor, ou se assina outro que o substitua. Mas há uma condição prévia imprescindível: a Espanha tem de reconhecer a obrigação de devolver a Portugal o território de Olivença. Nem que, de seguida, os dois países concordem em declarar Olivença como
território português sob administração da Espanha por um período transitório
alargado, digamos, de uma ou duas gerações.

Uma solução que, aliás, poderia ser adoptada também em Gibraltar. O que a
Espanha não pode fazer é manter um enfadonho contencioso com dois países
seus parceiros na União Europeia, porventura a realização internacional de
maior elevação jamais levada à prática.

Pessoalmente, admiro a auto-estima dos espanhóis e gosto da Espanha, que
visito regularmente, mas é sempre penoso ver alguém que se aprecia insistir
em proceder mal.
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Rua de Olivença

Revista "SÁBADO", 31-Janeiro-2008

SÓCRATES E OLIVENÇA

PRIMEIRO MINISTRO FOLCLÓRICO

Há políticos que ainda não interiorizaram o que é uma sociedade democrática.
É o caso do primeiro-ministro. Convencido que se afirma com a arrogância na pose o desprezo pela opinião contrária, ei-lo a desdenhar e a diminuir os
que não se conformam com o seu soberano entendimento.
Não há muito, confrontado no Parlamento Europeu com a contestação de alguns deputados, logo a apelidou de «folclore da democracia». Agora, na Cimeira de Braga, fazendo-se ouvir vozes em defesa de Olivença, tornou a qualificar essa saudável manifestação de cidadania como «parte do folclore democrático». Não lhe fica nada bem e nem é admissível tal atitude da parte de um governante, designadamente ao referir-se a um assunto que é sério, mesmo que o não conheça ou não o compreenda. De um primeiro-ministro, mesmo que se autoproclame "animal feroz", espera-se que ao referir-se à intervenção política dos seus concidadãos use de algum decoro cívico e algum espírito democrático. Poupando-nos à sua "folclorização".

António João Teixeira Marques
ALMADA

(e no Jornal gratuito "DESTAK", 29-Janeiro-2008)

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Mapa de 1776, Estremadura espanhola e Olivença

 

Jornal "O DIABO", 29 de Janeiro de 2008

Por "cobardia e subserviência"...
OLIVENÇA CONTINUA FORA DA AGENDA DIPLOMÁTICA
Para o Grupo dos Amigos de Olivença a recente Cimeira Ibérica tinha sido9 o momento oportuno para discutir o diferendo que há séculos divide portugueses e espanhóis. No entanto o movimento assegura ter indicações de que o Estado Português age «com muita cautela» por «ter receio de represálias».


ISABEL GUERREIRO
(fotografia com uma vista geral de Olivença)
A Cimeira luso-espanhola que decorreu este mês, em Braga, marcou o início de novo ciclo de cocoperação entre os dois países. Sócrates e Zapatero reforçaram as relações bilaterais e trocaram mútuos elogios. Mas nem tudo correu bem...
Reagindo à iniciativa do Grupo dos Amigos de Olivença (GAO) que, no decurso da XXIII Cimeira Ibérica, levantou publicamente a questão do território reclamado por Portugal há mais de dois séculos, o Primeiro-Ministro limitou-se a dizer que o assunto «não foi discutido».
À pergunta dos jornalistas, Sócrates respondeu: «Não, não foi discutido, e isso faz parte do folclore democrático aasociado às cimeiras. Há mais de 15 anos que isso se passa e habituámo-nos». Perante a insistência da pergunta «mas não acha que era preciso discutir o assunto?» o governante repetiu: «Acho que isso faz parte desse folclore, esse folclore tem a sua manifestação em todas as cimeiras e como lhe digo não foi discutido nesta Cimeira. Dou-lhe a mesma resposta que todos os Primeiros-Ministros lhe deram nos últimos quinze anos:"não foi discutido nesta cimeira!"»

[NOTA DO "COPISTA" DESTE ARTIGO: As palavras de Sócrates não foram exactamente estas, nem a ordem das perguntas e respostas teve a sequência aqui descrita! Assim, um jornalista da RTP teve a coragem de perguntar ao Primeiro Ministro José Sócrates o que pensava da presença, uma vez mais, de gente a questionar o problema de Olivença. Visivelmente surpreendido, o estadista português disse que tal presença se inseria no folclore habitual de tais eventos;o Jornalista insistiu, referindo que talvez fosse tempo de abordar a questão em tais cimeiras. Sócrates repetiu-lhe que tal "situação" se verificava há quinze anos, e que, tal como sempre os vários primeiros-ministros o faziam, considerava tal um folclore. O profissional da Informação reformulou inteligentemente a pergunta, inquirido se, afinal, o problema de Olivença estivera ou não na agenda.O Primeiro-Ministro disse simplesmente que não.FIM DA NOTA DO "COPISTA"]


«DESVALORIZAÇÃO DESDENHOSA»
O GAO está desiludido «mas não surpreendido» com as observações produzidas pelo Primeiro-Ministro, que considera um momento de «grande infelicidade». Dizem que «já é habitual a pública desvalorização desdenhosa da questão de Olivença».
Para António Teixeira Marques, presidente do GAO, parece que o Poder Político Português «tem medo que os cidadãos manifestem a sua opinião» e desta forma traz à prática «actuações que já não são próprias do século XXI».
«Infelizmente este será mais um caso em que o Estado Português Não tem actuado com a necessária firmeza», sublinha.
O dirigente entende que existiu um «quase insulto genérico à opinião pública portuguesa e à causa sustentada por inúmeras pessoas».«O Primeiro Ministro é livre de escolher as suas prioridades, prefere grandes abraços com o senhor Zapatero; pois que os tenha; prefere considerá-lo o melhor amigo; pois que o faça; nós continuamos a achar que o nosso melhor amigo é Portugal e a nossa Pátria são os nossos valores», diz, indignado.


PRESSÕES ESPANHOLAS
Mas por que razão Olivença continua fora da agenda diplomática?
António Teixeira Marques não afasta a possibilidade de «medo» por parte dos governantes portugueses.«Temos indicações claras de que o Estado Português age para com Espanha com muita cautela exactamente porque terá receios de algum tipo de represálias», adianta.
«Existem informações de que há pressões por parte de Espanha cada vez que o problema se levanta com maior sonoridade», acrescenta.
O responsável critica ainda a «arrogância aparente» do Primeiro-Ministro e «a política de cautelas que continua a existir». Entende, no entanto, que este era o momento «certo» e «oportuno» para discutir a questão de Olivença. «Sócrates diz que Zapatero é o seu melhor amigo, então é precisamente com os amigos que estamos à vontade para resolver os problemas, por isso este era o momento ideal para discutir Olivença».
__________________
UMA LUTA COM DOIS SÉCULOS
(fotografia de António Teixeira Marques)
[«Continuamos a achar que o nosso melhor amigo é Portugal», defende António Teixeira Marques, presidente do GAO]
Reza a História que a 20 de Maio de 1801, a Espanha concertada com a França Napoleónica, invadiu Portugal, sem qualquer pretexto ou motivo válido, «na torpe e
aleivosa Guerra das Laranjas», ocupando grande parte do Alto Alentejo.
O GAO escreve que comandadas pelo «Generalíssimo» Manuel Godoy, favorito da Rainha, as tropas espanholas cercam e tomam Olivença. Portugal,, vencido às exigências de Napoleão e de Carlos IV, entregou a Espanha, «em qualidade de conquista», a «Praça de Olivença, seu território e povos desde o Guadiana», assinando em 6 de Junho o Tratado de Badajoz, «iníqua conclusão de um latrocínio».
Findas as Guerras Napoleónicas, reuniu-se, com a participação de Portugal e Espanha, o Congresso de Viena, concluído em 9 de Junho de 1815. O Congresso retirou, formalmente, qualquer força jurídica a Tratados que contradissessem a «Nova Carta Europeia». Foi o caso do «Tratdo de Badajoz». E consagrou, solenemente, a ilegitimidade da retanção de Olivença por Espanha, reconhecendo os direitos de Portugal. «Volvidos estes anos, o Estado vizinho não deu, porém, provas do carácter honrado, altivo e nobre que diz ser seu, jamais nos devolvendo Olivença», alegam o GAO. «Segregados do povo a que pertencem, da sua cultura, da sua língua, alienados da Pátria que é a sua, em austeros e silenciosos duzentos anos, os oliventinos preservam o espírito português e demonstram, pelo sentir da maior parte, não renunciar às suas raízes», acrescentam.
______________
Humberto Nuno Oliveira, Professor de História Diplomática
«Assiste-se à jocosa adjectivação daqueles que teimam em não permitir a venda de Portugal»
[Na opinião do Professor Universitário, a Questão de Olivença continua fora da agenda diplomática apenas por «cobardia, falta de coragem, subserviência e falta de dignidade de sucessivos governantes»]
(fotografia de Humberto Nuno Oliveira)
O DIABO-Como comenta as declarações de Sócrates, durante a Cimeira Ibérica, a propósito de Olivença?
HUMBERTO NUNO OLIVEIRA-Tratando-se de um depoimento pessoal,e não relativo a qualquer posição institucional que assuma, não quero perder a oportunidade de devolver, ao senhor Pinto de Sousa, a classificação de folclórico. Na realidade, desde o início da sua governação que a mesma oscila, lamentavelmente, entre o folclore e a pretidigitação. Eventualmente o primeiro-ministro perdeu a capacidade de discernimento e toma o patriótico Grupo dos Amigos de Olivença ( que mais não faz do que a obrigação do governo ) pela trupe de ilusionistas que o acompanha neste folclore democrático em que vamos vivendo...
O DIABO-O GAO tem então razões para manifestar a sua indignação?
HUMBERTO NUNO OLIVEIRA-É por demais evidente que há justo, justíssimo, motivo para indignação quando se assiste à cobarde demissão de obrigações por parte do Governo, mas ainda à jocosa e quase pejorativa adjectivação daqueles que teimam em não permitir a venda e abastardamento de Portugal. Penso que o senhor Pinto de Sousa, se porventura fosse uma pessoa humilde e não arrogante, muito teria a aprender com o «folclore» e perseverança dos «Amigos de Olivença» que, sem hesitação nem tibieza ao longo de décadas e não raras vezes concitando contra si os incómodos das gentes do sistema, cumprem a obrigação que deveria ser a dos representantes do Estado.
O DIABO-Na sua opinião, por que motivo continua fora da agenda diplomática a Questão de Olivença?
HUMBERTO NUNO OLIVEIRA-Por alguma razão nunca poderia ter sido diplomata. A questão de Olivença continua fora da agenda diplomática apenas por cobardia, falta de coragem, subserviência e falta de dignidade de sucessivos governantes. Faltam infelizmente os portugueses de antanho. Verdade se diga que a ausência de uma postura crítica dos portugueses enquanto colectivo nacional, a sua postura acomodatícia, a falta de brio nacional possibilitam a existência de uma dita elite quie espelha esse estado de ausência de brio nacional, de querer, de dignidade, em quatro palavras: amor incondicional por Portugal.
O DIABO-Há quem diga que a discussão pode suscitar litígios e atritos entre os dois Estados ibéricos...
HUMBERTO NUNO OLIVEIRA-Tomaram conhecimento de alguma declaração de guerra da Grã-Bretanha à Espanha devido ao litígio de Gibraltar? Alguma virtualidade a existência desta dita União Europeia terá...
Claro que, à maneira do «Fidalgo da Triste Figura», é sempre mais simples inventar um qualquer moinho de circunstância, ou apenas, seguindo os exemplos do Dr. Goebbels, repetir a mentira tantas vezes até que a opinião pública nela creia...
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Planta de Olivença

 

Mapa do território ocupado português de Olivença e Juromenha

 

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Correio-e/E-mail

 

ATLAS DE PORTUGAL 2007

http://62.48.187.117/atlas

 

O Litigio de Olivença 

 Vila Real

Ponte Nossa Senhora da Ajuda 

 

Maravilhas de Portugal

Igreja de Santa Maria Madalena, magnífico monumento manuelino de Olivença

http://www.7maravilhas.pt/

 

Links/Ligações

Grupo dos Amigos de Olivença

GAO

Forum Olivença

Forum Olivença

OLIVENÇA

 

Usurpação/Etnicídio Perfeito

 

http://www.biologydaily.com

/biology/Olivenza

(gives an excellent description about Portugal's claim to Olivença(in English)

 

Enciclopédia "Kiwi"
http://www.wikipedia.org

/wiki/Portugal

 

ttp://www.odci.gov/cia/

publications/factbook/

geos/po.html#Issues
http://www.odci.gov/

cia/publications/factbook/

geos/sp.html

 

Outras Ligações

http://www.portugalmaispositivo.com

José Maria Martins

 

 

www.galizalivre.org

A Repressão espanhola na Galiza

 

Fascistas espanhois atacam galego(s)

http://www.ciberirmandade.org

 

".....pouco respeito que as autoridades espanholas têm pelos direitos linguísticos e culturais dos cidadãos da Galiza....."

http://www.agal-gz.org/portugaliza/tvsptnagaliza

/novas/nova2005n02.htm

 

Portugal integrar-se em Espanha?  Haja juízo!  As agressões que os espanhóis andam a fazer na Galiza aos galegos e à lingua galega querem também fazer a nós em Portugal! Portugueses abrem os olhos!!

 

Disputo Internacional de OLIVENÇA

 

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