free web hosting | free website | Business Hosting | Free Website Submission | shopping cart | Promoter Online | php hosting
affordable web hosting Pets web page hosting web hosting website hosting web hosting service web hosting best web hosting

"Crer e Querer para Vencer"

Olivença - Portugal Livre

Movimento Patriótico

www.portugal-livre.00freehost.com

OLIVENÇA e JUROMENHA: 750 Km2 do Alentejo, Portugal, estão iligítimamente e ilegalmente ocupados e colonizados pelos espanhóis desde 1801.  Ainda hoje a Espanha insiste por uma estratégia universal de apoderar-se e desmembrar, como tentou fazer em 1807 pelo  Tratado (hispano-francês) de Fontainebleu,  todo o nosso país. 

Mesmo em 2006, continua vivo, sempre à moda castelhana, a política imperialista de Madri.

Notícias de Olivença Julho  2006
 

Portugal - 'de Jure'  Fronteira/Border

 

17/07/2006 - Primeiro Ministro, roçando a traição

06/07/2006 -  PORTUGAL, UM ENIGMA 

05/07/2006 - UNA VIEJA DEUDA HISTÓRICA  

                    

Primeiro Ministro, roçando a traição

17/07/2006


Mais uma vez veio ao-de-cima a polémica sobre a construção do TGV e do aeroporto da Ota.
Os portugueses, esses, continuarão fiéis a Portugal.
 
de Brites de Almeida / Beja - Alentejo

O Presidente da República, avisou e disse que o tema deve ser debatido, porque o investimento é demasiado alto, demasiado grande e pode ter
demasiadas consequências, para que se tome a decisão de investir milhares
de milhões em obras que não vão ter retorno. Sócrates, em jeito de
resposta, e com a sua já tradicional sobranceria, avisou que não havia nada
a discutir.
As palavras do primeiro ministro, roçando a traição, serviram também para
confirmar a visão provinciana que José Sócrates tem de Portugal, como
província da Ibéria, ou melhor dizendo, para chamar os bois pelos nomes, da
Espanha.
Qualquer imbecil, entende que numa rede de caminho de ferro de alta
velocidade, a viabilidade está limitada pela possibilidade de concorrência
entre o avião e o combóio. É evidente que mesmo a 300Km/h, um combóio
demora três vezes mais que um avião para se deslocar de Lisboa a Paris.
Além disso, para cumprir com os desígnios imperiais da Espanha, qualquer
TGV português terá ainda por cima que se desviar centenas de Quilómetros,
na direcção da capital imperial (Madrid) para poder depois seguir o seu
destino em direcção a Paris.
O TGV português entre Lisboa e Madrid, é um investimento inútil, patético,
que lembra a construção da auto-estrada Lisboa-Madrid que ainda hoje está
às moscas e que foi inaugurada e construída antes de se construir a
auto-estrada para o Algarve. A ligação à capital imperial em Madrid, parece
que está acima da ligação entre Lisboa e Faro.
É o mesmo tipo de gente, que construiu uma auto-estrada entre Lisboa e a
fronteira, com destino a Madrid, esquecendo quem trabalha e as empresas
portuguesas que precisam de uma estrada para a Europa, como é o IP-5 ou o
IP-4, as quais foram sacrificadas em nome do iberismo criminoso de
politicos de vistas curtas residentes em Lisboa e rendidos e deslumbrados
com las luces madrilenas, de onde ainda esperam que venham subsídios ou
empregos em empresas espanholas como as Iberdrolas da vida.
Já cometemos no caso das auto-estradas o erro de construir na direcção de
Madrid, quando os portugueses não querem ir para Madrid e continuam a não
passar por Madrid para ir e vir da Europa.  Os nossos imigrantes
continuaram a utilizar as estradas que ligam ao IP-4 e ao IP-5 e nunca
passaram por Madrid.
Porque razão nos querem obrigar a passar por Madrid à força ?
A construção do Aeroporto de Lisboa na Ota, estará tão longe da cidade
propriamente dita, que ficará mais simples ir de Lisboa a Madrid de TGV do
que de avião.
Se o aeroporto fosse construído em Rio Frio, a maior proximidade de Lisboa,
inevitavelmente vai fazer com que Lisboa-Madrid de combóio seja mais lento
que Lisboa-Madrid de avião. Além disto, a linha Madrid-Lisboa só é
economicamente viável se os espanhóis garantirem que chega a Lisboa, porque
se o TGV espanhol parar em Badajoz, será um fracasso comercial de todo o
tamanho, porque não há trafego na paupérrima Extremadura espanhola,
sustentada com o dinheiro dos subsídios das autonomias ricas do norte para
justificar o TGV.
Os espanhóis defendem os interesses deles, e para o fazer pressionam o
governo português, com os seus tradicionais protestos de amizade eterna e
boa vizinhança, que a Espanha nunca cumpriu e sempre traiu e violou de
forma absolutamente vergonhosa.   A Espanha não cumpre tratados. Não cumpre
o Estado Espanhol, como não cumprem as empresas espanholas. É uma
característica castelhana que ficou de séculos e séculos.
O Zé portuguesito - como o iletrado Mario Lino, que sob o efeito de um pifo
monumental que apanhou na Galiza até afirmou que Portugal e Espanha
partilham uma língua comum - fica todo derretido quando o espanhol,
adulador, fingido, vil manipulador e mentiroso lhe faz rasgados elogios.
Mario Lino e Sócrates, não passam de patetas rendidos aos bons modos e às
boas maneiras dissimuladas da diplomacia espanhola, que é fonte de todos os
salamaleques enquanto precisa do sim português, mas que como mostra a
História, mesmo já depois da adesão à União Europeia, viola acordos, não
cumpre as regaras e age de forma traiçoeira quando Portugal deixa de ser
necessário.
Será que os herdeiros daqueles que acreditaram no passado que com o tempo
Portugal havia de se integrar no império castelhano, que hoje conhecemos
como Espanha, continuam a achar que com o tempo, os portugueses se vão
habituar a ser parte desse império construído em cima do sangue, do ódio e
da xenofobia mais criminosa e pútrida de que há memória na Europa?
De Espanha, nem bom vento nem bom casamento. De Castela, só virá ódio,
morte e engano.  Quem nos quer ligar ao país que mais fez para nos tentar
destruir primeiro como nação e depois para destruir a nossa imagem como
país independente, está a decidir de que lado da barricada está.
Os portugueses, esses, continuarão fiéis a Portugal. 

Brites de Almeida, Beja

 

6-Julho-2006
PORTUGAL, UM ENIGMA 
  
Passaram aí dois meses sobre a publicação de um curioso estudo de mercado da TNS em que se concluía que, caso Portugal fosse uma marca de um produto, 85% dos próprios portugueses não se sentiriam motivados por ele. Só 15% se sentiam clara e positivamente afectados pela "Marca Portugal".
   Claro, reinou um clima de entusiasmo entre os arautos da mediocridade nacional. Sentiram que tinham um argumento "científico" para erguer alto a sua argumentação  miserabilista, arrasar os ânimos e tentar atirar o pessoal para o psicanalista, redobrando os argumentos em torno da falta de identidade e da impossibilidade daviabilidade do nosso país.
    Menos de dois meses depois, temos o Mundial de Futebol, o entusiasmo com a selecção e o festival das bandeiras. Pode discutir-se se é a forma mais salutar de caracterizar a identidade nacional,e todos sabemos que no fundo não é e lamentamos os excessos (nomeadamente a nível de espaço informativo), bem como suspeitamos que é assim que se procuram fazer esquecer problemas de facto importantes... e quiçá tomar discretamente medidas impopulares, sem que se dê por isso. Todavia, o sentimento colectivo despoletado pelo Futebol prova claramente que a "Marca Portugal" afecta bem mais de 15% dos portugueses... talvez porque os sentimentos de pertença a uma colectividade excedem uma mera concepção dessa mesma colectividade como simples produto de consumo. Seria interessante, e talvez um quebra-cabeças, tentar analisar  as conclusões desse estudo face ao que se verifica agora. Independentemente dos futuros êxitos ou fracassos do Futebol, e seja ou não pelos motivos menos válidos, o

 entusiasmo pela entidade chamada Portugal surgiu naturalmente.
   Isto significa que a grande "fatia" da intelectualidade portuguesa que reclama contra tudo e todos e se limita a acentuar os defeitos do País continua a não se entender com o seu próprio Povo, e muito menos a compreendê-lo, ainda que influencie esse mesmo povo e reflicta, certamente, algo sua da maneira de ser, o que raramente gosta de reconhecer.  Como dizia um articulista numa carta publicada num jornal, tais membros das nossas elites, "no fundo, são os mesmos impotentes demitidos que acham que a solução do nosso problema económico passa pela nossa anexação a Espanha (...) exactamente na mesma linha dos que defendiam, há 200 anos, que a modernidade nos seria trazida pelas tropas de Napoleão, enquanto estas entravam no país a saquear tudo o que encontravam". São as mesmas elites que insistem em produzir meia dúzia de "argumentos" disparatados e infundados, que, por serem ridículos, levam á conclusão que o próprio País é ridículo.
   Constituem um grupo que reafirma que Portugal surgiu de uma comezinha revolta de um filho contra uma mãe, que, vitorioso, se separou de Espanha e, com sorte, venceu de novo. O facto de saberem que a revolta foi política e que  se discutia o futuro de toda uma comunidade, o que é diferente de uma briga "caseira", e que depois o filho revoltado lutou contra um Reino denominado Leão, pois  a Espanha não existia, não impede que esrta simplificação grosseira seja repetida vezes sem conta. Também se esquecem que o reino de Leão foi mais tarde unido por herança a Castela, graças a um "processo" ou "método" matrimonial repetido muito democraticamente(?) até se
chegar à moderna Espanha (1479). O que explica as constantes cisões e disputas internas que ao longo da História, e ainda hoje, afectaram, e afectam, o nosso vizinho ibérico.
   Não é demais repeti-lo: a História de Portugal teve muitos momentos de
expressão de vontade colectiva e de lutas, glórias e fracassos, vicissitudes
variadíssimas,que não nos permitem simplificações grosseiras. A não ser que,claro,  como hoje se faz com crescente e preocupante frequência, se reduza um País a um mercado consumidor. Mas, neste caso, estaremos todos a perder tempo, e só nos restará solicitarmos o nosso ingresso como província, ou Estado,nos Estados Unidos, no Canadá,ou, ficando pela União Europeia, na Holanda, ou na Alemanha, países
onde se vive melhor que em qualquer dos Estados Ibéricos!
   Por outro lado, pelo que conheço de Espanha e pelo que
tenho lido, nomeadamente em estatísticas internacionais, não é verdade que
nesse país se ganhe três vezes mais que em Portugal. Em média, os
rendimentos são entre 20 a 30% superiores aos portugueses, e alguns preços são um pouco
mais baixos que em Portugal, sendo outros mais elevados, como se
poderá ler em qualquer anuário. Trata-se de algo que os portugueses deverão tentar
superar,  ressalvando que as nossas opções devem ser tomadas
considerando o interesse português, e não uma constante e doentia comparação com os
nossos vizinhos.
   Não resisto ainda a referir mais um ou dois dos argumentos usados por alguns membros das elites nacionais: o de que Portugal é muito pequenino (chega-se mesmo a dizer que é o País mais pequeno que há), e que não pode subsistir sozinho (isto é, independente). Parece esquecer-se que há países menores que Portugal (Holanda, Bélgica, Dinamarca, Suíça) onde se vive melhor que em Espanha. E, já agora, para provar que este argumento não é mesmo válido, recordo que  o Japão é mais pequeno que a Espanha e tem menos matérias primas.E não preciso de dizer qual dos dois tem a economia mais desenvolvida. Tudo é uma questão de organização. Eu acredito que somos capazes de fazer melhor.
   Portugal nunca irá para a frente se formos continuamente pessimistas. ALIÁS, SE NOS TRANSFORMARMOS EM PROVÍNCIA DE QUALQUER OUTRO PAÍS, perderemos mesmo a nossa capacidade de decidir seja o que for. Seremos eternamente criados, fornecedores de matérias-primas, mão de obra barata, uma massa de consumidores cujo poder de compra será decidido por outros que não nós. Contra isto, não penso que se deva parar de lutar. Se ainda há miséria e exploração em Portugal, se a distribuição da riqueza continua injusta, então há que continuar a contestar. A propor novas soluções, a desmascarar situações de pobreza, de corrupção, de políticos desonestos. Com muito maior empenho do que actualmente.
   Não nos podemos esquecer que fizemos coisas boas e más na nossa História. O nosso Orgulho Lusitano deverá reforçar-se (sem xenofobias, chauvinismos ou patriotismos exaltados) com as experiências positivas, e aprender com os erros, evitando repeti-los. Assim fazem todos os Povos!
   Neste aspecto, e só neste aspecto, convém não esquecer a História. Para mim, o grande problema da História de Portugal é que A DISTRIBUIÇÃO DE RIQUEZA SEMPRE TEM SIDO MUITO INJUSTA AO LONGO DOS SÉCULOS, E ASSIM CONTINUA. Por isso, os portugueses, a grande massa, sente-se muito distante das elites, e vice-versa.
   Não resisto, poeque é um caso que julgo conhecer razoavelmente bem, a citar um caso de mudança de soberania política e o que daí resultou. Refiro-me a Olivença. Perguntarão logo muitos , o que tem Olivença que ver com isto? Bem, para já trata-se de um exemplo de um tema muito poco debatido seriamente, pois é mais usado para
 se quer fazer ironia ironia fácil contra os chamados "patriotas"...mas quase nunca se analisa a questão historica e, vá lá, "cientificamente". Mais uma vez, estamos perante um caso em que demasiada gente opina sem tentar minimamente documentar-se
   Tentemos dizer, brevemente, algo mais sobre isso: a localidade em questão(Olivença),
comparável a Elvas e Badajoz em 1801, foi ficando para trás ao longo do século XIX e no início do XX. Sofreu repressão, viu-se despojada da
sua memória, da sua cultura, da sua língua. Repressão que teve capítulos
violentos,principalmente em épocas de Ditadura ou quando se ganhava mais
em Portugal do que em Espanha. Porque as economias são inconstantes, nunca se
faz depender opções de soberania em função de salários. Não deixaram os
chineses em  Hong-Kong, não o querem deixar os espanhóis em Gibraltar.
Talvez mais de 80% da população de Olivença desconheça
com um mínimo de rigor a sua própria História, que CONTINUA A
NÃO SER ENSINADA EM OLIVENÇA. Será isto próprio dum Estado verdadeiramente
democrático? O que sucederia a TODO o Portugal se se lançasse numa "Uníão Ibérica"?
   Mas, apesar de tudo isto, há quem afirme, por exemplo, que Olivença teve sorte porque, se "fosse portuguesa, continuaria a ser uma aldeia". E não o fazem só os ignorantes, mas sim também uma parte das elites... que nunca visitou a cidade de além-Guadiana...
 Estremoz, 28 de Junho de 2006
Carlos Eduardo da Cruz Luna
 carlosluna@iol.pt
 

 

05/Jul/2006

REVISTA espanhola "LA AVENTURA DE LA HISTÓRIA", Julho de 2006, carta (importante) sobre Olivença

(Esta Revista É A MAIS LIDA, NO GÉNERO, em Espanha)


UNA VIEJA DEUDA HISTÓRICA
 
  
Con fecha de 20 de mayo, el "Grupo dos Amigos de Olivença", de Lisboa, entregó un comunicado al embajador de España en esa capital, redactado en los seguientes términos:
   "El 20 de mayo de 1801, hace exactamente doscientos años, los ejércitos españoles, de acuerdo con la Francia napoleónica, invadieran Portugal y ocuparan la población portuguesa de Olivenza. Manifiesta ofensa al derecho de las gentes, así fue entendido por las Potencias de entonces que, en el Congreso de Viena de 1815, donde España también tuvo asiento, reconocieran absolutamente la justicia de las reclamaciones de Portugal sobre Olivenza. Por eso, quedó consignado en el artículo 105 del Tratado de Viena: "Las Potencias, reconociendo la justicia de las reclamaciones formuladas por S.A.R. el principe regente de Portugal y del Brasil, sobre la ciudad de Olivenza y los demás territorios cedidos a España por el Tratado de Badajoz, de 1801, y considerando la restituición de los mismos como una de las medidas tendentes a asegurar, entre los dos reinos de la Panínsula, esta buena armonía completa y estable cuya conservación en toda Europa ha sido un constante fin de sus acuerdos,

 se comprometen formalmente a emplear en las vìas de la conciliación sua esfuerzos más eficaces a fin de que la retrocesión de dichos territórios en favor de Portugal sea efectuada; y las Potencias reconocen, en la medida en que de ellas dependa, que este arreglo debe producirse lo antes posible.". Como mejor sabrá vuestra excelencia, el 7 de mayo de 1817, hace ciento ochenta y nueve años, España firmó el Tratado de Viena y reconoció sin reservas los derechos de Portugal. Transcurridos dos siglos de la deshonrosa ocupación de Olivenza, el Estado que vuestra excelencia representa jamás respectó el compromiso adquirido ante la Comunidad Internacional. Del carácter honrado, altivo, y noble que España afirma poseer no ha habido manifestación y, por el contrario, actuando con ostensible desprecio del Derecho y de la palabra dada, España se cubrió con um velo de villanía. Ésta es, en síntesis, la "Cuestión de Olivenza": una parte de Portugal fué usurpada militarmente por el Estado
 
español, hace doscientos cinco años, extorción no reconocida e ilegítima ante el Derecho internacional. Al no obedecer al Derecho ni respetar sus compromisos, es España, de la que vuestra excelencia es embajador, la que se deshonra. En cuanto a la ofensa que la ocupación de Olivenza constituye para Portugal, compete a los portugueses valorarla y juzgarla. La ofensa hecha a la Justicia y al derecho, al igual que la deshonra por faltar a la palabra dada, corresponde a España y a vuestra excelencia conocer su significado:"

 

O TEXTO ORIGINAL:

   Carta para o Senhor Embaixador de Espanha em Lisboa
Grupo dos Amigos de Olivença
<www.olivenca.org>


Divulgação 06-2006


205.º Aniversário da Ocupação de Olivença


Recordando ao representante do país vizinho a desonrosa ocupação de
Olivença, o GAO entregou hoje na Embaixada de Espanha em Lisboa uma carta
em que diz:

_______

Excelentíssimo Senhor
Embaixador do Reino de Espanha

No dia 20 de Maio de 1801, há exactamente 205 anos, os exércitos de
Espanha, conluiada com a França napoleónica, invadiram Portugal e ocuparam
a vila portuguesa de Olivença.
Manifesta ofensa ao Direito das Gentes, assim foi entendido pelas Potências
de então que, no Congresso de Viena de 1815, onde Espanha também teve
assento, reconheceram absolutamente a justiça das reclamações de Portugal
sobre Olivença.
Por isso ficou consignado no Tratado de Viena, seu Art.º 105.º.
«Les Puissances, reconnaissant la justice des réclamations formées par S.
A. R. le prince régent de Portugal e du Brésil, sur la ville d'Olivenza et
les autres territoires cédés à Espagne par le traité de Badajoz de 1801, et
envisageant la restitution de ces objets, comme une des mesures propres à
assurer entre les deux royaumes de la péninsule, cette bonne harmonie
complète et stable dont la conservation dans toutes les parties de l'Europe
a été le but constant de leurs arrangements, s'engagent formellement à
employer dans les voies de conciliation leurs efforts les plus efficaces,
afin que la rétrocession desdits territoires en faveur du Portugal soi
effectuée; et les puissances reconnaissent, autant qu'il dépend de chacune
d'elles, que cet arrangement doit avoir lieu au plus tôt».
Como melhor saberá Vossa Excelência, em 7 de Maio de 1817, há 189 anos,
Espanha assinou o Tratado de Viena e reconheceu sem reservas os direitos de
Portugal.
Decorridos dois séculos sobre a desonrosa ocupação de Olivença, o Estado
que Vossa Excelência representa jamais respeitou o compromisso assumido
perante a Comunidade Internacional. Do carácter honrado, altivo e nobre que
Espanha diz ser o seu, não houve manifestação e, ao contrário, actuando com
ostensivo desprezo pelo Direito e pela palavra dada, Espanha cobriu-se com
o labéu da vilania.
Eis, singela, a «Questão de Olivença»: uma parcela de Portugal foi usurpada
militarmente pelo Estado espanhol, há 205 anos, extorsão não reconhecida e
ilegítima face ao Direito Internacional.
Não obedecendo ao Direito nem respeitando os seus compromissos, é Espanha,
de que Vossa Excelência é Embaixador, que se desonra.
Quanto à ofensa que a ocupação de Olivença constitui para Portugal, compete
aos Portugueses apreciá-la e julgá-la.
Da ofensa feita à Justiça e ao Direito, bem como da desonra trazida pela
quebra da palavra dada, pertence a Espanha e a Vossa Excelência conhecer do
seu significado.

Atentamente,
A Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença
Lisboa, 20 de Maio de 2006.

Envie o seu comentário: portugal-livre@freeola.com

 

 

O Litígio de Olivença

Arquivos/Archives 2006

 

Julho - Primeiro Ministro, roçando a traição

Junho - HOMENAGEM A MÁRIO VENTURA HENRIQUE

Maio - 205.º Aniversário da Ocupação de Olivença

Abril - CIA : Factbook

Março - "AS SENSIBILIDADES NACIONAIS NÃO PODEM VIOLAR AS REGRAS DO MERCADO INTERNO EUROPEU"

Fevereiro - (Olivença)O NOVO PRESIDENTE E A DIFERENÇA PROMETIDA

Janeiro - Olivença:um colonialismo esquecido

Arquivos/Archives 2005

Dezembro - QUESTÕES DE SOBERANIA

Novembro - MAIS UMA CIMEIRA IBÉRICA

Outubro - XV Cimeira Ibero-Americana

Setembro - 708 anos sobre o Tratado de Alcanices

Agosto - Olivença pelos Ares

Julho - ERRO HISTÓRICO

Junho - PONDEROSA QUESTÃO DE ESTADO

Maio - A Espanha não é um país amigo!

Abril - FACE  AO  COMPLEXO  DO «COMPLEXO ANTI-ESPANHOL»

Março - "CONTRA OLIVENZA"

Fevereiro - Olivença: A Espanha, tem Vergonha!

Janeiro - "...A Questão de Olivença Continua Actual..."

Arquivos  2006 2005  2004  &  2003

 

Arquivos/Archives 2004

Dezembro - «Compilação de Elementos para o Estudo da Questão de Olivença».

Novembro - A Questão de Olivença está pendente desde 1815: De quanto tempo mais é que precisam?

Outubro - GRAVE VIOLAÇÃO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Setembro - Grupo de Amigos de Olivença queixa-se das autoridades espanholas

Agosto - Mapas de Portugal com Olivença e Gravuras Antigas de Portugal

Julho - "Acordem Portugueses: Olivença é Nossa!"

Junho - Parlamento pede ao Governo esclarecimento da posição oficial sobre Olivença

Maio - USURPAÇÃO DE OLIVENÇA: OFENSA À CULTURA E À LÍNGUA PORTUGUESAS!

Abril - Trindade e Olivença

Março - Haverá um perigo espanhol?

Fevereiro - Olivença: Crime Contra a Humanidade!

29/Dez/2003 - 31/Jan/2004 - "OLIVENZA ES HOY EL ÚNICO TERRITÓRIO EN DISPUTA"

Arquivos/Archives 2003

08/Dez/2003 - 28/Dez/2003 - Sobre a Anexação de Portugal pela Espanha...

01/Dez/2003 - 07/Dez/2003 - Olivença é Portugal!

10/Nov/2003 - 30/Nov/2003 - "¿Ocupación ilegal de Olivenza?"

03/Nov/2003 - 09/Nov/2003 - Cimeira luso-espanhola

27/Out/2003 - 02/Nov/2003 - "...una cosoberanía sobre Olivenza"

20/Out/2003 - 26/Out/2003 - "Ceuta, Melilla, Gibraltar, Olivenza"

06/Out/2003 - 19/Out/2003 - PORTUGAL-SPAIN:   Olivença or Olivenza - CIA List Revives Old Border Dispute

29/Set/2003 - 05/Out/2003 - Olivença, Espanha e a CIA

22 /Set/2003 - 28/Set/2003 - Os Espanhóis é que «descongelam» Olivença

15/Set/2003 - 21/Set/2003 - A CIA Anima o Aniversário do Tratado de Alcanizes

08/Set/2003 - 14 /Set/2003 - AR: Grupo Amigos de Olivença congratula-se com referência da CIA  a "diferendo"

01/Set/2003 - 07/Set/2003 - Declarações de Martins da Cruz e as deturpações espanholas

19/Ago/2003 - 31/Ago/2003 - A Velha Ponte da Ajuda

01/Ago/2003 - 18/Ago/2003 - Batalha de Aljubarrota

23/Jul/2003 - 31/Jul/2003 - Audiência de Discussão e Julgamento do Tribunal Judicial de Elvas de 23 de Julho 2003

03/Jul/2003 - 22/Jul/2003 - Lisboa Recebeu Reunião Luso-espanhola para Discutir Ponte da Ajuda

24/Fev/2003 - 02/Jul/2003 - Portugal Rejeitará Sempre o "Facto Consumado"

Arquivos/Archives 2002 & 2001

(em breve/soon) - Por enquanto   encontram-se varios artigos ao clicar as paginas no fim desta/Meanwhile various articles are to be found by clicking the pages at the bottom of this one.

The Dispute over Olivença

Archives 2005  &  2004

http://www.biologydaily.com/biology/Olivenza - gives an excellent description about Portugal's claim to Olivença (in English)

Back to Homepage

*

A Polémica da Ponte Nossa Senhora da Ajuda, Alentejo, Portugal

 

"Mestre da Rede"    O Litígio de Olivença..Últimas Notícias   Mapa "de Jure" de Portugal

Fartura de Tratados   Tratado de Alcanizes   Acontecimentos Históricos de Olivença

Mapa do Exército Português e a Bandeira de Olivença   A Guerra das "Laranjas"

O Alentejo Esquecido - Mapa de Olivença e Juromenha   Portugal Reivindica Olivença

A Grã Bretanha e Olivença   Gibraltar e Olivença   Um Milénio   Ponto de Vista

Imprensa Nacional   Média Internacional   OlivençaNet/GAO   Forum Olivença

Última Página(Arquivado)   Opinião Portuguesa(Arquivado)

Perguntas e Respostas (Algumas)   'Livro de Visitas' Arquivado (mixto)

O Litígio de Olivença...Arquivo 2005 2004 & 2003

Back to Homepage

 

 Map of the walled town of Olivença

**************************************************************

Olivença portuguesa defendida na França por meio de:
http://www.portugalmania.com/saviez-vous/lesaviezvous20.htm
http://www.lusitanie.net/modules.php?name=News&new_topic=8
http://www.alquimista.net/htm/public2.htm

**************************************************************

O Litígio de Olivença...Arquivo 2006 2005 2004 & 2003

O Litígio de Olivença...
Últimas Notícias

 

"Mestre da Rede"
Última Página(Arquivado)
Mapa "de Jure" de Portugal
Fartura de Tratados
Tratado de Alcanizes
Acontecimentos Históricos de Olivença
Mapa do Exército Português e a Bandeira de Olivença
A Guerra das "Laranjas"
O Alentejo Esquecido - Mapa de Olivença e Juromenha
A Grã Bretanha e Olivença
Gibraltar e Olivença
Imprensa Nacional
Média Internacional
Opinião Portuguesa(Arquivado)
OlivençaNet/GAO
Forum Olivença
Portugal Reivindica Olivença
Um Milénio
'Livro de Visitas' Arquivado (mixto)
Ponto de Vista
Perguntas e Respostas (Algumas)
CorreioEl

Links/Ligações:

 


Grupo dos Amigos de Olivença

 

www.forum-olivenca.web.pt/

 


Forum Olivença



Zolmer Xu Homepage
OLIVENÇA

 

Usurpação/Etnicídio Perfeito

 

EU acredito em Portugal

http://euacreditoemportugal.blogs.sapo.pt/

Olivença é Portuguesa

Olivença e Portuguesa

http://porolivenca.blogs.sapo..pt/

http://groups.msn.com/OlivencaPortuguesa/

http://groups.msn.com/olivenca/

Olivença e Portugal


http://olivenca.blogspot.com/

**********************

Jornal de Olivença

http://jornaldeolivenca.blogs.sapo.pt/

**********************

http://geraldosempavor.blogspot.com/2005

**********************

A Verdadeira Espanha

http://pontevedra.blogspot.com/

**********************

http://cataplasma.blogspot.com/

**********************

Entre na LUSO PLANET

**********************

http://www.biologydaily.com/

biology/Olivenza(gives an excellent description about Portugal's claim to Olivença (in English)

**********************

Portugal e Espanha (Arquivado) http://www.portugal-e-espanha.blogspot.com

Mundo Lusófono - Galiza

http://www.galizalivre.org/

Envie o seu comentário: portugal-livre@freeola.com

 

Audiência de Discussão e Julgamento do Tribunal Judicial de Elvas de 23 de Julho 2003

O Litígio de Olivença...Últimas Notícias

 

Informação sobre Olivença noutros sítios:

Enciclopédia "Kiwi"
http://www.wikipedia.org/wiki/Portugal

 

http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/po.html#Issues
http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/sp.html

 Portugal e Espanha http://www.portugal-e-espanha.blogspot.com

Valadares & a Cidadehttp://www.valadaresemfoco.com/mnu792.php

Em todo o mundo um idioma:  o português!

Os Factos Históricos sobre Olivença

O Litígio de Olivença...Mais Notícias

Comunicado de Imprensa

 

Ponte da Ajuda na Mira do Tribunal

Denúncia Criminal na Procuradoria Geral da República 

 

A Polémica da Ponte Nossa Senhora da Ajuda, Alentejo, Portugal



Usurpação/Etnicídio Perfeito

 

CLIQUE AQUI PARA VOLTAR A PÁGINA PRINCIPAL

 

 

 

Portugal Livre 

 

Olivença - Portugal    Livre

1. - This English Language service has been set up to update internet readers with information and news on the occupied territory of Olivença.                                   

2. - Counteract Spain's lies and arrogance over the dispute since 1801.
3. - Expose the Spanish cover-up and failure to comply with its international obligations.
4. - Show how Spain's relations with Portugal are in fact hypocritical and false, and motivated by old imperialistic designs.
5. - Look at how Portugal has tried to overcome the reality of its continued humilliation.
6. - Shame Portugal's cowardly political leaders to stand up to Madrid and take action to recover Olivença and Juromenha, that Madrid and its "Spanish Kingdom" aknowledge and respect Portuguese territorial integrity.

 

Olivença - Portugal Livre

1. - Este serviço de informação foi iniciado (originalmente em inglês) para  informar melhor os leitores da "Rede" através de notícias actuais e eventos históricos, sobre os territórios de Olivença e Juromenha (margem esquerda) do Odiana (Guadiana).
2. - Contrapor as mentiras e arrogância da Espanha sobre o litígio desde 1801.
3. - Desmascarar o encobrimento espanhol e falência de cumprir as suas obrigações internacionais.

4. - Mostrar como as "boas relações" espanholas com Portugal são de facto hipócritas e falsas, sendo na verdade motivadas por intenções imperialistas já antigas.
5. - Ver como Portugal tem tentado superar a realidade da sua contínua humilhação.
6. - Envergonhar os líderes ilusórios e cobardes de Portugal a agir e tomar acções positivas para recuperar os territórios de Olivença e Juromenha, para que Madrid e seu "reino espanhol" cumpra o respeito à integridade territorial de Portugal.

Rui A.M. da Silva 

"Copyright".

Todos os direitos reservados.  O texto em inglês neste "Sítio" não poderá ser reproduzido de qualquer forma sem  autorização .

 

 

Back to Homepage